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A vantagem do Flávio foi de 2,5 milhões de votos.
Só no Nordeste ele tirou 1,6 milhões.
Sim amigos, o Nordeste está ajudando mais na eleição do que São Paulo capital.
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Líder de Lula no Congresso não se reelege no Amapá
oantagonista.com.br/brasil/l….
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Eu não voto pelo nome.
Seja Flávio, Lula, Zema, Caiado ou Renan.
Escolho o modelo econômico.
Quero um Estado leve, não mínimo.
Que cumpra suas funções, não atrapalhe quem trabalha e produz e entenda que é pago para SERVIR, não para ser servido.
E voto no entorno.
Como fiz em 2018 e 2022.
Conheço o trabalho do Sachida.
Conheço o trabalho da Dani Marques.
Conheço o trabalho do Cláudio Lottenberg.
Muita gente que respeito está apoiando o Flávio.
E isso pesa na minha escolha.
Não preciso concordar com tudo para decidir.
Preciso avaliar o modelo, a equipe e as consequências.
Entre Flávio e a continuidade do atual governo, fico com Flávio.
E também não quero correr o risco de mais quatro ministros do STF com o perfil dos indicados pelo atual governo.
É assim que escolho meu voto.
A MP DAS BETS PODE SER A “NEW COKE” DE LULA E SACRAMENTAR AS ELEIÇÕES EM FAVOR DE FLAVIO.
Explico. A proibição das bets pelo governo Lula é populismo puro e simples. Pesquisas mostram que a maioria da população é contra as apostas online. O governo leu o número e resolveu capitalizar. Fácil. Barato. Eleitoreiro. Mas tem uma sutileza que pode transformar essa medida em um tiro no pé político, semelhante ao caso da New Coke.
Em 1985, a Coca-Cola lançou a New Coke depois de testes cegos massivos mostrando que as pessoas preferiam o gosto novo ao antigo. Os números eram claros.
Só que os testes não capturaram uma sutileza importante: as pessoas gostavam do novo sabor… desde que não significasse a morte da Coca-cola tradicional. Quando a fórmula clássica sumiu das prateleiras, a revolta foi imediata e a Coca-cola logo voltou atrás no lançamento. O caso ficou conhecido como um dos maiores erros de marketing da história.
O mesmo risco existe no caso da MP das Bets. Muita gente realmente odeia as bets. Concorda que geram endividamento e vício. Mas uma parte significativa dessa mesma população é apaixonada por futebol e torce por clubes que dependem (direta ou indiretamente) do dinheiro dessas empresas. Patrocínios, verbas, estrutura. Quando o enfraquecimento financeiro dos clubes começar a aparecer — times menores em dificuldade, menos investimentos, menos competitividade —, a conta emocional pode mudar.
AS PESSOAS SÃO CONTRA AS BETS DESDE QUE ISSO NÃO SIGNIFIQUE O ENFRAQUECIMENTO DE SEUS TIMES.
Ser contra as bets em abstrato é uma coisa. Ser a favor de ver o seu time sangrar por causa disso é outra.
As pesquisas capturaram a primeira.
A realidade costuma ser mais complexa.
Lembrando que o Flamengo é particularmente forte no interior do Nordeste, justamente o reduto eleitoral de Lula. Tem um grande potencial de virada de voto aí.
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No Paraná, vote no terror dos corruptos! No cara que faz a @gleisi se estrebuchar de ódio.
300 para Senador!!
E você? Já fez campanha pro @deltanmd hoje?
🚨 TRE-PR CONFIRMA MINHA CANDIDATURA, MAS NÃO POSSO FAZER CAMPANHA…
O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná concluiu o julgamento e manteve o registro da minha candidatura. Por unanimidade, a Corte acolheu parcialmente os recursos apresentados pela defesa, sem alterar o resultado que autorizou a candidatura.
Lula, Gleisi e o PT não aceitam a minha candidatura, que lidera as pesquisas.
Durante o julgamento, a Corte ainda deu uma dura resposta aos advogados do PT:
“Esta Corte não precisa de lições pedagógicas, dispensando-se qualquer tutoramento por parte dos peticionantes.”
Apesar da candidatura confirmada, em razão de uma decisão do TSE, continuo proibido de pedir votos, participar de debates, utilizar recursos dos fundos partidário e eleitoral e veicular propaganda no rádio e na televisão. Mas sigo nas urnas.
Comente sua opinião sobre essa injustiça 👇🏻
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Só lembrando que @deltanmd continua candidato. Mas não pode fazer campanha, nem usar recurso público. Todo brasileiro de bem tem por obrigação fazer campanha por ele. E se puder doar na vaquinha, melhor ainda: queroapoiar.com.br/deltan?ut…
Esse texto explica muito do que está acontecendo no Brasil nos dias de hoje.
Antonio Gramsci – The Most Dangerous Intellectual of the Twentieth Century.
Not the most famous. Not the most read. The most dangerous and the most consequential – because he was the one who figured out why the revolution kept failing, and what to do instead. The man who invented the long march through the institutions.
Everything that followed — the Frankfurt School, the Fabian Society’s operational model, the WEF formation pipeline, the captured university, the HR department enforcing approved speech — is downstream of what he wrote in a prison cell in Mussolini’s Italy, in code, between 1929 and 1935.
1. His central question: why hasn’t it happened? The working class was supposed to rise. The contradictions of capitalism were supposed to produce the revolution. They hadn’t – not in the West. Gramsci’s answer was precise and devastating: because the ruling class does not maintain power through force alone. It maintains power through cultural hegemony – the control of the ideas, values, and frameworks through which people understand the world. The worker who accepts that the existing order is simply how things are will not revolt, regardless of his material conditions. The revolution requires cultural change first.
2. The instrument was the long march through the institutions. Not the barricade. The school, the university, the media, the judiciary, the civil service, the cultural establishment – every institution through which a civilization transmits its values to the next generation. Capture these, fill them with people who share the counter-hegemonic project, and the cultural assumptions that maintain the existing order gradually dissolve. No barricades. No visible moment of rupture. Just the slow replacement of one cultural hegemony with another.
3. The educational capture was the masterpiece. Control the curriculum and you control the categories of thought available to the next generation. Not by telling them what to conclude – by shaping what questions they think to ask, what they consider obvious and what they consider unthinkable. The generation educated after the long march does not need to be told what to think. It thinks what it was formed to think – and experiences that thinking as its own.
4. He also theorized the organic intellectual – the person who translates the theoretical framework into stories and assumptions that circulate through the culture without appearing ideological. The film that makes the existing order seem absurd. The journalist who frames every story within the approved assumptions. Gramsci understood that culture is politics by other means – and that the side that controls the culture wins, regardless of who wins the elections.
5. This is not a conspiracy theory. It is a published, documented, widely taught strategy that the left implemented consciously across the entire Western world. The 1968 generation put it into practice in the universities. They became the professors, the journalists, the civil servants, the judges, the HR directors of the decades that followed. The march took fifty years. It worked.
6. Mussolini’s prosecutor said at his trial: "We must stop this brain from functioning for twenty years." The brain did not stop. It produced thirty-three notebooks – smuggled out, published, and became the most widely read Marxist text in the Western academy after Marx himself. Gramsci died in 1937, six days after his release, at forty-six. He did not see the march he theorized. He did not need to.
7. Every captured institution, every transformed curriculum, every HR department enforcing approved speech, every content moderation policy suppressing the unauthorized voice – all running the program Antonio Gramsci designed in a prison cell, by a brain that was supposed to have been stopped. It wasn’t. And neither was the march.
Until now – because the distribution monopoly that made its outcomes enforceable is cracking. The counter-march has begun. It just doesn’t have a name yet.
Esse é o bostileiro médio de esquerda. Nunca fez nada de útil na vida. Ao invés disso, passa o dia inteiro falando asneira aqui no X.
Ironizando o maior empreendedor de nosso tempo, que está na fronteira da tecnologia em pelo menos uns seis setores diferentes.
Justamente no dia do lançamento do tão aguardado carro autônomo (que além de disruptivo, é lindo).
Um país é feito de pessoas.
Merecemos o país (merda) que temos.
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O maior sinal de que o principal problema do Brasil é a baixa produtividade é próprio fato de ninguém conseguir assimilar o que significa produtividade
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A familia Bolsonaro nos privou de ganhar do Lula no 1o turno e de ter o líder que o Brasil precisa na Presidência.
Tarcisio seria imbatível e um excelente Presidente.
Lula tá velho (graças a Deus!).
A campanha dele vai esconder / maquiar qualquer aparição ao vivo.
Querem evitar o “erro Biden”.
Lula diz que não vai participar de debates se for "para ouvir bobagem"
cnnbr.app/short/c241949807/
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Maílson da Nóbrega sobre o risco que não dá pra esconder:
Dívida/PIB do Brasil: 71,7% em 2022 → 83,9% em 2026
"Ah, mas o Japão deve 230%"
O Japão paga juros de 1%. O Brasil paga Selic de 14,25%
Rolar a dívida japonesa custa 3% ao ano. A nossa custa 14%
Enquanto isso, quem fez o dever de casa:
Dinamarca: 27,5%
Suécia: 34,9%
Noruega: dívida NEGATIVA (-160%) — fundo soberano acumulado com petróleo
O Brasil também achou petróleo no pré-sal. Optou por gastar em vez de poupar
O orçamento tem 96% de despesa obrigatória. Sobram 4% pra ajustar qualquer imprevisto
Regra fiscal no Brasil é criada pra ser desobedecida
Mas a dívida/PIB não aceita pedalada contábil. Tá lá. E o mercado lê
O desfecho da guerra inverteu a balança política em ambos os países. Na Argentina, a derrota humilhante causou o colapso definitivo da ditadura militar, abrindo caminho para o retorno da democracia no ano seguinte. No Reino Unido, a vitória rápida e decisiva garantiu a Margaret Thatcher uma reeleição esmagadora em 1983.




















