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Saudade do velho Twitter, onde a censura era feita por militantes de cabelo colorido, e não pelo maldito algoritmo.

São Paulo, Brasil
Joined October 2021
Nenhum petista entenderá.
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Tenta a sorte...
Já passou da hora de termos um movimento de cristãos contra o bolsonarismo e toda sorte de extremismo ideológico
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Certamente não é o único erro contido no texto, mas esse me causou dores insuportáveis. Onde está escrito "Mais lembrarei", deveria ser "Mais uma vez lembrarei".
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Aquela social-democracia sabor direita, prudente, sofisticada, cheirosa e usando um belo sapatênis.
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Replying to @xicograziano
Alguns têm valores, outros têm preço. Se o seu preço é comer uma pizza e fazer amor com o bumbum, vai fundo, cara.
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Caridade não depende de religião ou posicionamento político-ideológico. É um ato que parte do coração. Para quem está passando por dificuldades, qualquer auxílio é muito bem-vindo. Estive observando de longe esse caso envolvendo a ação conhecida como "cozinheiros do bem", e alguns pontos específicos me chamaram a atenção. Como eu disse, para quem está passando por dificuldades, qualquer ajuda é válida, e sim, a tal ação "cozinheiros do bem" cumpre esse papel, distribuindo comida para moradores de rua e pessoas em situação de vulnerabilidade. No entanto, analisando as redes sociais do "cozinheiros do bem", percebe-se claramente que a filantropia está em segundo plano por lá. Tudo ali gira em torno da promoção da imagem do sr. Julio Ritta, aparentemente o líder da organização. Mais lembrarei que para quem passa por dificuldades qualquer auxílio é válido, mas o que vi ali no Instagram da entidade nada mais é que atos de autopromoção do citado camarada. No fim, o maior beneficiado pelo "cozinheiros do bem" não são aqueles que recebem um prato de comida, mas o próprio Julio, que está sempre em evidência na mídia, é convidado para aparecer em programas da Globo... Aliás, notem que o projeto se chama "cozinheiros do bem", no plural, mas o único que aparece é o Julio. Sobre o vídeo que está circulando nas redes sociais desde ontem, há alguns pontos específicos que me chamaram bastante a atenção. O primeiro é o mais óbvio. O cara que se diz absolutamente contrário ao bolsonarismo e a tudo que esse movimento representa, repentinamente se tocou que grande parte de seus doadores faziam parte justamente do grupo que ele diz desprezar de forma tão clara e explícita. O segundo detalhe que poucos perceberam foi a verdadeira razão do Julio ter ficado tão incomodado. Notem que ele não se queixa de estarem cortando patrocínio não para a distribuição de comida aos necessitados, mas pelo corte de recursos financeiros para a grande festa que estão preparando para o aniversário do "cozinheiros do bem". Ele cita inclusive quanto essa farra vai custar: 200 mil Reais. Não quero julgar ninguém, mas quantas pessoas poderiam ser alimentadas com essa quantia? Outro ponto que me chamou a atenção está relacionado ao rapper MV Bill, que irá se apresentar na tal festa. No vídeo, Julio está incomodado pelo fato de que as passagens do cantor não serão mais bancadas . MV Bill é um artista famoso, e creio que poderia pagar por sua passagem, ainda mais se tratando de um evento supostamente filantrópico. Mas como todo bom artista, a virtude termina no discurso. Mas tudo bem, vamos admitir que MV Bill não tenha dinheiro para bancar as passagens. A pergunta que surge é: "por que MV Bill?" Não seria mais adequado, ao invés de bancar um cantor famoso, usar esse dinheiro para coisas mais importantes e relacionadas à causa defendida pelo "cozinheiros do bem"? Até seria, mas isso não geraria fotos bacanas para engajar nas redes sociais. Eu não sou santo, mas procuro ao menos tentar evoluir como ser humano. Já estive envolvido com entidades filantrópicas, seja financiando, seja trabalhando de forma voluntária. E minha experiência acabou me mostrando que a maioria delas está mais preocupada com as doações que com as ações, se é que me entendem. Ao invés de doar para entidades e ONGs, prefiro ajudar aqueles que estão ao meu redor. E se eu fizer ou não, é um assunto particular. Jamais usaria qualquer auxílio prestado ao próximo para me autopromover.
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Desde sempre ouvimos sobre "lutar contra o sistema". No entanto, creio que poucos tenham perguntado o que afinal é o tal sistema. É uma questão complexa para ser discutida em uma postagem de rede social, mas de forma simplificada e didática, podemos que o sistema se trata da mão invisível que rege os rumos da humanidade. Tudo que nos cerca, de alguma forma, está submetido ao sistema. O sistema não tem crença, não tem religião, não tem ideologia ou um código de conduta ética e moral. Tem apenas seus próprios interesses. A maneira mais clara e objetiva de compreender se algo faz parte do sistema é a maneira como a imprensa o trata. Se algo ou alguém está contra os interesses do sistema, a mídia o transforma no demônio. E se o sistema entender que o demônio tem algo a lhe oferecer em determinado momento, no dia seguinte os jornais o pintarão como a criatura mais linda e angelical da criação divina. Eu gosto do trabalho que Tarcísio tem feito como governador, mas não, ele nunca foi, não é e jamais será uma liderança legítima. Tarcísio é apenas a peça que o sistema está movimentando no tabuleiro.
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"Defecating, e se essa proposta da autoria do Renan Calheiros se tornar lei?" O dinheiro é seu, portanto, gaste onde quiser. Apenas seja discreto. O mesmo vale para a sua empresa. Se quiser demitir, não faça isso agora. Deixe a poeira abaixar, e em alguns dias, afaste o petista sob um pretexto comum, como corte de custos. Não mencione absolutamente nada sobre política. Se estiver contratando, dê uma olhada nas rede sociais do candidato, especialmente no LinkedIn. Ao preencher a vaga, ligue para o petista recusado educadamente, agradeça-o pelo interesse, e diga que contratou outro profissional mais adequado à vaga, e claro, sem citar qualquer coisa sobre política. Não caia nas ameaças do desgoverno. Nem que aprovarem essa lei, não terão como provar suas reais motivações se souber agir de forma discreta e racional.
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