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Joined May 2021
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Carta Aberta ao Presidente do Chega, André Ventura Caro André Ventura, Começo por manifestar a minha total solidariedade contigo e com o partido. Parabéns pela forma como tens colocado no seu devido lugar os activistas travestidos de jornalistas, expondo a sua militância disfarçada de isenção. Parabéns também pelos resultados que o Chega alcançou em apenas sete anos: passou de partido emergente a uma força política que surge em primeiro lugar (ou em empate técnico no topo) em várias sondagens recentes. Este sucesso reflecte o mérito de uma oposição clara, sem complexos, que aborda os problemas reais dos portugueses. Posto isto, foi com preocupação que tomei conhecimento da disposição do partido em viabilizar ou negociar com o PS medidas na área da habitação. O PS foi o principal responsável pelo estado a que a habitação chegou em Portugal: permitiu a entrada descontrolada de mais de um milhão e seiscentas mil pessoas (com cerca de 1,58 a 1,6 milhões de estrangeiros residentes no final de 2025, segundo a AIMA e o INE), o que pressionou brutalmente a procura. Além disso, as políticas socialistas e bloquistas de décadas desincentivaram a oferta, burocratizaram a construção e protegeram interesses ideológicos em vez de resolver o problema. O desplante da esquerda radical atinge o auge nestas manifestações. Foram precisamente estes partidos que, durante a Geringonça, asfixiaram o mercado imobiliário com medidas absurdas, como o Adicional ao IMI — o famoso “imposto Mortágua” — que afugentou investidores e reduziu a oferta de casas, ou o bizarro agravamento fiscal sobre as habitações com melhor exposição solar. A lógica económica elementar confirma que o aumento desses custos fiscais sobre a propriedade foi directamente reflectido no valor final das rendas. Hoje, os mesmos rostos que asfixiaram os senhorios e inflacionaram os preços vêm para a rua arregimentar militantes e protestar contra quem está agora ao leme da nação. É de um cinismo sem precedentes: agem exactamente como quem nos parte as pernas e, logo a seguir, organiza uma vaquinha paga por todos (incluindo pelas próprias vítimas) para nos vender as muletas. Como militante, gostaria de ver o CHEGA a apresentar medidas que aumentem efectivamente a oferta de habitação e reduzam os preços, mas nunca a votar ao lado daqueles que provocaram o caos actual. O modelo socialista e comunista de rendas controladas — baseado em tectos fiscais, congelamentos e protecções excessivas — não funciona. Já vivemos essa experiência em Portugal, especialmente no pós-PREC e nas décadas seguintes. As rendas congeladas (muitas anteriores a 1990, algumas com valores ridículos de 20 ou 30 euros) impediram os proprietários de manter os imóveis, provocaram a degradação progressiva dos centros históricos de Lisboa, do Porto e de outras cidades, e criaram um mercado dual profundamente injusto. Hoje, estas rendas ainda representam uma fatia significativa do mercado, gerando perdas anuais elevadas para os senhorios e deixando edifícios a deteriorar-se, pois os valores recebidos não cobrem sequer a manutenção básica. Como bem alertam as análises no Observador (nomeadamente no programa Contra-Corrente sobre as propostas dos acampados), e como têm sublinhado Camilo Lourenço e outros comentadores, os estímulos artificiais à procura sem o aumento da oferta, combinados com a asfixia burocrática, fazem os preços disparar. A história europeia e portuguesa confirma que o controlo de preços gera filas, mercado negro, degradação do edificado e, no final, menos casas disponíveis, e não mais. A melhor solução para baixar os preços passa por reduzir a pressão da procura — travando a entrada descontrolada de fluxos migratórios — e por aumentar drasticamente a oferta. Isto exige desburocratizar a construção (revendo licenças, prazos e regulamentos excessivos), facilitar a reabilitação urbana e promover tipologias de construção mais baratas e rápidas, como as casas pré-fabricadas ou industrializadas, em terrenos disponíveis e sob regras claras. O caminho certo faz-se com medidas fiscais que incentivem a oferta privada, rejeitando a intervenção estatal ou as protecções ideológicas que assustam os proprietários. O que mais me custou ouvir na resposta aos manifestantes é o facto de muitas destas manifestações e acampadas servirem para tudo menos para defender a habitação concreta. Falam de “Assembleias Populares” (que alguns consideram mais legítimas do que as decisões da Assembleia da República), exigem o fim do capitalismo, promovem a destruição da propriedade privada e do património, exibem bandeiras da Palestina com referências ao 7 de Outubro, destilam discursos anti-Israel e apelam à “revolução”. Há relatos claros de desobediência às autoridades, tensões provocadas e ataques à lei, à ordem e às forças de segurança, numa amálgama ideológica de esquerda radical associada a movimentos que visam desestabilizar a Europa. Estes elementos vão muito além da legítima procura de casa. Uma resposta séria à crise da habitação nunca poderá passar por dar força ou razão a quem se manifesta sob a liderança de organizações que querem destruir a Europa e a propriedade privada. Contra insurrectos e agendas anti-sistema, a resposta não pode ser mais socialismo, mais controlos ou cedências que legitimem tais posições. O Chega deve manter a coerência: focar-se em soluções de oferta, no controlo migratório, no respeito pela propriedade e pela ordem, rejeitando categoricamente o modelo que já falhou. Como se concluiu de forma certeira no Observador: impor um tecto às rendas seria a forma mais eficaz de destruir as nossas cidades. Conto contigo para que o partido continue a ser a voz daqueles que querem um Portugal que funcione, e não um repetidor das mesmas receitas falhadas. Com os melhores cumprimentos e total solidariedade, Maria Helena Costa Militante do Chega Deputada Municipal
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☭💣🌈🚩 Na praça, 2 dúzias e meia de revolucionários, mais coisa menos coisa, munidos de tendas Queshua e telemóveis de última geração (não se pode dizer iPhones que eles ficam todos ofendidos) determinados a combater o capitalismo para termos todos mais casas, preparavam-se para uma noite histórica de resistência antifacho. A autorização para a manifestação tinha acabado às 00h30, mas o Martim, estudante de ciências políticas e profundo conhecedor dos mecanismos de opressão das democracias ocidentais, declarou unilateralmente a praça território autónomo, livre da especulação imobiliária, da propriedade privada e, naturalmente, do cumprimento de qualquer ordem vinda da PSP. Estava proclamada a República Popular da Acampada! 🚩 A primeira Assembleia Popular teve início pouco depois. O entusiasmo era enorme, até entre a piolhagem. Há muito que os jovens reclamavam o direito à habitação, preferencialmente no centro de Lisboa, junto aos bares da 24 de Julho, com varanda, vista desafogada, quiçá, um rooftop burguês, e claro, com transportes gratuitos à porta, leia-se, Ubers e Bolts, que o bus é só para os imigrantes coloridos. Sempre com eles, nunca no meio deles, é sabido, e é de resto lei. ➡️➡️Ora após 2 horas de intenso debate democrático, foram aprovadas, por unanimidade, as primeiras resoluções. Mais habitação pública, rendas acessíveis, melhores salários, mais médicos, saúde gratuita, fim da especulação imobiliária, nacionalização das casas vazias e cumprimento imediato da Constituição. A Carlota sugeriu ainda a gratuitidade dos festivais de verão, mas a proposta ficou para discussão na Assembleia seguinte, por manifesta falta de tempo. Nisto, o Pedrinho, de 38 anos, propôs que o Estado disponibilizasse um apartamento a cada manifestante, independentemente dos rendimentos do trabalho, até porque ele próprio não tinha nenhum acumulado desde que nasceu, nem A, nem B, C, ou outro, e desde que o beneficiário apresentasse um comprovativo de participação em pelo menos 3 manifs contra o fascismo. A proposta foi aprovada por aclamação. Unanimidade! Mas entretanto, começaram a ecoar vozes de discórdia. ⚠️O Martim e mais 2 companheiros consideravam a praça demasiado exposta às correntes de ar. A Carlota e as amigas queixavam-se da ausência de instalações sanitárias adequadas, porque uma revolucionária tem direito também à dignidade, sobretudo depois de beber 7 a 8 mines. No canto norte da acampada, entre 10 a 15 jovens conspiravam contra a organização por não lhes ter sido assegurado pequeno-almoço, almoço, jantar e serviço de limpeza das tendas. Indecente! O Pedrinho, esse, ligou à mãe para perguntar se lhe podia trazer umas almôndegas e o pijama engomado, pois já estava há quase 18 horas sem uma refeição caseira, e como esta rapaziada bem sabe, não há nada melhor do que a comidinha da mamã. A mãezinha, naturalmente preocupada, perguntou-lhe se não seria preferível regressar a casa. O Pedrinho recusou logo liminarmente. Estava em curso uma revolução e havia princípios dos quais não podia abdicar, pesembora os seus 33 anos. Entretanto, uma nova Assembleia Popular decidiu responsabilizar o Montenegro pela ausência de água quente nas tendas. A moção foi aprovada por 29 votos a favor e uma abstenção, de um jovem que está à vários meses em abstinência higiénica. Os 30 jovens exigiram ainda que o governo disponibilizasse eletricidade, aquecimento, colchões ortopédicos e uma ligação Wi-Fi de alta velocidade. A PSP apareceu para recordar que a autorização tinha terminado. ➡️➡️O Martim, num gesto de extraordinária coragem revolucionária, aproximou-se dos agentes e explicou-lhes que a Constituição consagra o direito à manifestação e à habitação, pelo que as tendas eram agora habitações e qualquer intervenção policial constituiria uma violação simultânea de dois direitos fundamentais. Um brilhante exercício de jurisprudência popular que deixou toda a acampada em êxtase! O agente explicou-lhe, com uma paciência verdadeiramente franciscana, que a Constituição não transformava uma tenda Quechua num imóvel urbano, nem uma praça pública num empreendimento habitacional. A Carlota começou imediatamente a gritar fascismo. A PSP manteve a ordem para desocuparem o espaço. ⚠️Perante tamanho atentado à democracia, os jovens decidiram resistir pacificamente, o que consistia em desobedecer às autoridades, insultar os agentes e oferecer resistência suficiente para assegurar umas fotografias de grande impacto nas redes sociais. O Martim, que conhecia bem o funcionamento da comunicação social, pediu aos companheiros que filmassem tudo na vertical, para facilitar a publicação no Instagram. O entusiasmo era enorme. Entretanto, aproximavam-se as 3 da manhã e começaram a surgir problemas de natureza logística. ⚠️A Carlota recebeu uma mensagem do pai a informar que no dia seguinte precisava do BMW para ir trabalhar. O Martim tinha uma consulta no dentista às 10h30. E o Pedrinho estava preocupado porque a mãe ainda não lhe tinha preparado a marmita para o dia seguinte. Pouco depois, 29 dos 30 revolucionários deliberaram suspender temporariamente a revolução e regressar às respetivas residências familiares para descansar, tomar um banho quente e recuperar energias para a continuação da luta. As tendas, naturalmente, permaneceriam na praça, como símbolo inabalável da resistência popular. Uma semana volvida, já tinham regressado todos às origens, todos exceto um. Entretanto, a PSP removeu as tendas. O Martim publicou uma fotografia da operação policial, tirada do conforto do sofá de casa dos pais, acompanhada da denúncia de mais uma brutal agressão aos direitos humanos. A Carlota partilhou a publicação no Insta, acrescentando três punhos erguidos e um coração vermelho. ❤️🚩✊ O Pedrinho não comentou porque estava a jantar, morto de fome. Bom, resta-me concluir que a revolução correu extraordinariamente bem. Os jovens conquistaram o direito a regressar a casa dos pais, o capitalismo sobreviveu por mais uma semana e o mundo continua cada vez mais à pinha de malucos. Tudo certo. o dono da cooperativa Nota: texto de ficção/ sátira
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Portugal bateu no fundo. Um comandante da PSP a negociar com dois estrangeiros um acampamento ilegal na Praça do Rossio. A lei não se discute. Aplica-se. A polícia existe para fazer cumprir a lei, não para negociar com quem a desrespeita. Ninguém está acima das regras.
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Replying to @SecRubio
@SecRubio a definir na perfeição o que é a esquerda e a extrema esquerda. Olhem para o que se está a passar na Europa e em Portugal e vejam como tudo se encaixa.
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Que saudades de ouvir um político em que cada palavra pesa, cada frase é ponderada, cada ideia carrega substância. São anos de chavões, demagogia e indigência intelectual. Não foi uma lufada de ar fresco, foi um vendaval. 🎶 PASSOS, VAI EM FRENTE! 🎵 TENS AQUI A TUA GENTE!
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☢️ Reflexão da Cooperativa: o meu tweet de ontem sobre carros a gasóleo e elétricos acabou por dar lugar a uma enorme discussão. Aprendi. Agradeço todos os comentários. Mas, mas.... Sim, mas fala-se da eletricidade como se fala da água da torneira. Está ali. Sai da parede. Liga-se uma ficha e pronto. Ninguém pergunta muito de onde veio, por onde passou, o que custou produzi-la ou o que acontece quando o vento decide não soprar, o céu resolve ficar cinza escuro e as barragens começam a mostrar mais calhaus do que água. Portugal fez uma aposta gigantesca nas renováveis e há boas razões para isso. Temos sol, temos vento, temos barragens e, quando os três colaboram, a produção de eletricidade é uma marvillha. O problema é que colaboram quando lhes apetece. É verdade que vento e sol até têm uma relação simpática entre si. Quando um não colabora, muitas vezes o outro ajuda. Há complementaridade. A natureza teve a delicadeza de criar uma certa correlação negativa entre ambos, talvez por ter percebido que os nossos planos energéticos iam precisar desta mãozinha. Mas vá, não há nenhuma cláusula meteorológica a dizer que, sempre que uma ventoinha parar, o São pedro tem de garantir que não chove e faz sol. E depois temos a água. A fantástica energia hídrica, depende da chuva, e segundo alguns, do maior ou menor grau de evaporação. Se tudo falhar e a procura for grande, temos a produção com gás natural, o armazenamento e a importação. Mas aqui com limitações. ⚠️Portugal não está no centro de uma gigantesca teia elétrica europeia onde podemos fazer uma chamadinha à Suécia, à Polónia ou a uma central nuclear francesa e pedir duas caixas de megawatts para uma paquistanês da Bolt entregar até à meia noite. Estamos pendurados na ponta ocidental da Península Ibérica. A nossa porta elétrica para o exterior chama-se Espanha. E a porta de Espanha para o grande mercado europeu continua a ser relativamente estreita. Ou seja, construímos um futuro cada vez mais elétrico num canto geográfico da Europa, com enorme peso de fontes dependentes do clima, uma única direção física para importar eletricidade e a ambição simultânea de meter carros, casas, a climatização e uma fatia crescente da economia toda dentro da mesma tomada. Estão ver o filme, certo?🥸 Pois estão, é aqui que automóvel elétrico deixa de ser apenas uma discussão polémica sobre automóveis. Imaginemos milhões de carros ligados à rede. Distribuem-se os carregamentos, metem-se umas tarifas bi-horárias e tal, fala-se nas smart grids ou lá o que é isso, e andamos todos descansados. Até ao dia em que há pouca água, pouco vento, o sol já se pôs, Espanha também precisa da sua eletricidade e metade do país chega a casa e enfia o carro na ficha. Nessa altura não é o teu Tesla que recebe uma cartinha a dizer que a energia subiu. É a eletricidade. Toda. A do meu frigorífico também. ➡️➡️Porque o eletrão não sabe se vai acabar numa bateria de um chaço a pilhas, na minha torradeira, na caldeira do Silva, na máquina da roupa do Kiko is hot (olha lá a minha preocupação com a inclusão!) ou no magnífico candelabro de uma sala do Palácio de Belém para o mosquinha morta impressionar as visitas do estrangeiro. Quando a procura cresce e a oferta barata não chega, entra produção mais cara. E quando a produção marginal mais cara começa a ser necessária com maior frequência, o preço sobe. Simples. É como nas casas camaradas. E chega a todos. E este é, para mim, o debate interessante sobre a eletrificação. Não é saber se o carro elétrico é bom ou mau. É perceber se estamos a aumentar brutalmente a dependência de eletricidade ao mesmo tempo que construímos um sistema de produção cada vez mais dependente de fatores que não controlamos. Não estou a falar dos teus magníficos painéis solares que te produzem eletricidade gratuita e em abundância num estalar de dedos, mas que ainda estás a amortizar e, vá só funciona num estalar de dedos quando não chove. Pode correr muitíssimo bem. Não digo que não. Mas também convinha admitir que existe risco. ⚠️Risco de escassez pontual. Risco de maior dependência externa. Risco de precisarmos mais vezes de gás caro. Risco de importarmos energia precisamente quando os nossos vizinhos também precisam dela. E, sobretudo, risco de fazermos aquilo em que a Europa se tornou particularmente competente, que é transformar uma decisão política de longo prazo numa surpresa absolutamente inesperada quando chega a fatura. Ora eu quero ver na hora da verdade como é que se consegue hierarquizar o consumo e o custo. Não me parece justo que o meu frigorífico pague o mesmo do que o teu Tesla ligado a tomada com uma extensão de 20 metros que liga a rua à tua marquise no 3º piso. Para vossa eventual reflexão. o dono da cooperativa Nota: a forma como a Europa decidiu conduzir esta transição na indústria automóvel, e a possibilidade de estarmos a assistir à destruição de uma das poucas grandes indústrias em que ainda éramos líderes mundiais, merece uma reflexão própria. Outra.
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Ainda sobre Cristiano Ronaldo e o seu comunicado (depois vou-me calar com este assunto que já enjoa): 1) Se Pedro Proença, antes de contratar um selecionador nacional, pergunta a Cristiano Ronaldo se concorda com esse selecionador, então quem é que manda na FPF? 2) É extraordinário percebermos por palavras do próprio Cristiano Ronaldo o grau de negociação que havia em torno da sua utilização individual. Quando jogava, quando descansava, que jogos faria, quando viajava, etc. 3) Vamos ao jogo com a Noruega. Jorge Jesus faltou à palavra a Cristiano Ronaldo porque lhe prometeu que jogava 30 minutos. Portanto, Cristiano Ronaldo ficou ofendido, mas ignorou se a decisão técnica e tática do selecionador esteve correta face àquilo que era o decorrer do jogo com vista à vitória da seleção. 4) Noutra publicação já vos tinha falado de um "pitch" que Jorge Jesus se recusou a ler por nele estarem descritos factos que tornavam Cristiano Ronaldo num exemplo de dedicação, lealdade e profissionalismo. Consideram mesmo que este guião era neutro e que daqui não resultava nenhum rebaixamento ou humilhação para Jorge Jesus? Achavam mesmo que Jorge Jesus ia ler tamanha barbaridade? 5) O que é que director desportivo do clube que atualmente Ronaldo representa, e o CEO da CR7, S.A., que por sinal é ex-CEO da FPF, tem que meter o bedelho em assunto da seleção nacional? Independentemente dos pedidos de desculpa (acertados!) que Cristiano Ronaldo fez aos adeptos, aos colegas e ao país, não acham que todo este comunicado é de uma gravidade extrema por nele estar claramente implícito de quem é que manda na FPF? Já podemos comparar o funcionamento do futebol à política ou ainda é cedo?
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🛑Está na hora de parar. Estou cansado. Cansado de discutir o dia, a frase, o escândalo, a indignação da semana, para no fim perceber que continuamos exatamente no mesmo sítio. Muita trincheira, muita gente a falar de Portugal; pouca gente verdadeiramente disposta a lutar pelo Portugal que ainda pode ser. Chega uma altura em que escrever deixa de ser combate e começa a ser só ruído. E eu já não tenho muito mais para dar enquanto não existir uma força política organizada, determinada e capaz de mobilizar este país para o futuro. Não para administrar o próximo orçamento. Não para sobreviver à próxima sondagem martelada. Para lutar por uma ideia de Portugal. Até lá, isto tornou-se, para mim, uma perda de tempo. Vou ter saudades. Muitas. Vossas. Dos que concordaram comigo, dos que me mandaram à m@rda, dos que ficaram por aqui noite dentro a discutir coisas importantes e coisas absolutamente inúteis. No fundo, é também isso que torna este lugar difícil de abandonar. Por isso não é bem 1 adeus. Até um dia. Pedro, estou aqui para distribuir panfletos porta a porta, carregar umas caixas, colar uns cartazes ou fazer o que for preciso. Volto quando ele decidir voltar. Se ele voltar. Até lá, fui. o dono da cooperativa 🎵 PASSOS, VAI EM FRENTE! 🎵 🎶 TENS AQUI A TUA GENTE! 🎶
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I cried and fixed my life after listening to The Gap between KNOWING and DOING by Jim Rohn 📍Don't let your learning lead to knowledge, you'll become a fool, let your learning lead to action, you'll become wealthy.
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Vocês têm de saber isto. Os portugueses têm de saber o que se está a passar no seu próprio país!
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Sandra Felgueiras arrasou por completo os deputados na audição a Luís Neves: o nível de preparação é lamentável. Vivemos num país de faz de conta.
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☢️ Reflexão da Cooperativa: Odair Moniz vs Lindsay Clancy E perguntam vocês, oh dono, o que é que 1 caso tem a ver com o outro??? Muito. Desde logo porque ambos tinham 3 filhos. Em ambos também sabemos quem foi o autor. Mas só num dos casos, aparentemente, é requerida justiça severa para os filhos por algumas pessoas. Estas algumas pessoas que antes de olhar para um crime, olham primeiro para o autor e só depois decidem que tipo de contexto vão encomendar. ➡️➡️Quando morreu Odair Moniz, esta gente não perdeu grande tempo com o cérebro do polícia. Medo? Adrenalina? Confusão? Um gajo a decidir em segundos numa situação que o próprio tribunal viria a considerar de confronto e ameaça? Não inventem m@rdas. O homem era polícia, Odair era negro, estava feito o CSI da consciência, toca a carregar na tecla mágica do racismo. Racismo estrutural, de preferência, que é o racismo gourmet, aquele que nem precisa de se provar dentro da cabeça de ninguém porque já vem pré-instalado de origem. O PSP, esse, não tinha nenhum contexto atenuante, tinha a culpa. Depois temos a Lindsay Clancy, que matou três filhos, e eis que os mesmos, não necessariamente os mesmos nomes, calma, mas a mesmíssima paróquia intelectual, descobrem subitamente uma coisa maravilhosa, que afinal a mente humana é extremamente complexa. Alto lá, ninguém se precipite na condenação da Clancy. Há psicose pós-parto, há depressão, há medicamentos, há sofrimento, há especialistas, há que perceber o estado mental, há que entrar naquela cabeça devagarinho, limpar os pés à entrada e tentar compreender como é que uma pessoa chega ao impensável.⬅️⬅️ E tudo bem, é contexto. A sério. Só queria saber onde c@ralho estava toda esta delicadeza quando o cérebro em causa vinha com o uniforme da PSP. Porque aparentemente uma mãe pode estar tão perturbada que matar três crianças exige um verdadeiro tratado psiquiátrico, mas um PSP num confronto não pode estar baralhado durante três segundos. Ou estar a meio também ele de um surto de qualquer coisa, mas não diagnosticado. Isso pelos vistos já seria uma cedência inadmissível à biologia. O polícia tem formação, dizem eles, como se na escola da PSP houvesse uma cadeira chamada "supressão definitiva do sistema nervoso", com treino prático à sexta da parte da tarde. ⚠️É este o pequeno milagre progressista. O contexto nunca desaparece. Quando serve para condenar quem já escolheram como vilão, chama-se estrutura, racismo, sistema, privilégio. Quando serve para aliviar quem já escolheram como vítima, chama-se trauma, doença, circunstância, humanidade. O contexto é, portanto, uma p@ta. Mas uma p@ta fina. Não vai com qualquer um. Escolhe os clientes. E talvez seja isso que estas monas, sempre tão modernas, tão científicas, tão cheias de humanidade até às bordas, nunca percebam que não estão a pedir que todos sejam compreendidos nas suas circunstâncias, mas sim a distribuir humanidade à medida e por encomenda. É a justiça à la carte. Para vossa eventual reflexão. o dono da cooperativa nota: não acredito na inimputabilidade, é aliás, uma forma perigosa de contornar a justiça. Há contexto, sim, num dos casos, a legítima defesa, que não foi provada, daí a condenação, no caso da Clancy, não há nada para lá dos 3 crimes bárbaros. Nada de material, só conjeturas sobre a mente da criminosa.
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A clown show.
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A message from Jim that changed the world.
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🚨🇺🇸 CAR@LHO, QUE LAPADA! 🔥🔥🔥 CNN: “Este é um imigrante sem documentos...” Miller: “Eles estavam aqui ILEGALMENTE?” CNN: “Quero que esta seja uma discussão de boa-fé...” Miller: “Quando você usa uma linguagem feita para ocultar a verdade, isso NÃO é boa-fé. Um ESTRANGEIRO ILEGAL é um ESTRANGEIRO ILEGAL. Eles não são ‘imigrantes sem documentos’.” CNN: “Stephen, estamos tentando humanizar o debate...” Miller: “Humanizar? Então vamos humanizar o Código Penal também. O assaltante de banco passa a ser ‘especialista em retirada sem agendamento prévio’. O estelionatário vira ‘empreendedor de narrativas financeiras alternativas’. O cara que entra na sua casa sem convite é só um ‘visitante com documentação pendente’. Que tal?” CNN: “Isso é uma analogia grosseira.” Miller: “Grosseira é fingir que a lei federal some porque a redação da CNN inventou um eufemismo mais fofo. ‘Sem documentos’ soa como alguém que esqueceu a carteira no Uber. Não. É alguém que cruzou a fronteira sem autorização, ficou, e agora a imprensa trata o estatuto jurídico como se fosse uma questão de estilo de escrita.” CNN: “Mas muitos contribuem para a economia...” Miller: “Ah, o argumento clássico: o crime deixa de ser crime se a pessoa lava prato ou constrói telhado. Pelo mesmo critério, o contrabandista de cigarro também ‘contribui’, gera emprego no transporte. Quer que a gente chame ele de ‘empreendedor logístico informal’? A CNN topa?” CNN: “Você está polarizando.” Miller: “Não. Eu estou recusando o dicionário de marketing. Vocês mudam a palavra, depois acusam quem usa o termo legal de ser ‘desumano’. É o truque mais velho do livro: primeiro suaviza o vocabulário, depois declara vitória moral. Os Estados Unidos já cansaram desse teatro. Chamem o que é. Ou admitam que o objetivo nunca foi clareza — foi controle da narrativa.”
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The written dialog doesn’t match the video and is a fabrication of a discussion. While it is amusing, it does not represent any verifiable transcript or source video x.com/i/grok/share/6…
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Já todos vimos o vídeo da mãe residente em Ceuta exaltada a malhar forte na perua de esquerda caviar que estava nos estúdios em Madrid. Mas comentado em simultâneo pelo Miguel Morgado é ainda melhor!🥸
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Esta é a mentalidade certa e os resultados de El Salvador estão à vista de todos! “Eu acredito que Deus pode perdoar todos. Eu sei que, se o criminoso se arrepender, ele irá para o céu como qualquer outro pecador. Isso cabe a Deus. "Na terra? ELE TEM QUE ESTAR NA PRISÃO!”
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☢️Reflexão da Cooperativa: "O que se passa em Bruxelas, o coração da Europa?" pergunta o jornal Público! Hesito entre a sonsice e a ousadia da retórica de quem sabe mas só conta a quem compra o jornal. Ainda assim inclino-me para a 1 opção. A esquerda, quando vê um homem de metralhadora na mão, não vê um homem de metralhadora na mão. Vê uma falha coletiva. Vê-nos a todos. Tu, eu, o reformado da Beira, a senhora que vende meias aos pares na feira de Espinho. Fomos nós que apertámos o gatilho, vá, por omissão afetiva. O sujeito, esse, só forneceu o dedo. ➡️➡️Depois já sei como é, começa a procissão das causas profundas. A exclusão. A pobreza. A falta de oportunidades. A segregação urbana. A escola que falhou. O Estado que não chegou a tempo. A sociedade que não acolheu como devia acolher. A Europa que não abraçou com força suficiente. Para explicar o caos a esquerda tem sempre guião, nunca nos falha. Só há uma coisa que nunca aparece, é a origem do problema. Pudor progressista, como sempre. Ninguém nunca quer perguntar quem entrou, como entrou, porque ficou, que cadastro trazia, a que redes pertencia, que valores tinha, se queria integrar-se ou apenas instalar-se. Isso seria muito feio e deselegante. A fronteira foi transformada numa ofensa. Controlá-la, desumano. Selecionar quem entra? Xenofobia. Expulsar criminosos estrangeiros é extremismo. Exigir integração, neocolonialismo. Dizer que nem todas as culturas produzem os mesmos níveis de liberdade, segurança ou respeito pela mulher encaixa no discurso de ódio. Agora há bairros onde o Estado entra de fininho, quando entram. Videovigilância e polícia de proximidade, apontam eles para a solução com modos. Não conhecem a realidade, debitam soluções de fantasia que leram num livro, na praia, durante umas faustosas férias. ⚠️Claro que nem todos os imigrantes são criminosos. A obrigação de repetir esta evidência em cada parágrafo é já uma espécie de imposto ideológico, mas ainda mais estúpido. Não, nem todos são criminosos. Muitos trabalham, integram-se, educam os filhos e contribuem para o país. Precisamente por isso deviam ser os primeiros a exigir fronteiras controladas e criminosos expulsos, em vez de servirem de biombo humano atrás do qual a esquerdalha esconde todos os falhanços da sua política migratória. ⚠️⚠️E é assim, camaradas, que chegámos a Bruxelas, capital política de uma Europa que regula o carregador do telemóvel, o diâmetro da tampa da garrafa e a curvatura do pepino, mas não consegue regular e controlar quem atravessa as suas própriasfronteiras. Uma civilização capaz de obrigar uma pastelaria portuguesa a indicar os alergénios do croissant, mas incapaz de garantir que o homem que entrou ilegalmente, acumulou crimes e recebeu ordem de expulsão é efetivamente expulso. Falta-lhe capacidade, dizem. Curiosamente, para nos encontrar quando devemos vinte e três euros às Finanças, a capacidade aparece logo, musculada e com juros de mora. ⚠️⚠️⚠️Isto não aconteceu de repente. Não caiu do céu juntamente como uma rajada de granizo. Foi escolhido, legislado, financiado e imposto por gente que sempre se julgou demasiado sofisticada para lidar com as consequências. Avisaram-nos de que sociedades paralelas acabariam em territórios paralelos. Riram-se. Avisámos de que imigração sem controlo não é humanismo, é negligência com relações públicas. Chamaram-nos de racistas. Avisámos de que quem abdica de selecionar quem entra acaba por perder a capacidade de decidir quem fica. Agora perguntam o que se passa em Bruxelas???? Ph@dei-bos, já chega de gozar com a nossa cara. Passa-se a realidade óbvia, previsível e anunciada. ⚠️⚠️⚠️⚠️⚠️E não vale a pena embrulhar tudo em pobreza. Há milhões de pobres que nunca dispararam contra ninguém, nunca venderam droga e nunca transformaram um bairro num entreposto criminal. A pobreza explica vulnerabilidades; não concede licença para disparar a matar. Quando se usa a privação para desculpar a barbárie, insulta-se duas vezes o pobre; primeiro, porque se presume que o crime lhe é natural; depois, porque se exige à vítima que compreenda a trajetória emocional do homem que lhe apontou uma pistola. Uma sociedade adulta acolhe quem pode acolher, escolhe quem quer receber, integra quem chega, protege quem cumpre e expulsa quem despreza as suas leis. Não há crueldade nisso. Crueldade é abandonar os cidadãos ordeiros, imigrantes naturalmente incluídos, dentro de bairros entregues a traficantes, para preservar a virgindade ideológica de uma jornalista que regressa todas as noites a uma rua onde ainda se pode passear a sua cockapoo de nome Massala. No fim, nem todos vieram fazer os trabalhos que os europeus não querem fazer. Alguns, bastantes até, estão a fazer da Europa aquilo que os europeus também não querem. Mas sosseguem. O Público já está a investigar onde falhámos todos, e com criatividade em alta, imagino eu, que não li. Tenho dito.🥸 o dono da cooperativa Nota: importas o 3 Mundo, tornas-te o 3 Mundo. Não é ofensivo, é 1 mero facto. Lamento.
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