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Pessoal de Brasília, dia 8/12 vai ter lançamento da coletânea Para Entender a Nova Direita Brasileira no café e livraria Sebinho!
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Flávio Bolsonaro fugiu para a Flórida; Willer Tomaz está na Flórida e Eduardo Bolsonaro também está na Flórida.
Coincidência? Não. Premeditação.
O fundo do Dark Horse, a lavanderia que eles montaram, é na Flórida.
O dinheiro da Bet do sócio de Flávio no hangar sumiu.
Por isso todos foram para lá.
Enquanto isso um bando de idiotas ficam nas redes sociais defendendo eles.
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Compro imóveis de bolsonaristas abaixo do preço de mercado (mínimo de 20% abaixo) com liquidez imediata nas regiões de São Paulo e de Belo Horizonte.
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Última eleição fui demitida apenas por votar no lula. O dono da empresa, um homem super bolsonarista que explorava seus funcionários e não garantia nenhum direito. Agora vamos ao plot twist? Ele faliu!
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10 MILHÕES SEM UM FUZIL! ❤️
#ExercitoDoLula
#LulaMaiorDoMundo
O poeta do bolsonarismo aqui nessa rede screveu uma verdadeira pérola. Segundo ele , autoritário não é quem planeja golpe e se recusa a aceitar resultado de eleição. Autoritários são os progressistas malvados que acham que quem atenta contra a democracia tem que ser punido...
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A Daniela Marques quebrou o banco do Edir Macedo e agora enterrou a carreira do Flávio Bolsonaro. Isso me faz pensar que, na verdade, ela é uma agente secreta da democracia infiltrada na extrema direita para implodir o bolsonarismo por dentro.
Não, Flávio Bolsonaro não perdeu para o "sistema". Em 2022, Jair tinha a máquina do governo na mão. Fez o diabo para se reeleger, botando até PRF para impedir eleitores de votar. A verdade é que o eleitor brasileiro não quer mais essa família no poder. Aceitem que dói menos.
O influencer bolsonarista indignado com as articulações para eleger as presidencias do Senado e da Camara está descobrindo o que acontece quando se faz política de salto alto. O PL desdenhou do Centrao, que foi chamado de "Centrinho". O resultado está aí.
Uma das razões que explica porque os analistas políticos não previram a virada de Lula no 2oT se deve à aceitação (acrítica) da narrativa da direita sobre o 1oturno. Acreditaram que FB tinha um voto ideológico e muito cristalizado e na decadência de longo prazo da esquerda 1/4
Flávio Bolsonaro acreditou na narrativa que a própria direita criou. Fez uma campanha no 2o turno para convertidos e não se preocupou com o eleitor volátil e menos engajado. O PT mirou esse grupo com medidas de amplo apoio popular e campanha agressiva nas ruas e nas redes. 3/4
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Provavelmente o resultado das eleições brasileiras e a repercussão negativa nos mercados ajudarão os republicanos a manterem o senado. Viramos estudo de caso, que já está sendo explorado por candidatos dos EUA.
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Ontem começou a derrocada da extrema-direita mundial.
Amanhã Netanyahu vai perder as eleições em Israel.
Terça que vem Trump vai perder a maioria no Congresso.
Ano que vem será a Argentina, depois vamos ganhar a França. Os povos do mundo vão aprender com o Brasil como derrotar os seus fascistas.
E aos poucos o fascismo vai se tornando mais uma vez uma mancha na História.
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Omar Aziz anuncia que pedirá prisão de Maria do Carmo e Jefferson Coronel: “Eu quero eles na cadeia”
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Basically, Lula’s campaign managed to increase turnout and convince undecided voters that a weak President they don’t like is better than an all-powerful President they don’t like
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O entorno de Flávio Bolsonaro cometeu um erro clássico da política brasileira: confundir lealdade com submissão e acreditar que os votos da direita têm dono.
Dizer que não precisava dos “isentões” e agir como se os eleitores de Caiado, Zema e Renan Santos fossem obrigados a votar em Flávio, mesmo com nojinho, revela uma postura de arrogância que ignora o básico da política: ninguém é dono do voto de ninguém.
Em vez de tentar conquistar esses eleitores, apresentar propostas, construir pontes e demonstrar que existiam motivos concretos para apoiar sua candidatura, parte do entorno preferiu tratá-los com desprezo. Como se milhões de brasileiros tivessem a obrigação de aceitar qualquer nome simplesmente por pertencerem ao mesmo campo político.
E as possíveis indicações de Pablo Marçal para o governo e de Eduardo Bolsonaro para o Itamaraty acrescentaram mais motivos para questionamentos. São movimentos que exigiriam explicações, justificativas e uma discussão séria sobre preparo, prioridades e composição de governo. Em vez de ampliar o debate sobre propostas, acabaram alimentando controvérsias adicionais.
O maior problema não foi apenas deixar de conquistar novos votos. Foi tratar como inimigos potenciais justamente aqueles que poderiam ser convencidos a apoiar.
Novamente, fica a impressão de que a turma EAD, dos embates intermináveis e da arrogância nas redes teve influência demais nas decisões estratégicas do Flávio Bolsonaro.
Política não é torcida organizada. Não basta gritar mais alto, atacar quem discorda e exigir fidelidade absoluta. É preciso ouvir, convencer e entender que o eleitor tem autonomia.
Quem despreza os votos que não controla não pode depois agir como se tivesse sido traído por não recebê-los.
O eleitor não deve fidelidade cega a político algum. É o político que precisa demonstrar por que merece o voto.



















