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Cada eleição é um novo desafio. Esse ano, não seria diferente.
Ainda não caiu a ficha de que quase meio milhão de paulistas depositaram seus votos de confiança em mim, superando – e muito – a minha votação há 4 anos.
Esse voto é um reflexo de que somos cada vez mais brasileiros que preferem deixar de lado a gritaria das redes sociais e depositar a esperança no trabalho sério, que entrega resultados reais pra população.
Somos cada vez mais paulistas que enxergam o valor da educação, que defendem que as mulheres precisam ser protegidas e que acreditam que a política é lugar pra todo mundo, inclusive pra quem vem da periferia.
Muito obrigada a cada um de vocês que, seja em 2018, 2022 ou 2026, me escolheram pra representar o estado de São Paulo na Câmara dos Deputados.
Nunca se esqueçam de que nós somos muitos, somos fortes e que somos a geração que vai mudar esse país. 💛
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Enquanto uns fogem, esse foi o discurso do Lula no dia que ficou sabendo que seria preso
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Não gostaria de estar no lugar dos que se julgam vencedores. A história será implacável com eles #LutarSempre
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Amanhã é o dia! VOTEM!
VAMO PRA CIMA!!!
@cortezpsol @jonesmanoel_PE @eliasjabbour @Janones Ana Elisa!
Agora o grupo cresceu!!
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Ora ora ! Wiler Tomaz também estava presente com algumas amiguinhas !! Continua trucando Flavinho 🔥🔥🔥
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Domingo é um dia que vale por muitos anos.
Eu tenho certeza de que vamos vencer.
Sei que ainda temos muito a avançar, mas o Brasil de hoje é melhor do que o Brasil que encontrei.
O melhor ainda está pela frente. Temos muita gente boa do nosso lado. Cheia de vontade para seguir mudando.
Temos milhões de brasileiros e brasileiras botando fé nesse futuro, botando fé no Brasil.
Eu sou um desses brasileiros. Eu sou um de vocês.
Vamos juntos!
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*militância achando que eleição tava perdida *
janones metendo 10 milhões de pessoas num canal de zap:
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No domingo iremos, pela terceira vez consecutiva, decidir entre o petismo e o bolsonarismo. A minha sensação como cidadão é de frustração e preocupação.
Frustração pela nossa apatia em relação à política, em especial da nossa elite. Fomos incapazes de construir, nos últimos anos, uma alternativa decente e competitiva que nos tirasse dessa armadilha das últimas 3 eleições presidenciais.
Vamos, mais uma vez, para um pleito a ser definido pela rejeição e não pela escolha.
A discussão de propostas, de um plano para o País e o debate de ideias foram substituídos pelos ataques baixos e pessoais ao oponente. Fica evidente a incapacidade de ambos os lados de construírem uma nação próspera.
O PT inaugurou o nós contra eles, dividindo os brasileiros, e o bolsonarismo, que nasceu já dentro dessa lógica, levou-a a um outro patamar.
A urna, que deveria ser o momento para definirmos o futuro da nação, tornou-se, para muitos, um momento de expressão de raiva.
Lula errou do início ao fim do seu mandato.
Não promoveu o diálogo com quem pensa diferente, indicou amigos para o STF, insistiu na polarização, cercou-se de um núcleo duro despreparado, foi irresponsável com as contas públicas e adotou medidas eleitoreiras de mais gasto público.
E, depois de todas essas ações, com baixa aprovação e com as limitações da idade, cometeu o maior erro: resolveu ser candidato pela 4ª vez.
Flávio, por sua vez, não tem absolutamente nada que o credencie a governar o País. Falta postura, credibilidade e competência. Foi um senador sem qualquer iniciativa produtiva na área econômica, na segurança ou na educação. É conhecido apenas pelo sobrenome e pelo envolvimento em inúmeros casos suspeitos: rachadinha, lavagem de dinheiro, proximidade com membros da milícia e com golpistas. Está cercado de conhecidos oportunistas e seu objetivo maior é conceder o indulto ao pai, condenado por tentativa de golpe.
O quadro político definido após o primeiro turno torna o meu sentimento de preocupação ainda maior do que o de frustração.
Lula, se eleito, fará seu último mandato, sem nenhum sucessor definido, tem um vice-presidente com comprovada experiência na gestão pública e, apesar de ter a oportunidade de indicar membros do STF, encontrará forte oposição no Senado.
Flávio, diferentemente, poderá se candidatar à reeleição, tem um vice-presidente desconhecido, terá uma Câmara e um Senado extremamente favoráveis e aliados comandando os principais estados brasileiros.
São alternativas totalmente distintas para quem anseia por renovação em 2030 e teme a perpetuação de uma família no poder.
Em 2018 e 2022, declarei o meu voto no segundo turno. Não foram decisões fáceis e sem ônus pessoais, pelo contrário. Nesse ano será ainda mais difícil. Entretanto, não expressar o que penso seria aceitar a ideia de que vivemos em um país onde as pessoas não são livres para emitirem a sua opinião pelo receio de serem agredidas. Não é essa nação que desejo.
Serei oposição a qualquer um dos dois que vier a ser eleito, mas, entre a irritação com um novo governo Lula e o risco que representa um governo Bolsonaro, fico com a primeira opção.



























