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teatro para leitores de nosso tempo.

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RECEBIDOS! Uma tempestade, de Aimé Cesaire! (@TemporalEditora) Explorando os efeitos da colonização sobre a cultura e identidade dos povos nativos e debatendo sobre as relações de poder e controle, Aimé Césaire faz releitura da peça "A tempestade", de William Shakespeare.
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apaixonada pelo mais novo lançamento da @TemporalEditora: agora temos a primeira edição em português de Uma tempestade, do martinicano Aimé Césaire - peça baseada em A tempestade, de Shakespeare, e pensada para um teatro negro (e ainda veio com uma ecobag enooorme, maravilhosa!)
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🇧🇷🎭 Para abrir os olhos para o nosso passado: a @ronsard58 escreveu um texto revelador sobre as primeiras políticas públicas de valorização do teatro brasileiro: Via @TemporalEditora temporaleditora.com.br/blog/…
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LEITURA! 🎭 Estou lendo essa peça do Vianinha, através do serviço público que vem fazendo a @TemporalEditora em trazer sua dramaturgia ao público. Vianinha, que pra quem não sabe, é um dos criadores de A Grande Família, nesse livro faz radiografia da esquerda nos anos de chumbo. Entre revolucionários, revisionistas, anarquistas, contraculturais e burgueses rebeldes sem causa, Vianinha desvela o que é lutar por ideias enquanto se precisar também viver a viva. Vamos ver, tô amando!
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Coisas que eu aprendo nos livros!! Estou lendo "Papa Highirte" do Vianinha, publicado pela @TemporalEditora. O livro conta a história de um país latino fictício numa ditadura não tão fictícia assim. Eis que lá pelo meio, um personagem fala sobre um prato chamado Tamale. Fui pesquisar e agora já quero comer. O tamale é um prato tradicional da culinária Asteca, feito com uma massa de milho, que pode ser cozida a vapor ou fervida num invólucro feito de várias coisas como folhas de milho, de mandioca, de bananeira, de abacate, etc. Dentro dessa trouxinha tipo uma pamonha, vai um recheio delicioso de carne, queijos, frutas, legumes, pimentas, entre outros. Legal, não?
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Em 60, o Rei Balduíno atribuiu a independência do Congo à bondade belga. Patrice Lumumba, primeiro-ministro empossado, contestou narrando os 80 anos de martírio infligido. A reação imperialista culminou com seu brutal assassinato. Eis o enredo dessa grandiosa peça de Aimé Césaire. Obs: edição primorosa da @TemporalEditora acompanhada de ilustrações das peças encenadas, dois belos prefácios, luxuoso pósfacio de Kabengele Munanga e texto sobre a vida e obra do genial Aimé Césaire.
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Estou lendo "Macbett", do dramaturgo Eugène Ionesco, peça publicada pela primeira vez no Brasil pela @TemporalEditora. Em dado momento, ele diz: "O cômico, sendo a intuição do absurdo, me parece mais desesperador que o trágico." Quero falar um pouco sobre isso. O cômico é infinitamente mais desesperador que o trágico, e digo o por quê: porque o cômico é um trágico incomunicável. Risível. Torpe e tolo. Quando Édipo, Antígona e Medeia estão chorando suas pitangas, a cena é solene, o público escuta, os intelectuais reverenciam. Viram referências do sofrimento humano. Enquanto O misantropo, O Doente Imaginário, o Chapolin, o Chaves, o Woody Allen, o Roberto Benigni imploram por narrar suas dores, o público e o mundo se fartam em rir. Eles narram suas tragédias umas atrás das outras, repetidamente por décadas e nunca recebem o que a solenidade que a tragédia recebe. O trágico morre icônico, sublime, chorado. O cômico morre diante da risada de um público incapaz de explicar porque sofre e porque dói. Não à toa Moliére passou mal durante apresentação do Doente Imaginário e morreu nos bastidores, após o fim do aplauso, sem que ninguém percebesse nada.
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Bem-vindo ao @X @TemporalEditora Aqui está minha contribuição: O “teatro da catástrofe” de Howard Barker por Elton Uliana 🎭 Clareza
Significado
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Nada disso
Nada

(tradução minha) temporaleditora.com.br/blog/… #HowardBarker #Teatro #catastrofe
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Escrevi, para o Blog da @TemporalEditora, sobre "Eu, Ota, rio de Hiroshima", de Jean-Paul Alègre Falei sobre a delicadeza e a brutalidade da peça, que é sobre o lançamento da bomba nuclear que marcou o rio, os seres e a cidade de Hiroshima. temporaleditora.com.br/blog/…
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A @TemporalEditora enviou esta obra do dramaturgo e pesquisador teatral Sério de Carvalho, diretor da Companhia do Latão. Em "O Pão e a Pedra", ele traz à cena o momento em 1979 quando 70 mil trabalhadores ocuparam um estádio de futebol em São Bernardo para debater a greve.
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A @TemporalEditora enviou pra gente esta obra do dramaturgo e pesquisador teatral Sério de Carvalho, diretor da Companhia do Latão. Em "Os que Ficam", temos um diálogo do dramaturgo com Augusto Boal, mais importante nome do Teatro do Oprimido.
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LANÇAMENTO! Chega ao Brasil, publicado pela @TemporalEditora, de “Savannah Bay", de Marguerite Duras. A peça teatral se tece na relação amorosa entre as duas mulheres, mãe e neta, que aparecem no palco e dialogam entre memória e imaginação. jornalnota.com.br/2023/09/11…
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RECEBIDO! A @TemporalEditora enviou pra gente uma obra do dramaturgo e pesquisador teatral Sérgio de Carvalho, diretor da Companhia do Latão. "Os que Ficam" é um diálogo do dramaturgo com Augusto Boal, mais importante nome do Teatro do Oprimido.
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RECEBIDOS! A @TemporalEditora enviou pra gente essa obra do dramaturgo Sérgio de Carvalho, diretor da Companhia do Latão. Em "O Pão e a Pedra", ele traz à cena o histórico momento em 1979 quando setenta mil trabalhadores ocuparam um estádio de futebol para debater a greve.
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recebi essa edição maravilhosa de "Eu, Ota, rio de Hiroshima", de Jean-Paul Alègre, da @TemporalEditora - em breve vou falar mais sobre ela 🤍
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MARGUERITE DURAS NA SALA TATUÍ A discussão do Clube Tatuí de Leitura de agosto será sobre “Moderato Cantabile”, de Marguerite Duras, publicado pela @relicarioeds. A obra mostra dez dias da vida da protagonista Anne, que muda completamente a partir de um acontecimento.
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📢RESENHA! Escrevi sobre 'Lugar Nenhum', de Sérgio Carvalho, da Companhia do Latão, A obra é uma espe´cie de Tchekov dos trópicos recompondo uma dramaturgia “épica”. O livro é publicado pela @TemporalEditora! Leia mais aqui: jornalnota.com.br/2023/03/19…
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Acabei de ler "Eu, Ota, rio de Hiroshima", peça de teatro publicada aqui no Brasil pela @temporaleditora: a personagem de um rio narra os momentos antes da explosão da bomba atômica em Hiroshima. Fiz uma resenha que, modéstia a parte, ficou bem bonita: notaterapia.com.br/2023/03/0…
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Novo artigo meu para a @TemporalEditora . Resenha crítica da 1a edição brasileira de “Uma temporada no Congo”, de Aimé Cesaire: “Qualquer semelhança com o Brasil NÃO é mera coincidência”. Leia! temporaleditora.com.br/blog/…
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Ainda sem palavras pra esses recebidos divinos & maravilhosos da @temporaleditora. Olha essas preciosidades no 🧶
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