Indie android dev. If you're a musician, try my app Hestia Tuner. My game Phosphor Archive is in open test and in need of feedback.

Minas Gerais
Joined December 2014
Mal terminaram as eleições já começaram a mostrar as garrinhas e falar de tratar oposição como sub humano.
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Some people just can't understand that it's a horror movie.
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Teach Black children their history? ABSOLUTELY! But teach them ALL of it, not some carefully curated historical narrative designed to leave them perpetually angry, resentful, and convinced that their future is imprisoned by their ancestors’ past. You want to teach them about slavery? EXCELLENT! Then let’s teach them about the African kingdoms and merchants who captured, enslaved, and sold other Africans. Let’s discuss the Kingdom of Dahomey, the Asante Empire, and the role African intermediaries played in the transatlantic slave trade. Let’s teach them about the Arab slave trades, which operated across centuries, and the indigenous systems of servitude that existed in Africa before Europeans arrived. And absolutely teach them about European colonialism, the Atlantic slave trade, the barbarity of plantation slavery, and the laws that systematically deprived Black Americans of their liberty. But don’t you dare selectively edit history to manufacture an eternal racial grievance. Let’s teach Black children about Frederick Douglass, Harriet Tubman, Booker T. Washington, George Washington Carver, and the extraordinary accomplishments of Black Americans who refused to let oppression define the boundaries of their existence. Let’s teach them that African history did not begin with slavery and that Black American history did not end with emancipation. Let’s teach them about African civilizations, scientific achievements, entrepreneurship, intellectual independence, family formation, and the extraordinary resilience of our ancestors. And while we’re examining historical culpability, let’s examine the American political institutions that defended slavery, enacted Jim Crow laws, and resisted civil rights. Let’s name the politicians, examine their party affiliations, and acknowledge how those parties and their coalitions changed over time. No selective amnesia for anybody. Here’s where I fundamentally disagree with you. You appear more interested in teaching Black children whom to resent than teaching them what they can accomplish. My ancestors endured extraordinary suffering. Their suffering deserves historical accuracy, reverence, and remembrance. It does not require me to surrender my intellectual independence or teach my children that their destiny is controlled by people who lived centuries before them. History should produce knowledge, not inherited animosity. Teach the entire historical record, including the uncomfortable chapters that contradict your preferred narrative. Because a child who knows only the atrocities committed against his ancestors knows only a fraction of his ancestry. And that is an egregious intellectual disservice. I will teach my children what happened to their ancestors. But I will also teach them who their ancestors WERE before captivity, what they accomplished afterward, and what they themselves are capable of becoming. My God did not create my children to spend their lives shackled to the grievances of yesterday. Teach history. Don’t manufacture helplessness. #AStoneGroove #SilentMajoritySpeaks
Normalize teaching your children about the twin evils of slavery and colonization. Teach them who enslaved our ancestors, who colonized our lands, who stole our resources, and how their wealth was built on our suffering. Black children must know their history — a history written in sweat, tears and blood. Never let them forget it.
Readers added context they thought people might want to know
Most captives sold into the transatlantic trade were provided by African kingdoms and traders to European buyers. The longer Arab trade enslaved comparable numbers. Modern slavery continues in parts of Africa. slavevoyages.org britannica.com/topic/transatl… walkfree.org/global-slavery…
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Just uploaded the desktop version of my lil game to @itchio mothblank.itch.io/phosphor-a…
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A fish doesn’t know land. Doesn’t make grass niche
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A track I made for Phosphor Archive, my upcoming retro space game. I wanted it to sound like something half-remembered from an old sci-fi game you played years ago. I'm still chasing that nostalgic sound for the other tracks. youtube.com/watch?v=unehYdep…
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As I do every year on this day, I make myself re-read this and sit with it for as long as I can. And remember. One of the greatest pieces of writing, on any subject, ever. The Falling Man by Tom Junod esquire.com/news-politics/a4…
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This is good. If you're a gay, noone cares, shut the fuck up. If you're homophobic, noone cares, shut the fuck up.
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Ótima leitura.
Pra entender a eleição de uma figura como o Zema em Minas Gerais, vocês precisam olhar menos para ele e mais para o que existia em alternativa a ele. Minas Gerais pré-Zema era governada pelo Fernando Pimentel (PT), eleito em 2014. Antes disso, Minas passou por 12 anos de PSDB (8 de Aécio e 4 de Anastasia). Minas Gerais já estava em uma situação fiscal extremamente complicada quando Fernando Pimentel assumiu, em 2015. O estado já acumulava déficits, tinha uma estrutura de gastos rígida e carregava problemas que começaram no século passado. Como tudo que já está ruim, é claro que dava pra piorar. Durante os quatro anos de mandato do Pimentel, Minas Gerais registrou resultado orçamentário negativo todos os anos: R$ 8,96 bilhões de déficit em 2015, R$ 4,17 bilhões em 2016, R$ 9,77 bilhões em 2017 e R$ 10,76 bilhões em 2018. Pimentel assumiu um estado deficitário, mas terminou o mandato com um déficit ainda gigantesco, sem que os quatro anos tenham produzido uma reversão consistente dessa trajetória. Em 2017, Minas acumulava mais de R$ 21 bilhões em restos a pagar, enquanto a disponibilidade de caixa líquida, já descontada a inscrição dos restos a pagar não processados, era negativa em cerca de R$ 15,8 bilhões. Traduzindo, o governo tinha uma quantidade enorme de despesas para pagar e não tinha caixa suficiente para honrá-las, o que ajuda a explicar uma das marcas mais características daquele período: o estado funcionando permanentemente no limite, atrasando pagamentos e empurrando despesas para frente. Em 2015, por exemplo, a despesa total com pessoal correspondia a 57,32% da Receita Corrente Líquida, e em 2018 chegou a 76,48%, quase 20 pontos percentuais de aumento em quatro anos, contra um limite de 60% estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Minas terminou o governo Pimentel gastando com pessoal uma parcela da receita muito superior ao limite fixado pela legislação fiscal, o que não é uma leitura ideológica sobre o governo, é um número. Há ainda a questão dos mínimos constitucionais. Em 2017, o Ministério Público de Contas apontou que Minas teria aplicado 22,47% em educação, ante os 25% previstos na Constituição, e 7,71% em saúde, ante os 12% exigidos, e chegou a recomendar a rejeição das contas daquele ano. O Tribunal de Contas depois aprovou as contas com ressalvas, então convém não transformar o parecer do Ministério Público de Contas numa decisão definitiva, mas o episódio mostra a dimensão das dificuldades fiscais enfrentadas pelo governo. Um dos maiores problemas é que a irresponsabilidade fiscal saiu dos jornais e foi (muito) sentida pela população. Entre 2015 e 2017, inúmeras escolas estaduais ficaram em greve. Em vários casos, os alunos passaram 8/9 meses em casa, porque o Governo Pimentel simplesmente não pagava o salário dos professores (e, quando eles protestavam, era cavalaria e gás de pimenta pra cima de professora idosa). O problema de greve estudantil é que ela atinge todo mundo: os professores ficaram furiosos, os pais ficaram muito irritados porque os filhos passavam o dia inteiro em casa (o que atrapalhava o ritmo de vida e a logística deles, que precisavam trabalhar) e, além disso, os próprios alunos do ensino médio, que foram mais afetados e estavam justamente na faixa de 16-18 anos e começariam a votar bem na época, estavam extremamente insatisfeitos. Fora isso, o Pimentel cometeu um erro crasso de alinhamento automático ideológico. Minas Gerais sempre foi e vinha sendo ainda mais, desde Aécio, um Estado que buscava autonomia frente à União. Durante mais de uma década Minas negociada comércio, finanças e parcerias com o exterior de forma muito independente, porque a cartilha era a de buscar diferentes soluções em uma malha diversa de atores colaboradores. Não coincidentemente, nessa época o governo mineiro impulsionou iniciativa de Relações Internacionais com Governos Descentralizados (outros estados, distritos, cidades e fóruns internacionais), buscando fugir da dependência no Governo Federal brasileiro. Na época que Pimentel (PT) assumiu MG, Dilma (PT) estava como Presidente do Brasil. O governo de MG se alinhou ideologicamente de forma quase automática do Governo Federal, o que acabou com esse plano de autonomia, desmanchou redes de cooperação e desmontou iniciativas que começavam a se institucionalizar porque, de forma geral. Quem lembra da gloriosa Nova Matriz Econômica da Dilma? Quem lembra das baixas taxas de juros, incentivo de linhas de crédito/empréstimo via BNDES? Aí, Minas Gerais, que já estava ruim, piorou astronomicamente. E não possuíamos mais a capacidade de buscar soluções fora do território brasileiro, como antes fazíamos, porque a área internacional do Estado foi sucateada em prol de maior proximidade com a União. Foi assim que Minas Gerais adquiriu uma dívida de R$ 205,95 bilhões, sendo que R$ 182,15 bilhões, ou 88,4%, correspondem a dívidas com a União. Pra melhorar o entornamento da caldo, em 2015 a Barragem do Fundão rompeu em Mariana, no subdistrito de Bento Rodrigues. A responsável? A VALE do Rio Doce, através da Samarco. Sabe o que o Pimentel, bastião das esquerda petista fez? Sancionou, menos de 1 ano depois, a lei 2.946/2015, que flexibilizou consideravelmente o licenciamento ambiental em MG. Na época, várias pessoas estavam sem água (por causa dos detritos da mineração que foram espalhados pelo rompimento), a Vale passava por escrutínio público e os movimentos sociais ambientais estavam em fúria. O Pimentel conseguiu irritar absolutamente todo mundo, de todos os setores possíveis. O imaginário mineiro ficou tão contaminado por ódio desse senhor que, dois anos depois, quando o Zema apareceu, ele nem precisou se esforçar. Todo mundo em MG conhece as lojas Zema. O nome dele não era manchado, ele não tinha nenhum grande escândalo e a ideia de "uma pessoa que já é milionária e não precisa disso" vendeu bem (na mesma vibe do Collor). Sobre a reeleição: o Zema (e a equipe dele) entenderam bem rápido que em MG, se você agrada o interior, você é eleito. A primeira coisa que ele fez quando assumiu foi pagar o salário dos funcionários públicos, principalmente dos funcionários da educação. Com descontos, sim, mas em dia. Além disso, ele saiu reformando escola estadual e posto de saúde a rodo em cidade do interior. Quadra coberta, mesas novas, laboratório novo, biblioteca... Raridade foi ver cidade que não recebeu pelo menos uma escola estadual super equipada. Ele aumentou a dívida, mas jorrou dinheiro de forma populista no que dá voto (diferente do Pimentel, que aumentou a dívida com medida impopular). Não teve greve, não teve atraso salarial substancial. Além disso, o adversário dele em 2022 foi o Kalil. Como eu já falei aqui: BH é nóis, mas BH não é Minas Gerais. Fora de BH, ninguém gosta do Kalil (e em BH também não). Ele é o ex-presidente do Galo que berra bobagem por aí e a atuação dele na pandemia em BH não foi suficiente pra bater de frente com salário em dia, escola reformada e postinho de interior aberto. A eleição (e reeleição) do Zema foi menos mérito dele e mais skill issue dos adversários.
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Nada que a geração Z brasileira não esteja acostumada 🇧🇷 > assistiu o 7x1 criança > sempre ve o neymar ser o mais decisivo embora sabotado por um elenco frouxo > a cada 4 anos ve uma eliminação mais vergonhosa do que a ultima > cada vez perdendo pra seleções piores > assiste jogadores fracos, cagões, midiaticos e mimados estragando tudo sempre > e ainda tem que aguentar o amaldiçoado do lula como presidente DESDE O SEU NASCIMENTO cacete que fase mórbida mané
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Esse é o melhor vídeo da história
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Se eu fecho os olhos...
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A respeito da lei Felca e as recorrentes medidas implementadas nas redes sociais, como a exigência de comprovação de idade (apresentação de documento) e proibição de usuários menores de idade para alguns jogos, Rui Costa Pimenta comenta na análise de 3ª: "Essa legislação é obviamente policialesca e totalitária. Devemos deixar claro que não é só o jovem que é vítima da lei, que vai sofrer. Todo mundo está sendo vigiado. Porque se você não é jovem, você vai ter que apresentar carteira de identidade, quer dizer, tem um controle policial da população de conjunto. Um dos objetivos da criação dessa lei, a gente viu isso muito claramente na Inglaterra, onde não existe RG, era introduzir o RG, ou seja, um controle extra-internet. Muita gente pode achar um pouco extravagante essa colocação , mas ela não é não. Esse negócio de você ter toda a população fichada, documentada, é uma coisa antidemocrática. No Brasil ninguém vê assim porque todo mundo está acostumado , dede pequeno, a ter o seu registro geral, RG. Então parece uma coisa normal, mas os países mais democráticos não têm esse tipo de controle. É um controle da populção pela polícia. A juventude logicamente vai sofrer muito com isso. Dá pra ver pelo cancelamento dos jogos, mas os jogos são a cereja do bolo. O problema maior é o acesso à informação pelas redes sociais. A única coisa que podemos dizer é que vai entrar em jogo a criatividade para burlar o sistema. Eu tenho certeza que vão achar meios de burlar o sistema. Eu acho que a juventude deveria protestar contra isso. Aqui pode acontecer um fenômeno oposto do que os que fizeram a lei pensaram, pode haver uma politização da juventude pela proibição. Porque eles querem evitar a politização da juventude pela proibição do acesso à informação. Que é uma lei profundamente antidemocrática, não há dúvida. Não adianta o pessoal vir com essa conversa mole, porque nós sabemos que isso é um pretexto. Até porque ninguém protege juventude nenhuma, a juventude está aí jogada no lixo no Brasil."
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Introducing Texel Splatting: Perspective-Stable 3D Pixel Art open source paper+code Most 3D pixel art techniques (e.g. t3ssel8r, ProPixelizer) snap pixels to a screen grid, which only works with an orthographic camera Texel splatting solves this for perspective cameras: first,
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cw: suicide when my dad ended his life three years ago, my mom put all his stuff in boxes and rented a storage unit. we haven’t been there since and i went there today and i realized all the unfinished things suicide leaves behind. the boxes were full of his clothes, but-
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