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Vi um perfil que trocou o encerramento desse último episódio pela primeira abertura de Bleach e ficou perfeito. Se encaixou tão bem que parece original.
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22 ANOS... E AGORA É HORA DE DIZER ADEUS.
Crescemos assistindo a Bleach. Rimos, choramos e acompanhamos a jornada de Ichigo Kurosaki por incontáveis batalhas inesquecíveis. Para muita gente, Bleach nunca foi só um anime: foi parte da infância, das memórias e da vida.
Agora, depois de 22 anos, chegou a hora de encarar que toda jornada precisa ter um fim, e o episódio final da série vai ao ar amanhã, dia 26 de outubro, no Japão.
Por mais que os anos passem, Bleach sempre terá um lugar especial em nossos corações.
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Street Fighter estreia com US$ 31 milhões na bilheteria dos Estados Unidos e do Canadá e acumula US$ 51,1 milhões no mundo, somando US$ 20,1 milhões do mercado internacional.
O filme, que custou US$ 82 milhões, teve a maior estreia da franquia no cinema, mas ficou abaixo dos US$ 38,5 milhões de Mortal Kombat II, a outra adaptação de jogo de luta lançada neste ano.
A estreia supera o total que os dois filmes anteriores da franquia arrecadaram nos EUA: o de 1994, com Jean-Claude Van Damme, fez cerca de US$ 33 milhões, e A Lenda de Chun-Li, de 2009, não chegou a US$ 9 milhões.
A recepção está dividida: a crítica deu cerca de 42% no Rotten Tomatoes, e o público, nota B- no CinemaScore. A Paramount esperava algo em torno de US$ 35 milhões.
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Guy Gardner versus Batman: cortesia da dupla genial J.M. DeMatteis e Keith Giffen.
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Resident Evil de Cregger É Um Survival Horror Que Sabota a Própria Tensão
O diretor de Noites Brutais e A Hora do Mal entrega sua obra mais fraca — um filme tonalmente desequilibrado que desperdiça um universo com décadas de potencial.
Zach Cregger chegou ao Resident Evil carregando uma expectativa que poucos diretores de terror geraram nos últimos anos. Noites Brutais reinventou o found footage (tipo gravações encontradas) como ferramenta de desorientação espacial. A Hora do Mal confirmou que não era acidente — que havia ali um cineasta com visão e coragem para operar no horror sem as muletas do gênero.
Quando a Sony anunciou que ele dirigiria o reboot da franquia da Capcom, a expectativa era de que finalmente teríamos a adaptação que Resident Evil merecia. O que chegou às telas é o trabalho mais fraco de sua carreira — um filme que sabota a própria tensão com uma inconsistência de tom que raramente vi em alguém com esse nível de talento.
Bryan (Austin Abrams), entregador de suprimentos médicos, aceita uma corrida fora da sua rota habitual com destino ao Hospital Geral de Raccoon City durante uma nevasca. Ele não sabe que a cidade já enfrenta um desastre biológico. O que se segue é uma noite inteira de sobrevivência entre infectados e criaturas mutantes. A premissa funciona — é econômica, tem urgência e usa o protagonista comum como avatar do espectador de forma que os melhores jogos da série sempre fizeram. Cregger sabia o que estava fazendo na concepção. O problema está na execução.
O maior defeito do filme é a incapacidade de decidir o que quer ser. Cenas de violência gráfica pesada cortam diretamente para piadas — Bryan soltando palavrões repetidamente, como uma homenagem não intencionalmente bem-sucedida ao estilo Joe Pesci — que destroem qualquer imersão que o terror havia construído. A virada cômica chega sempre no momento errado, sempre antes que o peso da cena pouse de verdade. O resultado é um filme que ri de si mesmo quando deveria estar nos fazendo segurar a respiração.
O que torna isso especialmente frustrante é uma revelação de bastidores que explica muito: em entrevista ao Hollywood Reporter, o próprio Cregger admitiu que cortou a maioria das piadas depois que o público de teste considerou o filme "engraçado demais". O que chegou às telas já é a versão corrigida — e ainda assim o desequilíbrio é evidente.
A sensação de que cenas foram removidas às pressas, de que o ritmo foi reorganizado na edição final para conter um humor que o diretor não soube calibrar desde o roteiro, está presente em vários momentos do segundo ato.
Austin Abrams não consegue sustentar o centro do filme. Bryan funciona como um NPC — alguém que existe para ser jogado de uma situação para outra sem que o espectador construa qualquer vínculo emocional real com ele. Falta presença, falta aquela qualidade de protagonista de survival horror que faz a gente torcer pela sobrevivência não como exercício intelectual mas como necessidade visceral.
Paul Walter Hauser e Zach Cherry aparecem em papéis coadjuvantes e têm mais personalidade em cena do que o protagonista — o que é um problema de escala considerável.
Os acenos para os jogos estão bem colocados e genuinamente me agradaram: a clássica máquina de escrever, a erva de cura guardada no carro, as armas penduradas na parede incluindo a espingarda 12, os arquivos de áudio funcionando como homenagem direta à mecânica dos jogos. Cregger conhece o material o suficiente para fazer os fãs sorrirem nos momentos certos. Mas esses detalhes existem dentro de um filme que os rodeia com escolhas questionáveis — e o maior pecado é a criatura principal. Uma massa genérica de corpos e membros unidos que poderia pertencer a qualquer produção de terror de orçamento médio.
Nenhum traço de identidade visual, nenhum impacto comparável a um Nemesis ou um Tyrant. Para uma franquia que construiu seu legado sobre monstros com personalidade, é uma escolha que apaga exatamente o que poderia tornar esse Resident Evil memorável.
Dariusz Wolski — que fotografou Prometheus e A Bruxa — entrega o melhor trabalho técnico do filme. Raccoon City sob a nevasca tem uma paleta fria e claustrofóbica que serve bem ao registro de survival horror que o filme persegue quando decide levá-lo a sério. Nos momentos em que Cregger confia na atmosfera e no silêncio, há lampejos do cineasta que admirei em Noites Brutais. São lampejos — breves, insuficientes, frustrantes exatamente porque mostram o que o filme poderia ter sido.
Saio do cinema com uma sensação que não esperava ter depois de um filme de Zach Cregger: indiferença. Não é raiva — a raiva exige investimento. É a decepção de quem esperava muito e encontrou um produto tonalmente partido, com um protagonista apagado, uma criatura sem identidade e piadas que chegam no momento errado. Resident Evil entretém em alguns momentos isolados e desperdiça todo o resto. Para uma franquia que esperou cinco anos por um recomeço digno, e para um diretor que demonstrou saber como fazer terror de verdade, é pouco. É muito pouco.
Nota: 2/10
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Nova imagem oficial da 3ª temporada de 'O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder'
A cena parece retratar um encontro real da corte anã de Khazad-dûm, condizente com um dos fios narrativos centrais confirmados para a nova temporada: Sauron deve confrontar diretamente Durin IV dentro do reino anão, enquanto o irmão de Durin retorna para disputar o trono — um conflito interno que promete se somar à ameaça externa representada pelo próprio Lorde do Escuro.
Segundo a logline oficial divulgada pela Prime Video, a temporada se passa cinco anos após a queda de Eregion, no auge da Guerra dos Elfos e Sauron: o Lorde do Escuro já conquistou praticamente todo o território de Middle-earth, restando apenas alguns bolsões isolados de resistência — Khazad-dûm, onde os Anões seguem trancados nas profundezas de suas salas de pedra, e os reinos élficos remanescentes. Os elfos, homens, anões e magos precisarão se unir contra o tempo para impedir que Sauron alcance a dominação total de toda a vida na Terra-Média.
A temporada também vai mostrar, pela primeira vez em toda a saga audiovisual — incluindo os filmes de Peter Jackson —, o interior da torre de Barad-dûr, onde Sauron finalmente forjará o Um Anel.
O elenco reúne o retorno de Galadriel (Morfydd Clark), Elrond (Robert Aramayo), Gil-galad (Benjamin Walker), Arondir (Ismael Cruz Córdova), Disa (Sophia Nomvete) e Rainha Míriel (Cynthia Addai-Robinson), além de novidades como a escalação de Celeborn, marido de Galadriel, e a introdução dos nove homens mortais destinados a se tornarem os Nazgûl.
O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder estreia sua terceira temporada em 11 de novembro na Prime Video.
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Enquanto isso o apoio da Galera só cresce apoia.se/borduna
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Essa cena de Homem-Aranha: Um Novo Dia é o coração emocional do filme. Não é só um momento de diálogo entre Peter Parker (Tom Holland) e Jean Grey (Sadie Sink).
É a consolidação de tudo o que a franquia vinha construindo desde Sem Volta para Casa: a solidão como preço do heroísmo, o luto que não se resolve com teias, e a ideia de que “com grandes poderes vêm grandes responsabilidades” também inclui a responsabilidade de não se isolar.
Tom Holland entrega aqui o que, na minha opinião, é sua melhor performance como Peter até agora. Não é o adolescente empolgado de De Volta ao Lar, nem o herói sobrecarregado de Longe de Casa.
É um homem jovem que já sabe o gosto da perda e ainda assim escolhe se abrir. Sadie Sink rouba a cena sem esforço. A Jean dela não é a Fênix Negra pronta, é uma adolescente aterrorizada que usa o poder como escudo. Quando ela baixa a guarda, o silêncio entre os dois fala mais alto que qualquer explosão de CGI.
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O que eu realmente amo é que, quando filmam o Homem-Aranha na cidade, eles preservam a inocência infantil dessa forma — e isso combina tanto com o próprio espírito do Homem-Aranha.
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'Homem-Aranha: Um Novo Dia' bate recorde histórico de bilheteria já nas sessões de prévia
O novo filme de Tom Holland como o Homem-Aranha arrecadou US$ 72 milhões apenas nas sessões de prévia de quinta-feira nos Estados Unidos, superando o recorde anterior, que pertencia a Vingadores: Ultimato (US$ 60 milhões em 2019) — até então o maior lançamento da história do cinema.
O resultado projeta uma estreia doméstica estratosférica: as previsões mais recentes apontam para algo entre US$ 330 milhões e US$ 357 milhões só no mercado americano, o suficiente para brigar diretamente com o recorde absoluto de abertura doméstica, ainda nas mãos de Vingadores: Ultimato. No âmbito internacional, a Sony projeta um acréscimo de US$ 270 a 300 milhões, elevando a expectativa de estreia mundial para a casa dos US$ 425 a 465 milhões — o que tornaria Um Novo Dia a terceira maior abertura global pós-pandemia, atrás apenas de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa e do sucesso animado Zootopia 2.
O filme se beneficia diretamente do fenômeno global que foi seu antecessor, Sem Volta para Casa (2021), que fechou sua trajetória nos cinemas com US$ 1,9 bilhão arrecadados mundialmente. Diferente daquele longa, porém, Um Novo Dia está estreando simultaneamente na China — mercado que ficou de fora da exibição de Sem Volta para Casa — o que pode impulsionar ainda mais os números finais além das projeções atuais dos estúdios.
Homem-Aranha: Um Novo Dia já está em cartaz nos cinemas brasileiros.
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A Odisseia de Nolan É Grande Demais Para Ser Tão Pequena
Cresci obcecado pela mitologia grega. Não da forma casual de quem leu um resumo escolar — era o tipo de obsessão que me fazia decorar a genealogia dos semideuses menores, debater as nuances entre as versões de cada mito e assistir ao Fúria de Titãs de 1981 e ao Jasão e os Argonautas de 1963 repetidas vezes, maravilhado com os monstros em stop-motion de Ray Harryhausen se movendo com aquela imperfeição gloriosa que nenhum efeito digital ainda conseguiu superar de verdade. Digo isso para deixar claro o quanto eu queria que A Odisseia de Christopher Nolan funcionasse. E o quanto dói constatar que ele era o diretor errado para essa história.
Com orçamento de 250 milhões de dólares, filmada integralmente em IMAX 70mm e estrelando Matt Damon como Odisseu, Tom Holland como Telêmaco, Anne Hathaway como Penélope e Robert Pattinson como o pretendente Antínoo, A Odisseia chega aos cinemas brasileiros com toda a armadura de um evento cinematográfico do ano. O problema de Nolan é o mesmo que assombra sua filmografia desde o começo: ele tem uma relação profundamente estranha com o maravilhoso. Não o suporta. E a Odisseia, de todas as obras que ele poderia ter escolhido adaptar, é essencialmente um catálogo de maravilhas.
A história dispensa apresentação, mas vale situar: após dez anos sitiando Troia — cuja queda é o território da Ilíada —, Odisseu leva outros dez tentando voltar para casa, em Ítaca, onde sua esposa Penélope resiste com paciência sobre-humana às investidas dos pretendentes que insistem que ele está morto. No meio do caminho, há ciclopes, sereias, feiticeiras, ninfas apaixonadas e a ira constante dos deuses. É a mais fantástica das duas grandes epopeias atribuídas a Homero — e Nolan trata esse repertório como um constrangimento a ser administrado em vez de um presente a ser explorado.
Já vivi algo parecido com a trilogia do Batman. Admiro dois terços dela, mas nunca me conformei com a decisão de abandonar a arquitetura sombria e delirante de Gotham em favor da modernidade genérica de Chicago. Um herói fantasiado de morcego, lutando contra um maníaco fantasiado de palhaço, num cenário que parece qualquer metrópole americana. Em A Odisseia, Nolan comete o mesmo erro em escala épica: minimiza os deuses, esvazia os monstros de cor e presença, e entrega um filme que insiste em ser austero numa história que pede exatamente o oposto.
Os deuses aparecem em conta-gotas. Zeus é apenas relâmpago, Poseidon apenas ondas. O Titã Hélio — pai de Circe — sequer é nomeado, o que é uma escolha tão inexplicável que parei para verificar se havia entendido errado. Zendaya interpreta Atena com a elegância contida que a personagem exige na maior parte do poema, mas usá-la como símbolo do horror vivido pela população de Troia é um erro de dramaturgia que lembra a polêmica de Oppenheimer — o mesmo diretor que substituiu Hiroshima e Nagasaki pela reação emocional de sua filha. Nolan parece incapaz de encarar o horror diretamente e sempre encontra um desvio.
O que funciona fica com as mulheres. Charlize Theron empresta coração ferido e solidão genuína à ninfa Calipso, e a sequência em Ogígia é um dos momentos mais intrigantes e melancólicos do filme. Samantha Morton como Circe entrega o único trecho que abraça o horror corporal e a fantasia com a coragem que o restante do filme recusa — ela é perigosa, é fascinante, e saí dessa cena querendo que o filme inteiro tivesse esse tom. Lupita Nyong’o como Helena tem presença e Nolan faz uma alteração interessante em sua história, mas o tempo de tela é tão curto que a ideia desaparece antes de ter peso. O figurino de Ellen Mirojnick também merece menção — Calipso em redes de pesca como alta costura é uma das poucas ideias genuinamente inventivas do filme.
Os monstros, porém, são onde A Odisseia fracassa com mais ruído. O ciclope Polifemo, para o qual Nolan optou por fantoche e perspectiva forçada — uma decisão que respeito em princípio —, foi drenado de toda cor, tornando-se uma massa acinzentada e argila que parece pertencer a outro filme. Cila lembra raízes de batata brotando. De Caríbdis vemos apenas o redemoinho. As Sereias são quase invisíveis. Nolan parece ter medo de deixar qualquer criatura existir em toda a sua estranheza, e o resultado é que nenhum dos encontros tem o impacto que deveria. A estrutura acaba se tornando repetitiva: desembarcar, encontrar algo terrível, correr de volta para os barcos com menos tripulantes. Funciona uma vez, duas vezes — não oito.
Matt Damon carrega o filme com competência, mas o roteiro do próprio Nolan não lhe dá espaço para o Odisseu de Homero — o mais astuto, o mais adaptável, o mais humano dos heróis gregos. Tom Holland é o destaque do elenco principal, com um Telêmaco que tem charme e presença suficientes para sustentar suas cenas. Pattinson como Antínoo e Hathaway como Penélope ficam aquém do que deveriam ser, ambos prejudicados por um diálogo que está tão longe da poesia quanto é possível estar — e a dicção mid-atlântica imposta a quase todos, num filme sobre gregos antigos, é uma opção que nunca deixa de ser estranha.
Ludwig Göransson é um dos melhores compositores trabalhando hoje, mas sua trilha aqui funciona mais como cobertura do que como composição — ela cresce e cresce, salvando cenas do diálogo que as habita, mas sem a identidade temática que seu trabalho em outras produções tem. A fotografia de Hoyte van Hoytema, um dos maiores cinematógrafos da atualidade, entrega a escala do IMAX mas sufoca tudo numa paleta escura e lamacenta que drena a cor do Mediterrâneo, do mar, dos monstros, do mundo inteiro.
Três horas de duração e o saque de Troia tem menos escala e tensão do que episódios de Game of Thrones. Isso, numa frase, resume o problema de A Odisseia: Nolan construiu um monumento técnico e entregou um épico sem maravilha. E sem maravilha, a Odisseia é só um homem que demorou muito para chegar em casa.
Nota: 6/10
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Personagens de Vinland Saga inspirados em figuras históricas que possuem estátuas pelo mundo:
Thorfinn Karlsefni – Possui uma estátua na Filadélfia, nos Estados Unidos, e outra em Reykjavik, na Islândia.
Gudrid – Sua estátua está localizada na Península de Snæfellsnes, na Islândia.
Canuto – Possui uma estátua na Catedral de Lichfield, no Reino Unido.
Leif Erikson – Também possui uma estátua em Reykjavik, na Islândia.
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O esquadrão que faltava: como a X-Force clássica dos quadrinhos poderia invadir X-Men ’97
O episódio 2 da segunda temporada de X-Men ’97 apresentou a nova X-Force com Cable no comando, Psylocke, Arcanjo, e os recrutas Jubileu e Mancha Solar — uma equipe paramilitar mais agressiva, disposta a métodos letais para conter ameaças como Apocalypse, em confronto direto com a X-Factor governamental de Destrutor, Polaris, Homem Múltiplo, Fortão e Lupina.
Mas quem acompanha os quadrinhos dos anos 90 sabe que essa é apenas a ponta do iceberg. A formação original de X-Force, criada por Rob Liefeld e Fabian Nicieza em “Novos Mutantes” #100 e “X-Force” #1 (1991), reunia Cable como líder ao lado de Domino, Míssil, Dinamite, Apache, Shatterstar e Feral — um elenco que vendeu mais de 5 milhões de cópias e definiu o tom paramilitar que a X-Force carrega até hoje. Logo depois, Siryn, filha de Banshee, se juntou ao time, reforçando ainda mais a formação clássica.
O detalhe que torna essa introdução narrativamente coerente é que Míssil já tem histórico de continuidade na animação clássica dos anos 90.
No episódio “Hidden Agendas”, da quinta temporada de “X-Men: The Animated Series”, ele foi apresentado como um jovem minerador de carvão do Kentucky, ainda sem controle total dos próprios poderes, disputado entre os X-Men e uma agência governamental hostil aos mutantes — exatamente o tipo de origem que Cable poderia explorar para recrutar um novo membro em X-Men ’97, dado que a série já estabeleceu tensões semelhantes entre mutantes e o governo. Domino, Feral e Apache também já apareceram brevemente em cenas de fundo da série clássica, o que dá à produção atual uma base sólida de continuidade para expandir esses personagens sem contradizer nada do que já foi estabelecido.
A hipótese que fica no ar: se Cable já está recrutando ativamente enquanto os X-Men permanecem desaparecidos, nada impede que a série amplie a equipe nos próximos episódios trazendo justamente esses nomes clássicos — completando a ponte entre a animação atual e a X-Force que Liefeld e Nicieza criaram há mais de trinta anos.
É apenas minha especulação neste momento — nada foi confirmado pela Marvel Animation —, mas o tom mais “sem limites” que a série já demonstrou no episódio 2 deixa a porta bem aberta para essa expansão. ⚡🧬
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O Filme de boku no kokoro teve a cena do beijo deles, que coisa mais linda
o negocio é procurar no pirata, por que pelo plataforma que foi vai demora pra chega aqui nos meios oficiais.
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Uma mesa, oito lendas e mais de 1,5 bilhão de cópias vendidas — Eiichiro Oda reuniu os gigantes da Shonen Jump em um único jantar
Eiichiro Oda, criador de "One Piece", convidou um grupo seleto de amigos mangakas para um jantar — e a lista de presentes parece tirada de uma seção de hall da fama da Weekly Shonen Jump.
Estavam à mesa Masashi Kishimoto ("Naruto"), Takehiko Inoue ("Slam Dunk", "Vagabond"), Hiroyuki Takei ("Shaman King"), Riichiro Inagaki ("Dr. Stone"), Gege Akutami ("Jujutsu Kaisen"), Kohei Horikoshi ("My Hero Academia"), Masakazu Katsura ("Video Girl Ai", "Zetman") e Masanori Morita ("Rokudenashi Blues"). O encontro só foi confirmado publicamente através de uma ilustração feita à mão por um dos participantes, registrando a noite.
Somados, os oito nomes à mesa representam mais de 1,5 bilhão de cópias vendidas globalmente — com Oda isolado na liderança, responsável por mais de 600 milhões dessas unidades sozinho. Kishimoto e Inoue completam o pódio de vendas do grupo, mas nenhum chega perto da escala do anfitrião.
A relação entre Oda e Kishimoto é particularmente histórica: os dois mantêm amizade de décadas, participaram até do casamento um do outro, e quando "Naruto" chegou ao fim em 2014, os autores trocaram homenagens cruzadas nas páginas finais de suas respectivas séries — o símbolo da Marca dos Chapéus de Palha apareceu escondido no capítulo final de Naruto, enquanto "One Piece" dedicou uma página de abertura mostrando Luffy compartilhando uma última refeição com o protagonista ninja.
O jantar recupera uma tradição que existia nos anos 1990, quando os principais nomes da Shonen Jump se reuniam anualmente em uma cabana para compartilhar experiências e trocar ideias longe das redações. Passadas mais de três décadas, a nova geração — representada por Akutami e Horikoshi — se juntou aos veteranos que definiram o gênero shonen como o mundo conhece hoje. 🍜📚
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X-Men perde três pilares em Vingadores: Doutor Destino — ausência de Jean Grey, Vampira e Tempestade pode esconder a maior tragédia do filme
Enquanto Patrick Stewart, Ian McKellen, James Marsden, Rebecca Romijn, Kelsey Grammer, Alan Cumming e Channing Tatum retornam confirmados para “Vingadores: Doutor Destino”, três das heroínas mais importantes do time clássico de X-Men ficaram de fora: Vampira (Anna Paquin), Jean Grey (Famke Janssen) e Tempestade (Halle Berry) não fazem parte do elenco confirmado.
Famke Janssen não poupou palavras sobre o assunto. Em entrevista à Nerdtropolis durante a SpaceCon 2026, a atriz declarou publicamente: “Acho que eles cometeram um erro, mas quem sou eu para dizer isso?” Janssen afirmou estar pronta para retomar o papel — inclusive prometendo uma “Fênix bem sombria” —, mas confirmou que a Marvel nunca fez contato. Ela não está sob nenhum acordo de confidencialidade, o que dá peso adicional à declaração.
As teorias para a ausência se dividem entre questões práticas e narrativas. Na prática, o elenco de “Doutor Destino” já é um dos maiores da história do cinema — Vingadores, Quarteto Fantástico, Thunderbolts e X-Men somados —, o que torna cada nome adicional uma equação complexa de agenda e orçamento.
No campo narrativo, a teoria mais forte sugere que o universo X-Men da Fox sofreu perdas pesadas nas incursões multiversais que motivam o filme, e que Jean, Tempestade e Vampira podem estar mortas ou simplesmente ausentes dessa linha temporal específica — dando peso emocional à luta dos sobreviventes contra Destino. Há ainda quem aposte que trazer a Fênix de volta resolveria o conflito rápido demais, dado o poder cósmico do personagem.
Uma pista adicional circula entre a imprensa especializada: os trailers de “Homem-Aranha: Um Novo Dia” já sugerem que Sadie Sink pode estar assumindo o manto de Jean Grey nesse novo capítulo do UCM — o que explicaria por que a Marvel optou por não trazer de volta a versão clássica da personagem ao mesmo tempo.
“Vingadores: Doutor Destino” estreia no Brasil em 17 de dezembro de 2026.
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Eles não conseguem esconder que estão apaixonados um pelo outro desde o início 🥰
Filme completo e legendado:
youtu.be/s2BzXpKkT10
( 📷: Sword Art Online - Unaswered//Butterfly )
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A open de Chainsmoker Cat com suas referências ao cinema.
#Chainsmokercat #ヤニねこ




















