Voto distrital é bom pro Centrão e bom pra Facção só. É por isso que o Centrão está apoiando e por isso o PT não vai se opõr.
O certo é todo país levantar-se em defesa do voto de opinião que é o voto em lista fechada preordenada, o voto que elege a ideia.
Voto distrital em qualquer modalidade fortalece oligarquias regionais que têm muito poder com práticas fisiológicas do toma lá da cá. Com o orçamento secreto isso fica ainda mais evidente. A alteração que o centrão está propondo coloca ainda mais obstáculos à eleição de novas figuras e dificulta o voto pra quem tem apoio por defender teses nacionais, o chamado voto de opinião.
Taí uma reforma que Brizola apoiaria. Ele era indignado com políticos de dupla nacionalidade.
Samuelson Xavier 🇧🇷🌹 retweeted
#soberania
"Grupos espanhóis dominam último leilão de transmissão do ano
Celeo, Cymi, Cox e Neoenergia arremataram lotes; EDP ficou com o ativo mais procurado, com linhas em Goiás e na Bahia"
poder360.com.br/poder-energi…
Fundamental, Ciro propôs a mesmo coisa em 2022. E o professor Ladislau Dowbor é uma figura das mais interessantes do país.
🚨 AGORA! Protocolei um projeto de lei, o PL 5684/26, para acabar com a cobrança de juros abusivos em cartões de crédito e empréstimos financeiros para pessoas físicas. Esse mecanismo já existe no Reino Unido e a ideia me foi sugerida pelo professor Ladislau Dowbor para combater o endividamento das famílias brasileiras. O que você achou? Comente aqui e compartilhe este vídeo com mais gente
O ideal de um comunista é matar os adversários até chegar ao poder e no poder continuar matando até a tirania completa.
unavailable
Samuelson Xavier 🇧🇷🌹 retweeted
Áudio atribuído a sindicalista revela ação coordenada para adesivar ônibus e prejudicar operação do transporte nas eleições correio24h.com/4yU5tMm
Gravação cita nominalmente integrantes encarregados de receber e distribuir os adesivos
Quando o governo vacila quem paga a conta é a sociedade. Mas o Lula vai dizer que a culpa é sua que é pobre. Vai te mandar estudar pra concurso. Vai te dar uma esmola. Vai te pedir voto contra o fascismo.
Dívidas das famílias ultrapassam metade da renda anual e atingem maior nível da história, diz BC oglobo.globo.com/economia/no…
Depois de uma cantora, um ator. Numa cadeira que sentaram os brilhantes Celso Furtado, Sérgio Paulo Rouanet e Antônio Houaiss. E dá-lhe dendê.
O ator baiano Wagner Moura está entre os nomes cotados para assumir o Ministério da Cultura no próximo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito no último domingo (25). Segundo informações publicadas pelo jornal O Globo, o artista aparece nas conversas de bastidores ao lado do cantor paraibano Chico César e da atriz e deputada federal eleita Maria Marighella (PT-BA). bnews.com.br/noticias/politi…
EXPLODE
Janones faz acordo com a PGR e vai devolver R$ 131 mil por rachadinhas glo.bo/41Kpk38 #g1
Samuelson Xavier 🇧🇷🌹 retweeted
Janones faz acordo com a PGR e vai devolver R$ 131 mil por rachadinhas glo.bo/41Kpk38 #g1
Eleger Lula é dar licença para entregar o Brasil. Isso que está se provando de novo.
LULA ANUNCIA PRIVATIZAÇÃO DE LINHAS DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA
Ogoverno Lula anunciou, apenas dois dias depois da reeleição do presidente, sete leilões de transmissão de energia entre 2027 e 2029. O Ministério de Minas e Energia reservará a empresas privadas a construção e a exploração de novas linhas e instalações da rede elétrica. O mandato que ainda nem começou já tem uma oferta aos capitalistas: uma parte decisiva da expansão do sistema elétrico nacional.
O calendário, divulgado na terça-feira (27), prevê três disputas em 2027 e duas em cada um dos anos seguintes. Não foram postas à venda as linhas que hoje operam no País. O que o governo oferece são concessões para as instalações futuras. É agora, antes da construção, que se decide se a ampliação da transmissão ficará sob controle público ou será transformada em negócio de concessionárias.
A energia das usinas não chega sozinha à população. Precisa percorrer linhas e passar por subestações até alcançar cidades e regiões industriais. Quem assume a transmissão passa a explorar uma passagem obrigatória para o abastecimento do País. Ao planejar os leilões, Lula abre essa atividade aos empresários e lhes reserva uma fonte de receita sobre um serviço do qual toda a população depende.
Na campanha, o presidente pediu o voto dos trabalhadores para derrotar a direita. Mal saiu o resultado das urnas, seu governo confirmou a continuidade de uma das políticas mais caras aos grandes empresários. O programa foi apresentado imediatamente após a eleição e se estende por três anos do próximo governo. O recado aos capitalistas foi dado antes de qualquer compromisso de recuperar o que já lhes foi entregue.
O Ministério de Minas e Energia afirma que exigirá a confirmação da necessidade de algumas obras antes de incluí-las nos leilões, para evitar instalações sem uso e custos nas tarifas. Pode-se confirmar a necessidade de uma linha sem conceder sua exploração a uma empresa. O governo escolheu tratar a ampliação da rede como oportunidade para o parasitismo capitalista. A discussão sobre quando realizar cada disputa não muda quem receberá o negócio.
Os leilões de transmissão se somam às privatizações feitas sob Lula. Seu terceiro governo realizou 50 concessões federais de transportes entre 2023 e 2025. Estradas, portos e aeroportos continuaram a passar ao controle operacional dos empresários. Na concessão, o patrimônio pode permanecer formalmente público, mas a empresa recebe por anos o direito de explorá-lo. O nome do contrato não apaga a transferência de uma atividade pública para a obtenção de lucro privado.
No setor elétrico, essa política vem de longe. Fernando Henrique Cardoso abriu caminho para as grandes privatizações. Bolsonaro vendeu o controle da Eletrobrás em 2022. Lula chegou a criticar aquela venda, mas não a desfez durante o mandato que termina. Seu novo plano não aponta para a recuperação da empresa ou para a reunião do setor sob direção estatal. Acrescenta mais concessões a uma estrutura já repartida entre grupos privados.
A justificativa conhecida é que faltaria dinheiro público para construir a infraestrutura necessária. O governo restringe seus próprios investimentos e depois apresenta a entrada dos empresários como solução inevitável. A linha de transmissão precisa ser construída; disso não decorre que um capitalista deva explorá-la. O Estado pode planejar, executar e operar as obras de acordo com as necessidades do País. Lula prefere entregar a expansão da rede a empresas que só assumem a obra para receber por sua exploração, com a remuneração incluída nos custos do sistema pagos pelos consumidores.
A reeleição de Lula não interrompeu a marcha das privatizações. A primeira notícia importante do setor elétrico após a votação foi um calendário de entregas para o novo mandato. O governo que se apresentou como barreira à direita prepara uma política ainda mais direitista do que a dos seus mandatos anteriores, apoiada cada vez mais nos capitalistas para realizar obras essenciais. A dependência dos empresários cresce na mesma medida em que o Estado abre mão de controlar a infraestrutura.
É preciso barrar os leilões, recuperar as atividades privatizadas e colocar geração, transmissão e distribuição sob controle estatal. Uma rede elétrica nacional deve ser ampliada para atender a população, ligar as regiões do País e sustentar seu desenvolvimento. Lula escolheu outra prioridade: anunciar aos capitalistas, logo depois de receber os votos, que as novas linhas de transmissão também estarão à sua disposição.
Relator se declara suspeito em ação de Ciro contra vitória de Elmano | Vertical
mais.opovo.com.br/colunistas…
Emanuel Leite Albuquerque declarou apenas razões de foro íntimo, sem detalhar detalhes do motivo da suspeição; foi a primeira movimentação no processo





















