Conta oficial da Embaixada de Israel em Portugal.🇵🇹🇮🇱

Lisbon, Portugal
Joined December 2011
O embaixador de Israel em Portugal, Oren Rozenblat, votou hoje nas eleições nacionais, juntando-se a milhões de cidadãos israelitas que exercem o seu direito democrático fundamental. Esse compromisso revela uma profunda dedicação ao dever cívico e evidencia a vitalidade da democracia israelita — uma tradição vibrante e dinâmica na qual cada voto conta, cada voz importa e, juntos, os cidadãos moldam o futuro da nação.
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Hoje celebramos 32 anos da assinatura do Tratado de Paz entre Israel e Jordânia: um marco histórico que estabeleceu as bases para o diálogo e a cooperação entre os nossos dois países.   A 26 de outubro de 1994, o primeiro-ministro de Israel, Yitzhak Rabin, e o primeiro-ministro da Jordânia, Abdel Salam Majali, assinaram o acordo de paz entre Israel e Jordânia numa cerimónia que contou com a presença do presidente Bill Clinton. Tratou-se do segundo acordo de paz pleno de Israel com um país árabe, 15 anos após o tratado firmado com o Egito.   Especialmente em tempos desafiadores, este tratado estratégico permanece como um pilar da estabilidade regional e uma base sólida para futuras iniciativas mutuamente benéficas.
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A Autoridade Palestiniana continua a operar um sistema de pagamentos que incentiva e recompensa o terrorismo contra israelitas. O programa, conhecido como "pagamento por assassinatos" (*Pay for Slay*), concede salários mensais a terroristas encarcerados, incluindo aqueles condenados pelo assassinato de civis israelitas. Os valores pagos aumentam conforme a duração da pena; ou seja, indivíduos que cumprem sentenças mais longas por crimes mais graves recebem quantias substancialmente maiores. A Autoridade Palestiniana pagou mais de 353 milhões de dólares em 2024 e mais de 483 milhões de dólares em 2025 a terroristas e suas famílias. Os pagamentos relacionados com o terrorismo continuaram em 2026 e mesmo diante de dificuldades financeiras o ministro das Finanças da Autoridade Palestiniana descreveu tais pagamentos como uma "questão nacional fundamental".
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O primeiro ponto do plano do presidente Trump é claro: Gaza deve ser uma zona desradicalizada e livre de terror, que não represente qualquer ameaça aos seus vizinhos. Enquanto isso, o Hamas declara estar pronto para repetir o 7 de outubro. Quem se preocupa com os habitantes de Gaza deve exigir que o Hamas seja desarmado e removido do poder. Pressionar Israel, enquanto o Hamas se recusa a depor as armas, apenas fortalece os terroristas, ameaça a segurança de Israel e mantém a população de Gaza sob o domínio brutal do Hamas.
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Palestinianos queimaram o local bíblico do túmulo de Eleazar, filho de Aarão. O túmulo é mencionado na Bíblia, no livro de Josué (24:33), que relata que Eleazar foi sepultado num monte que pertencia ao seu filho Fineias, na região montanhosa de Efraim."
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Mais um ataque assassino contra israelitas. Dois soldados israelitas — Yuval Shai Svilem, de 20 anos, e Ron Yoni Reutman, de 23 anos — foram mortos, e outros três israelitas ficaram feridos em mais um ataque terrorista palestiniano perto de Hebron. Os terroristas planeavam um ataque de maior escala contra civis, mas os soldados israelitas impediram uma tragédia ainda maior. Isso faz parte de uma onda mortal de terrorismo palestiniano que tem como alvo os judeus. A incitação palestiniana, a política da Autoridade Palestiniana de pagar por assassinatos — conhecida como “pagar para matar” — e um sistema educacional que encoraja o assassinato de judeus alimentam essa violência. Não pode haver justificativa. Não pode haver desculpas. O terrorismo deve ser condenado de forma inequívoca. Que a memória de Yuval e Ron seja, para sempre, uma bênção.
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O Hamas está a criar a próxima geração para odiar judeus e perpetrar um novo 7 de outubro
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Após a conversão forçada dos judeus portugueses ao cristianismo e a instauração da Inquisição em Portugal, muitos judeus partiram rumo à Terra de Israel, tendo uma parte significativa deles estabelecido residência na cidade de Safed. Safed tornou-se um centro espiritual e cultural judaico de renome mundial. Foi nesta cidade que se escreveram importantes obras da literatura religiosa judaica da época e onde floresceu a Cabala, tradição associada ao misticismo e à espiritualidade judaica. Safed é também o tema de um filme realizado pela cineasta israelita Nili Portugali. Recentemente, a realizadora visitou Portugal, com o apoio da Embaixada de Israel, para apresentar o seu filme, “And the Alley She Whitewashed in Light Blue” (E o Beco que Ela Caiou de Azul-Claro), a estudantes, docentes e outros convidados, na Universidade Católica Portuguesa, no âmbito da Cátedra de Estudos Bíblicos Judaicos e Cristãos, e no Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes (Grupo Lusófona), em Portimão. O documentário constitui uma viagem íntima às raízes familiares da cineasta na cidade israelita de Safed. Situada nas montanhas da Alta Galileia, Safed é uma das quatro Cidades Santas do judaísmo. A cidade representa um mosaico singular e fascinante de história e espiritualidade, constituindo também um exemplo de coexistência. A família de Nili Portugali, por parte do marido, tem raízes profundas em Portugal. Os seus antepassados deixaram o país na sequência da conversão forçada dos judeus ao cristianismo, estabelecendo-se inicialmente na Grécia e, posteriormente, na Rússia e em Israel.
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Veja: Um ataque terrorista palestiniano. Crianças palestinianas atiram pedras pesadas a um automóvel no qual de encontrava a política israelita Fleur Hassan-Nahourm durante um passeio pela região se Binyamin na Judeia e Samaria.
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Alice Jill Edwards, ex-relatora especial da ONU sobre tortura, escreve num artigo para o jornal *The Telegraph* que a ONU ao não reconhecer plenamente os horrores de 7 de outubro abandonou a neutralidade. “ Os meus colegas não disseram nada, mesmo quando os captores do Hamas publicaram vídeos online mostrando os capturados em cenas aterrorizantes. Mesmo após o regresso dos reféns, as relatoras especiais da ONU Francesca Albanese e Reem Alsalem não deram qualquer peso aos relatos em primeira mão que eles fizeram sobre as torturas que sofreram.” Edwards acusa seus colegas de ignorarem a violência sexual cometida pelo Hamas no 7 de outubro e de não documentarem evidências de abuso sexual e tortura por parte do grupo.
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O terrorista do Hamas Tamer Mohammad Ibrahim Al-Zabaq, que participou do sequestro da Shani Louk, jovem israelo-alemã de 23 anos, durante o massacre de 7 de outubro de 2023, foi eliminado. Depois dos ataques do Hamas a 7 de outubro, levada do festival de música Nova para Gaza pelo grupo terrorista, Shani foi exibida nas ruas semi-nua, apenas de sutiã e calções, deitada nas traseiras de uma carrinha de caixa aberta com o rosto para baixo e as pernas numa posição não natural. A certa altura, um dos terroristas — que gritavam Allahu Akbar — é visto a cuspir no seu corpo, que mostrava sinais de ferimentos na cabeça. O terrorista Al-Zabaq recentemente promoveu também ataques contra civis e tropas israelitas, violando sistematicamente o cessar-fogo acordado pelo Hamas e Israel.
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A Turquia estende o tapete vermelho para terroristas do Hamas. Agora, uma cidadã turca-israelita é alvo de assédio e gritos num Centro Comercial em Istambul. Quando um governo oferece um refúgio seguro a terroristas, não deve ser surpresa que o ódio deles ecoe nas suas ruas. Vergonhoso e inaceitável.
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REVELADO: Um documento interno do Hamas detalha planos para instalar artefatos explosivos em áreas de campos de pessoas deslocadas em Gaza. O documento mostra que o departamento de engenharia do Hamas propôs instalar artefatos explosivos ao redor de campos de pessoas deslocadas e detoná-los à medida que as tropas das Forças de Defesa de Israel (FDI) se aproximassem. A ação colocaria em risco a população civil presente nesses campos, com o objetivo de gerar pânico e servir como cortina de fumo para a fuga de seus agentes. Isso fazia parte dos preparativos do Hamas para proteger a sua liderança e os seus agentes, ao mesmo tempo que colocava em perigo e explorava a população civil da região — estando o grupo plenamente ciente de que tais ações provavelmente causariam danos diretos aos civis.
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Uma nova tecnologia desenvolvida em Israel cria quadros de comunicação personalizados em cinco minutos, ajudando jovens pacientes a expressar dores, emoções e necessidades. O sistema inovador, baseado em inteligência artificial, foi lançado pelo Centro Médico Infantil Clalit-Schneider em parceria com a organização Code for Israel. Ele permite que crianças que não conseguem falar se comuniquem com mais facilidade com as equipas médicas e seus familiares. Para muitas crianças hospitalizadas — especialmente aquelas em unidades de terapia intensiva —, a comunicação pode ser um desafio considerável. Algumas necessitam de ventilação invasiva, o que as impede de movimentar as estruturas necessárias para a fala. Outras já apresentam dificuldades preexistentes relacionadas à linguagem, à fala, à voz ou à comunicação. Até então, a criação de quadros de comunicação personalizados era, muitas vezes, um processo manual que podia levar várias horas. O novo sistema agiliza esse procedimento por meio da IA ​​e tem o potencial de ampliar significativamente o número de crianças que podem beneficiar de um suporte de comunicação personalizado. Além disso, a ferramenta permitirá que as equipas clínicas dediquem mais tempo ao atendimento direto aos pacientes e à orientação de suas famílias.
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Exatamente há 32 anos, no dia 19 de outubro de 1994, um homem-bomba palestiniano, da organização terrorista Hamas, detonou um artefacto explosivo contendo aproximadamente 20 kg de explosivos a bordo de um autocarro da linha 5, na rua Dizengoff, em Tel Aviv, Israel. O ataque terrorista tirou a vida de 22 pessoas e deixou outras 104 feridas.
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É assim que as crianças são transformadas em terroristas: centenas de palestinianos em Ramallah assistem a um filme que explica como cercar um tanque e queimar soldados israelitas
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Amit Soussana foi a primeira refém a afirmar publicamente que foi alvo de um ataque sexual
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Isto não foi «resistência». Foi um massacre público! Esta semana, há 26 anos: o linchamento de Ramallah. Dois reservistas israelitas seguiram pela estrada errada. Yossi Avrahami, um vendedor de brinquedos de 38 anos, e Vadim Nurzhitz, um camionista de 33 anos, seguiram pela estrada errada e acabaram por chegar a Ramallah, controlada pela Autoridade Palestiniana. A polícia da Autoridade Palestiniana deteve-os, mas, em vez de os mandar dar meia-volta, os agentes levaram-nos para a esquadra. Espalharam-se rumores de que havia israelitas detidos ali, e mais de 1 000 palestinianos invadiram a esquadra e começaram a exigir a sua execução. Eles invadiram a esquadra, encontraram os dois israelitas e começaram a espancá-los, a esfaqueá-los e a mutilá-los. Aziz Salha descreveu mais tarde o momento em que entrou na sala: «Estávamos num delírio por ver sangue». Em seguida, dirigiu-se à janela, com as mãos e a camisa encharcadas de sangue, e acenou à multidão enfurecida lá em baixo. Um dos corpos foi atirado dessa mesma janela, e a multidão começou imediatamente a pisá-lo e a espancá-lo. O outro homem foi alvejado e incendiado. A multidão arrastou os seus corpos pelas ruas até à Praça Al-Manara para uma celebração. Isto não foi «resistência». Foi um massacre público, deliberado, e em êxtase de dois homens israelitas , que se enganaram no caminho, e que foi levado a cabo em plena luz do dia por uma multidão palestiniana. A imagem das mãos ensanguentadas de Salha tornou-se uma fotografia marcante. Salha foi posteriormente detido, condenado por homicídio, sentenciado a prisão perpétua, libertado no âmbito do acordo de Gilad Shalit de 2011 e, finalmente, morto num ataque israelita em Gaza, em 2024.
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Ibrahim, o filho de 10 anos de Yahya Sinwa escreveu numa carta ao pai que, nos seus tempos livres, faz «armas, tanques e Kalashnikovs de papel e cartão» e manifestou o desejo de disparar contra judeus.  A carta reflete a forma como a ideologia de ódio e violência do Hamas afeta a geração mais jovem em Gaza.
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