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São Paulo, Brasil
Joined March 2016
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Vídeo bastante sóbrio.
A eleição passou. O Brasil continua.
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A eleição passou. O Brasil continua.
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[Quem perde são as instituições] O TSE confirmou a derrota de Flávio Bolsonaro. Sete minutos depois, a PF pediu a apreensão do passaporte dele. Moraes aceitou o pedido na mesma noite. Ele não ouviu a PGR. O prazo de entrega terminou hoje. Flávio não entregou o passaporte. Há um rumor de fuga para os EUA pela Argentina. O governo argentino nega a entrada de Flávio. A PF não tem registro de saída do Brasil. O PT do Paraná postou: "Deltan, vc é o próximo…". Deltan Dallagnol é senador eleito pelo voto. O partido diz que a frase se refere a uma ação no TSE contra a candidatura dele. Ainda não sabemos muitos fatos. Duas coisas parecem certas: o povo não quis um presidente "Bolsonaro" e não quer ajuste fiscal Agora, a dúvida é: o povo vai aceitar inflação ou mais impostos? Não sei o que é pior nessa história.
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'NÃO VOU PASSAR RAIVA SOZINHA' 🗣️ Quem vai pagar a conta de todas as promessas feitas nas últimas semanas? No programa desta semana, a @DuquesaDetax afirma que o maior desafio do presidente eleito será arrumar espaço para cumprir todas as promessas. 🔗 Assista completo → x.gd/Ocwf4
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Um dia após a eleição, quero deixar aqui a minha visão para o Brasil nos próximos anos. Espero que ajude na formatação dos planos financeiros. Final de 2026 - após os mercados castigarem bastante o dólar e juros futuro, Lula dirá que respeitará as contas do governo e pode ser que alguns players do mercado acreditem na mentira. Tal movimento pode causar algum alívio de curto prazo, mas os ativos já estarão negociando em novo patamar (dólar acima de R$5,50 e juros futuro acima de ~14%). 2027 - o peso de se realizar ajuste fiscal aumentará e o mercado começa a perceber que o governo não consegue entregar as promessas de ajuste. Aumento dos impostos acontecerão, em especial para investimentos e remessas ao exterior. Controle de capitais aumentam na tentativa de domar o dólar e a inflação. Quem não tirou o $$$ do Brasil até 2026, encontrará dificuldades em 2027. Recessão bate à porta e desemprego começa a aumentar. Dólar a ~R$7 e juros futuro acima de 15%. Lula bota a culpa no avanço da IA pelas tragédias econômicas. Dívida do governo sobre PIB fica perto dos 100%. 2028 - após recessão de 2027, o ano de 2028 aponta para uma das maiores recessões da história do Brasil e Lula dobra a aposta no embate contra IA. Pessoas começam a tomar as ruas pedindo a saída de Lula. Dólar passa dos R$8 e inflação (oficial) bate os 2 dígitos, a inflação real já roda acima dos 2 dígitos há algum tempo. Governo institui inúmeras formas de controle de capitais na tentativa de conter os fluxos. Nada funciona, obviamente. Taxa de desemprego termina o ano perto de 10%. 2029 - Lula alega doença e se afasta da Presidência. Alckmin assume e promete um governo similar ao de Temer, voltando com o Teto de Gastos e derrubando os controles de capitais instituídos nos anos anteriores. Ibovespa que havia voltado aos 100k pontos em 2028 volta a subir fortemente. Capital produtivo volta a olhar para o Brasil. Dólar volta a cair e juros futuro também. Futuramente tento aprofundar mais. Acho que em linhas gerais está compreensível o que pode vir. Estaremos juntos. Momento é de se proteger.
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A realidade é que o PT está no governo. Sem querer advinhar o futuro, resta avaliar quais são os possíveis caminhos do país no próximo governo e para o Brasil. Realidade atual: dívida pública está numa trajetória insustentável. Temos ainda outros agravantes sobre a situação fiscal que tornam a saída ainda mais difícil pra esse governo reeleito. Tesouro pra se financiar agora vai ter que pagar 14-15% a.a. Sobre uma divida de 82.5% do PIB. Isso da uma despesa de juros de 12% do PIB. Quanto cresce o PIB nominal? Em situação normal, 2% de crescimento com 4.5 de inflação, PIB cresce 6.5% nominal. Relação Dívida PIB fica 82.5 x 1.12 / 1.065 =86.761 86.7% Mas nesse momento todas empresas estão refazendo seu orçamento pra 2027. Duas coisas estão acontecendo: corte de investimento e corte de despesas, parte em mão de obra. A economia já estava desacelerando. Agora ela vai frear. PIB vai ser negativo. Inflação com ajustes de combustíveis e dólar, vai ficar em 5.5% (com sorte) e PIB cai 1% (tomara) e PIB nominal cresce 4.5%. Com isso a conta fica 82.5 x 1.12/ 1.045 já piora pra 88.4%. Não preciso extender esse raciocínio pra mais 3 anos pra saber que algo vai ser diferente antes disso. O que pode ser diferente? Opção 1: fazer um ajuste fiscal suficiente pra estabilizar a divida. Na situação atual, se o governo fizer um corte de R$ 300 bilhões (SP 2.2% do PIB) que parece absurdamente alto pra um governo do PT poderíamos ver as taxas de juros caindo pra 11% (9% do PIB) mas um PIB recuando ainda mais, o que reduz o superávit primário pra algo como 1.5% do PIB. Nesse cenário otimista, teríamos um inflação de 4% e um PIB nominal crescendo 2%. O resultado seria 82.5 x 1.09/ 1,02- 1.5 (SP) ou uma divida de 86.5%. Isso ainda seria insuficiente. O déficit do governo cresceu com receitas crescendo 10% real. O ajuste precisa ser maior. Opção 2: reduzir a taxa de juros reais de 10% pra 4% via inflação maior. Nesse caso bastaria cumprir o orçamento de déficit zerado indicar 4 diretores do BC com perfil Zanin e Dino e reduzir as taxas de juros. Inflação vai pra 9%, PIB cresce 1.5%, juros ficam em 11%. Aí temos 82.5 x 1.11/ 1.105. Pronto: a dívida se estabiliza. Esse é o modelo Turquia, Argentina… O que vão tentar no primeiro ano? Um ajuste modesto pra narrativa e achar que mercado vai acreditar. A inflação vai ser mais alta, os juros mais altos, o PIB vai continuar desacelerando e a dívida ainda cresce e o problema fica maior pro ano seguinte. Lula disse: Agora vamos colher o que plantamos. Isso foi em 2025. Ele estava certo. Ele não tem hoje a inflação na meta. Não tem superávit primário. Tem uma dívida mais alta e muito mais cara. Tem um setor privado muito endividado. E duvido que tenha vontade de fazer o que é necessário. Mas as alternativas são essas.
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Conforme prometido, segue o ranking atualizado. Parabéns a Vox e a Futura/Apex. @FuturaPesquisa @JLSOrrico @paulaorrico
Replying to @Jotinha
E para o 2T, será considerar a mesma métrica com peso 0,5!
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Sabe quem teria vencido no primeiro turno? sim, ele mesmo
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estadao.com.br/politica/serg… Janones coloca 5% da população brasileira em um grupo de Whatsapp e reelege Lula Quase 3 milhões de eleitores a mais foram às urnas no segundo turno. Esse saldo ajuda a compreender a reeleição de Lula e o papel de André Janones em uma campanha que encontrou no WhatsApp uma forma de recuperar a disposição de seus apoiadores. Ao reunir mais de 10 milhões de seguidores, uma audiência equivalente a quase 5% da população brasileira, o deputado organizou uma mobilização que mudou a história das eleições presidenciais. A abstenção caiu de 21,08% para 19,2%, um feito inédito, que parecia quase impossível. Desde a redemocratização, o comparecimento só havia aumentado entre os dois turnos presidenciais uma vez, em 2022. Naquela ocasião, o avanço foi de 0,36 ponto percentual. Agora, chegou a 1,88 ponto, cinco vezes mais. Era o único caminho possível para Lula chegar ao quarto mandato. O outro seria virar votos do seu opositor, perante uma disputa onde o voto estava mais do que cristalizado. Durante décadas, as campanhas chegaram à votação no segundo turno sabendo que parte dos eleitores ficaria pelo caminho. Candidatos a deputado deixavam de mobilizar suas bases, grande parte das disputas estaduais já estavam resolvidas e uma parcela da população simplesmente não voltava para votar. Alterar esse comportamento exigia alcançar pessoas para quem a escolha do presidente, embora importante, não era suficiente para garantir a ida à urna. Janones atuou sobre essa distância entre ter um candidato e não deixar de comparecer às urnas. E foi além, fazendo com que os apoiadores assumissem o resultado da eleição como uma responsabilidade pessoal e a busca por mais votos como uma tarefa de cada um. O canal "Exército do Lula" deu aos apoiadores uma função cotidiana. Havia convocações e metas. A eleição passou a ocupar o telefone celular com uma frequência e uma proximidade que a propaganda convencional dificilmente conseguiria reproduzir. E, mais do que impor narrativas de redes, também fez as pessoas irem às ruas, com manifestações que lotaram as principais avenidas e praças do Brasil. Finalizada a apuração, o Exército de Lula seguirá ativo, com capacidade de mobilizar milhões de pessoas, pressionar adversários e influenciar o debate público. Essa força acompanhará o próximo mandato e também exigirá responsabilidade. O país que sai das urnas continua dividido, com uma parcela expressiva da população que rejeita o presidente e o projeto político que ele representa. Lula terá de administrar o Brasil e buscar a reunificação, construindo condições para que brasileiros em campos opostos reconheçam um futuro comum. Seu quarto mandato será também uma transição para uma nova era política, que começará a se definir no próximo pleito, quando ele não estará mais na disputa. A mobilização que ajudou a reelegê-lo mostrou sua força e agora o desafio agora será preparar o país para o futuro, menos polarizado e com eleitores mais atentos e mais ativos.
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[Lula cresceu em todos os estados] Lula venceu porque cresceu em TODOS os estados do Brasil. No 1º turno, Flávio liderou com 47,0% contra 45,2%. No 2º turno, Lula virou e venceu com 51,8% contra 48,2%. Entre os turnos, Lula ganhou 10,3 milhões de votos. Flávio ganhou 3,7 milhões. Lula ficou com 74% dos votos novos. Lula não perdeu votos em nenhum estado. Flávio perdeu em 6: AC, AP, RR, AM, TO e MA. O Sudeste decidiu a eleição de novo. Lá, Lula ganhou 4,8 milhões de votos. Só em SP, foram 2,6 milhões a mais (+27,5%). O Nordeste deu mais 3 milhões de votos a Lula. Flávio ganhou só 400 mil na região. A abstenção caiu 1,9 p.p. no país e recuou em 19 estados. No Norte, ela subiu nos 7 estados. Lula é um animal eleitoral. Ele venceu o plebiscito sobre o próprio governo com discurso de oposição. Usou a campanha do medo e prometeu o que o eleitor mais gosta: mais gasto público ou populismo. A vitória vai além do Planalto. Lula vai indicar 4 novos ministros do STF no mandato. E a eleição valida quem já ocupa as cadeiras hoje. O Congresso segue como contrapeso a possíveis exageros do governo. Porém sucetíveis as pressões do judiciário. O mercado vai olhar com cuidado os 2 diretores do BC que Lula indica agora. Depois, vai olhar os outros 2, em fevereiro de 2027. O termômetro das decisões vai ser juros e dólar. O Ibovespa volta para o limbo e deve ficar lá pelos próximos 3 anos. Fica uma conclusão. Lula não será candidato em 2030, e uma das colunas da polarização vai sair de cena. O bolsonarismo segue relevante para apoiar um nome competitivo. Mas a direita precisa debater melhor as alternativas para o próximo ciclo. Deus nos abençoe até lá.
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Lula reeleito presidente 2026. Parabéns e que Deus o abençoe.
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PROJEÇÃO DA JANELA: LULA REELEITO PRESIDENTE DO BRASIL
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[Democracia Seletiva] A democracia se resume a uma ideologia. Um ministro, ex-advogado de defesa de Lula, do STF deu uma liminar monocromática atendendo a um pedido da coligação do Lula estendendo a votação para até às 19h. Se fossem os Bolsonaros isso aqui estaria uma choradeira e toda a mídia estaria falando em “gorpe”. Tanto o PT quanto o PL pediram extensão da votação. Parece piada, mas é Brasil. Fiquem tranquilos, pode estender até a meia-noite que o resultado dificilmente mudará.
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Resolvido com coerência: Nas seções encerradas às 17h, segundo Zanin, os votos serão computados e totalizados normalmente. Nem o despacho do ministro nem a orientação do TSE preveem a reabertura de urnas já fechadas. Leia mais ➡️ click.r7.com/vzbQzm
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Fiz uma enquete na minha comunidade do WhatsApp e o recado foi bem claro: 98% dos 110 participantes acreditam na vitória do Flávio, a maioria por uma margem de 2 a 4 pontos. As pesquisas vão na mesma direção, mas com mais cautela. A média dos institutos dá Flávio 51,1% x 48,9% Lula nos votos válidos, e 18 de 19 colocam o Flávio na frente, quase sempre dentro da margem de erro. A comunidade está um pouco mais otimista do que os números. Hoje à noite a gente descobre quem acertou. (A enquete não tem valor estatístico.)
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Querem estar informados na apuração? Com 20% das urnas apuradas esses 2 sites saberão quem vai vencer. Esses são os 2 sites que eu deixarei abertos e atualizando a apuração: seuimposto.com e o planopolitico.com.br/modelos…
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Hoje o Brasil decide o 2º turno. Lula ou Flávio? Às 17h, vou estar ao vivo no Market Makers. Vamos acompanhar a apuração parcial por parcial. Vamos analisar o efeito do resultado na economia, na bolsa e no seu dinheiro. Vão estar comigo @_salomoney, @_leopoldorosa, @omatheusspiess, @wmacielneto e Maurício Moura. Assista no YouTube do Market Makers: youtube.com/@mmakers
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HOJE ÀS 17h00: Cobertura do 2º turno das eleições do Market Makers com: - Matheus Spiess - ⁠José Dezene - ⁠Mauricio Moura - ⁠Walter Maciel Apresentação: Thiago Salomão e Leopoldo Rosa Parceria/Cobertura: Money Times Seu Dinheiro Daily Journal youtube.com/live/RHx04hANb2s…
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⚠️ Prévia não oficial do exterior às 16h15. Os boletins publicados cobrem 775 das 1.351 seções. Agora 53 países estão completos. 2º turno: Lula tem 134.165 votos (66,7%) e Flávio tem 66.961 (33,3%). 1º turno, mesmos países: Lula teve 60,0%, Flávio 31,0% e os outros 9,0%. Transferência (base 100): Lula fica com 70,0% e Flávio com 30,0%. Comparecimento: 22.466 eleitores a mais. A abstenção ajustada caiu 4,8 pontos, para 55,7%. O 2º turno quase repete 2022: Lula tem 66,7%. Em 2022, teve 66,4%. A diferença está nos votos novos. Em 2022, Bolsonaro levou 52% deles. Em 2026, Lula leva 70%. A abstenção caiu 4,8 pontos. Em 2022, caiu 0,2. Prévia não oficial, com boletins de urna das 16h15.
⚠️ Prévia não oficial do exterior às 15h09. Os boletins publicados cobrem 521 das 1.351 seções. Agora 50 países estão completos. Os novos são Alemanha, Irlanda, Marrocos, Romênia e Senegal. 2º turno: Lula tem 88.007 votos (59,3%) e Flávio tem 60.405 (40,7%). 1º turno, mesmos países: Lula teve 52,4% e Flávio 37,5%. Transferência (base 100): Lula fica com 63,7% e Flávio com 36,3%. Comparecimento: 12.515 eleitores a mais. A abstenção ajustada caiu 3,7 pontos, para 54,6%. Os EUA ainda não entraram na conta.
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