O contrato será executado por meio de pedidos anuais e prevê, inicialmente, 98 viaturas, com possibilidade de chegar a 221 unidades. Desenvolvido pelo consórcio IDV–Oto Melara (Leonardo), o Centauro II é equipado com a torre HITFACT MkII e o canhão Oto Melara 120/45, de 120 mm alma lisa.
A aquisição tem caráter histórico. Pela primeira vez, o Exército Brasileiro incorpora um veículo de combate de Cavalaria novo, de última geração, reunindo poder de fogo, sensores, sistema de controle de tiro e sistemas de combate compatíveis com o nível tecnológico das principais forças blindadas do mundo.
Com o Centauro II, o Exército passa a operar o mais poderoso blindado de combate sobre rodas da América Latina.
Centauro II with a 120 mm smoothbore gun followed by a Engesa EE-9 Cascavel with 90mm gun
Centauro II at Brazilian Army firing trials
Drones FPV: a revolução que o Brasil não pode ignorar
os drones FPV (First Person View) chegaram para ficar. Mais do que uma nova categoria de armamento, eles representam uma transformação profunda na maneira como as forças militares identificam, acompanham e atacam seus alvos.
A guerra da Ucrânia demonstrou que pequenos drones, relativamente baratos e produzidos em grandes quantidades, podem produzir efeitos que anteriormente exigiam sistemas muito mais caros e complexos. Em determinadas missões, os FPV passaram a ocupar parte do espaço anteriormente reservado aos mísseis antitanque, à artilharia e até a determinados armamentos empregados diretamente pela infantaria. Militar
Isso não significa que os mísseis antitanque ou a artilharia tenham perdido sua importância. Significa que o custo, a velocidade e a disponibilidade dos drones alteraram a equação econômica e operacional do combate.
Um míssil antitanque moderno pode custar dezenas ou centenas de milhares de dólares. Um FPV pode ser produzido por uma fração desse valor e, dependendo da missão, transportar uma carga capaz de destruir ou incapacitar um veículo, atacar uma posição defensiva ou atingir um combatente.
O mesmo fenômeno começa a afetar a artilharia.
Peças de 105 mm e 155 mm que empregam munições convencionais, como a M107, podem ficar expostas quando precisam operar relativamente próximas da linha de contato, ou seja dentro da área chamada de “kill zone”. Uma peça ou bateria detectada por drones de reconhecimento pode rapidamente se transformar em alvo de FPV quando situada dentro do alcance dos drones, ao redor de 30km.
O drone acrescentou uma nova dimensão a esse problema: a capacidade de transformar rapidamente praticamente qualquer alvo detectado em um potencial alvo de ataque de baixo custo.
Um FPV pode levar uma carga explosiva até um soldado, uma posição, um veículo ou outro equipamento por um custo comparativamente baixo. Isso modifica radicalmente a relação entre o custo do atacante e o valor do alvo.
A artilharia continuará sendo indispensável para produzir volume e profundidade de fogos. Os mísseis antitanque continuarão fundamentais para determinadas distâncias e alvos. Mas os drones criaram uma camada adicional de ataque extremamente flexível, capaz de encontrar, acompanhar e atacar rapidamente um alvo sem necessariamente empregar um sistema de armas tradicional.
Fotos do Exercício da OTAN Aurora 26 liderado pela Suécia com instrutores ucranianos.
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COP2026 – Taurus apresenta novo ciclo tecnológico, da arma individual aos sistemas autônomos
Companhia amplia sua atuação em defesa e segurança com integração de engenharia, Inteligência Artificial, sistemas não tripulados e novas capacidades tecnológicas.
A Taurus apresentou, durante o COP International 2026 (de 11 a 13 de agosto), em São Paulo, um novo ciclo de sua trajetória, que amplia sua atuação de fabricante tradicional de armamentos para uma empresa de tecnologia aplicada à Defesa e à Segurança.
Mais em DefesaNetA companhia levou ao evento seu ecossistema de soluções e competências tecnológicas, que integra engenharia avançada, ciência dos materiais, manufatura, Inteligência Artificial, sistemas integrados e plataformas autônomas.
A evolução vai da arma individual aos sistemas autônomos, refletindo a estratégia da Taurus de transformar competências desenvolvidas ao longo de décadas em novas capacidades para Defesa e Segurança.
“Não estamos apresentando novos produtos. Estamos apresentando uma nova Taurus”, afirmou Salesio Nuhs, CEO Global da companhia, durante sua participação na programação do evento. Segundo o executivo, a transformação está baseada na ampliação das competências tecnológicas desenvolvidas pela empresa ao longo dos anos e na capacidade de transformar conhecimento científico em capacidades estratégicas para segurança pública e defesa.
Mais em #DefesaNet
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Operação Ágata Sul-Sudeste contabiliza cerca de R$ 100 milhões em apreensões na faixa de fronteira
As atividades incluem ações de vigilância, fiscalização e repressão a ilícitos transfronteiriços em áreas da faixa de fronteira e em pontos estratégicos dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com o emprego de meios terrestres, navais e aéreos.
Em diversos trechos da fronteira com o Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai realizam ações simultâneas e complementares, reforçando o controle de rodovias, rios e demais pontos estratégicos.
#DefesaNet
defesanet.com.br/defesa/oper…
A Visita de Nikolai Patrushev ao Brasil Acende um Alerta no Ocidente
Sob silêncio da Midia brasileira, Patrushev, o 2º do Kremlin, visitou Lula, Celso Amorim e sob o manto do Conselho Marítimo Russo visitou o Comandante da Marinha do Brasil Alm Olsen
defesanet.com.br/terrestre/a…
A opinião imparcial.
CNN Brasil traz a Advogada e Professora do IDP para atacar a presidência do Ministro Kassio Marques no TSE. OBSERVAR a vinculação ao IDP, LEIA-SE GM
Entre rumo e inércia: por que a Marinha avança enquanto FAB e Exército ficam para trás
A decisão de ampliar a classe de fragatas Classe Tamandaré para oito unidades vai além de um ganho quantitativo para a Marinha do Brasil. Trata-se da demonstração de um atributo raro no ambiente de defesa nacional: clareza estratégica, unidade de propósito no Alto Comando e capacidade de transformar planejamento em decisões concretas.





















