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Os limites dos meus tweets são os limites do meu mundo | Mestrando em Economia Aplicada na UFJF | Ciências econômicas -UFSJ

Joined February 2022
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Comments on André Lara Resende's intriguing proposal for Brasil to lower interest costs on the debt by lowering interest rates grumpy-economist.com/p/fishe…
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é por isso que fico na micro aplicada
Considerando que eles metem uma pandemia, dois choques do petróleo, uma quebra de safra, ameaça de intervenção do presidente e eleição no meio do caminho... e não tem foward guidance nem intervenções no mercado cambial ou de títulos... diria que fui bem.
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Político: Javier Milei
Replying to @Alech_andro
Ditador: nenhum (prefere regras do mercado) Filósofo: Wittgenstein (pelo bio) Personagem fictício: John Galt Político: Javier Milei Figura religiosa: nenhuma clara Figura histórica: Gary Becker Artista: nenhum óbvio Economista ortodoxo que defende ajuste fiscal, critica heterodoxia e desenvolvimentismo, cita Schrodinger e quer ler filosofia.
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Olá @grok, com base em TODOS os meus tweets e replies, eu sou: Qual ditador? Qual filósofo? Qual personagem fictício? Qual político? Qual figura religiosa? Qual figura histórica? Qual artista
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Tenho que voltar ano que vem a ler romances ou até mesmo livros de filosofia. Este ano fiquei preso apenas a coisas da economia e do mestrado.
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Pera ai, ele ta dizendo que o ministro da fazendo não pode atuar como um agente público? E não pode falar sobre assuntos relacionados ao seu próprio ministério? É o agente público de Schrodinger
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Happy 50th birthday!
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Eu posso explicar economicamente porque a taxa de juros é tão alta no Brasil, mas me permitam fazer uma explicação de economia política melhor ainda. O Brasil surgiu como uma empreitada colonial escravocrata. Em plantations, custo unitário do trabalho é o que determina a competitividade ainda que o custo de maquinário e bois seja relevante. Quando o Brasil começou a ser pressionado para parar de importar escravos, a solução foi importar mão de obra europeia. Só que começamos a nos industrializar em 1870, começamos a ter conflitos políticos urbanos na mesma década e isso se arrastou, de uma forma ou de outra, até 1930, quando tivemos a revolução oligárquica de 1930. Porque sim, 1930 foi briga de oligarquia com oligarquia. Entre 1870 e 1930 a gente passou de um modelo em que poucos brancos simplesmente sifonavam de uma forma ou de outra o fruto do trabalho de negros e indígenas escravizados para um modelo em que uma elite branca tinha que manter algum tipo de política de segurança pública que mantivesse trabalhadores livres brancos, que conseguiam alguma coisa aqui e ali, e trabalhadores livres negros quietos enquanto exploravam seu trabalho. Para resolver isso, Vargas criou o modelo de cidadania regulada em que só era cidadão quem tinha carteira de trabalho, leia-se, trabalhadores brancos urbanos. Aqui entra Wanderley Guilherme dos Santos, especialmente em Cidadania e justiça (1979) e Razões da desordem (1993). O problema brasileiro é que tivemos que enfrentar quase simultaneamente três conflitos que, nas democracias europeias, foram administrados ao longo de períodos muito maiores: integração nacional, participação política e redistribuição. A industrialização produziu novas classes, organizações e demandas antes que tivéssemos instituições suficientemente consolidadas para mediar seus conflitos. Vargas respondeu incorporando parte dos trabalhadores à ordem política por meio de direitos sociais vinculados às profissões reconhecidas pelo Estado, ao mesmo tempo que submetia os sindicatos à tutela estatal. A legislação não excluía formalmente os negros, mas, numa sociedade que havia abolido a escravidão sem integrar economicamente os libertos, a exigência de inserção ocupacional reconhecida reproduzia desigualdades raciais profundas. Trabalhadores rurais, domésticos e informais continuaram excluídos de boa parte da proteção social. A solução foi, portanto, incorporar sem universalizar, redistribuir sem alterar substancialmente a estrutura de propriedade e organizar o conflito social sem permitir que ele se manifestasse autonomamente. Em Razões da desordem, Santos (1993) vai além: a expansão da participação e das demandas sociais ocorreu mais rapidamente do que a institucionalização dos mecanismos capazes de processá-las. Construímos um Estado que legisla e regula muito, mas cuja autoridade não alcança parcelas consideráveis da sociedade. E isso era fundamental para o modelo desenvolvimentista porque esse mecanismo de exclusão e disciplina permitia que o país sustentasse uma economia fechada para sustentar a classe média branca sem competição e transferisse montanhas e mais montanhas de recursos para estatais e indústrias ineficientes. O resultado é aquilo que ele chama de um híbrido institucional: uma poliarquia moderna, com eleições competitivas, organizações representativas e legislação abundante, convivendo com um «hobbesianismo social» marcado pela desconfiança, pela baixa adesão às regras coletivas e pela prevalência de interesses particularistas. A Constituição de 1988 rompeu com parte importante da cidadania regulada ao universalizar direitos, mas não eliminou as desigualdades econômicas e a fragmentação social herdadas desse processo. Em particular, o problema é que a gente incluiu os outsiders, mas não eliminamos o fechamento comercial, a política industrial e o uso do orçamento público para sustentar as elites predatórias e extrativistas. FHC começou a resolver isso com privatizações, eliminação de barreiras comerciais, criação do aparato de políticas sociais e, especialmente, resolvendo a inflação ao mesmo tempo que aumentou a carga tributária. Lula I continuou esse processo, com um enfoque mais social. Isso impediu o conflito porque tornou a alocação mais eficiente. Lula II só empurrou o conflito com crescimento, ele colocou muito fermento no bolo e impediu que as elites e os mais pobres entrassem em conflito aberto. O problema é que Dilma I entrou na pira de que esse modelo de solução era neoliberal e precisávamos de uma guinada desenvolvimentista. Resultado? Ela implodiu a economia brasileira tentando resgatar as benesses das elites. Dilma II foi uma tentativa desesperada de correção de rota que não deu certo. Temer foi uma mistura de tecnocratas tentando impedir o colapso e o Centrão rapinando tudo que encontrava pela frente e, por fim, Bolsonaro foi um ajuste pró-elite até o STF avisar a ele que ele tava com a corda no pescoço depois da brincadeira do 7 de setembro e ele entregou tudo pro Centrão pra se salvar. Lula III foi inconsistente, de um lado tínhamos Haddad, Marina e Tebet tentando resolver o problema da forma correta. Do outro tínhamos Gleisi, Rui, Marinho, Lupi, et caterva brincando de Dilma III. Ou seja, conseguimos adiar o problema, mas a conta chegou. Hoje ou resolvemos o problema fiscal, punindo as elites parasitárias, com cortes previdenciários no topo, supersalários, abrindo a economia, matando a NIB, resolvendo inconsistências do Plano Safra, ajustando o BPC e políticas aos mais idosos... ou vamos tirar dos mais pobres, seja via cortes de gastos sociais, seja via inflação. Como, em geral, escolhemos não enfrentar o problema distributivo nacional, gastamos mais do que crescemos de forma ineficiente. Isso joga os juros pra cima.
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Uma grande perda. William Nordhaus foi um daqueles gigantes da economia com grandes contribuições em campos bastante diferentes. Além de um dos pioneiros da nova economia ambiental, ele foi um dos economistas que mais investigou o papel da tecnologia no crescimento econômico (inclusive fazendo um paper sobre singularidade) e foi o pai da teoria política dos ciclos econômicos (talvez a teoria que melhor explique o país em que moramos) Big F. RIP. news.yale.edu/2026/10/31/wil…
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"Revisão da Meta" "Austeridade" "Economia como ciência social"
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Infelizmente, acho que o mais perto que chegamos disso foi com o Haddad
Imagina acreditar em paloccismo, ajuste fiscal e chama o meirelles em 2026
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Nunca foi tão fácil aprender métodos e técnicas de pesquisa! Criamos um site que permite a consulta e download de trabalhos de métodos e técnicas de pesquisa. Só entrar, buscar e ser feliz. Mais de 400 trabalhos, mais de 60 temas. tmphub.netlify.app/ @fbcponline
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6 meses de Jabbour na fazenda fariam os ortodoxos teram saudade do Guido Mantega
Quero Jabbour no ministerio da economia. Em 6 meses ninguem nunca mais vai levar ele a sério.
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Existem dezenas de exemplos de países que deram calote em dívidas na sua própria moeda (e vasta literatura sobre isso). Lista dos artigos abaixo.
O Brasil não precisa de um novo ajuste fiscal A pauta da moda voltou a ser a necessidade de um ajuste fiscal. Pela esquerda e pela direita. Fora o fato de nenhum país do mundo haver quebrado em moeda própria, politicamente é precificar para o mercado financeiro uma vitória que foi justamente contra o mercado financeiro. Sou e serei um inimigo contumaz de qualquer iniciativa do governo neste sentido. Mais do que isso: vou trabalhar para colocar em xeque o arcabouço fiscal e outros entulhos neoliberais que travam nosso desenvolvimento. A agenda imediata é clara: retirar investimentos em infraestruturas do escopo do arcabouço e mexer no centro da meta de inflação. Aprendamos com o recado das ruas (luta por futuro) e com a história (a ajuste de 2015 derrubou Dilma).
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Ontem teve circuit breaker na bolsa brasileira. O Ibovespa despencou 13,88% no dia. Muita gente entrou em pânico, como usual. Para complementar o excelente post de @geraldoburigo eu peguei os dados do ETF BOVA11, dos últimos 6 circuit breakers, e calculei a mediana do retorno acumulado 1 ano após o evento. Quanto deu? 46,1%. Em todos os eventos o retorno acumulado foi positivo (e expressivo) um ano após o choque. O menor retorno foi 29,4% e o maior 71,7%. Perceba que a volatilidade nos primeiros 30 dias foi brutal, mas quem segurou o ativo capturou a recuperação. Sempre bom ressaltar que um dado do passado não garante nada para o futuro, mas acredito que a evidência histórica ajuda a mitigar os impactos do desespero.
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"Yes, Mr. Johnson, I do believe that the movement of the stocks of Assaí (ASAI3), Copasa (CSMG3), Sanepar (SAPR11), Smart Fit (SMFT3), AUAU3 (União Pet) and VAMO3 (Grupo Vamos) is quite indicative of what you should expect for your portfolio should the Democrats win... What? Oh, you are a retired teacher in Michigan who invests in blue chips? Did you know that Lula is a very dangerous communist? Yes, beware of the Democrats!"
Provavelmente o resultado das eleições brasileiras e a repercussão negativa nos mercados ajudarão os republicanos a manterem o senado. Viramos estudo de caso, que já está sendo explorado por candidatos dos EUA.
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Imagem botinha que fiz no PowerPoint e melhorei no GPT. Artigos fundacionais em inferência causal e seus respectivos autores!
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O Índice Cavendish Reverso segue invicto
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