
@DevMultitask Developer 👨💻 nerd 🤓 Javeiro ☕️ JUG leader @JavaMeetupSampa🐧OpenSource 📗 autor dos livros SpringBoot, MongoDB, Jenkins, Play 🇮🇹 🇯🇵 🇧🇷
Sao Paulo - Brazil
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Em 1637 um juiz francês escreveu uma frase na margem de um livro. Ela levou 358 anos para ser provada.
Em 2026, agentes de IA reescreveram a prova inteira em código checado por máquina.
A história das pessoas (e das máquinas) por trás do Último Teorema de Fermat 🧵
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No último meetup os alunos da Faculdade Flamingo entrevistaram os palestrantes Ricardo Mello e @boaglio como parte de um Projeto de Extensão da faculdade.
Confira a entrevista realizada 🎙️
Seguindo a tradição, recebi esse presente tão especial da equipe da @mspestudios e do @unicefbrasil: uma ilustração exclusiva ao lado da Mônica.
A Turma da Mônica faz parte da minha vida e de milhões de brasileiros. Em breve, vai estar também na do meu filho, levando leitura, diversão e aprendizado.
O time de embaixadores do UNICEF Brasil conta com a força da Mônica desde 2007 na luta pelos direitos das crianças e dos adolescentes. Estar agora ao lado dela nessa missão é uma honra imensa.
É um orgulho fazer parte desse momento e somar como aliado nessa causa! 💙
Obrigado pelo carinho e pela confiança. Tamo junto, @mspestudios, @TurmadaMonica e @unicefbrasil! 👊✨
#ParaCadaCriança #ViolênciaNãoCola #FuturoDasCrianças #TurmaDaMônica
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PT quer colocar NOVO IMPOSTO e não tem um BOLSONARISTA para me ajudar a BARRAR!
Com o ex-aluno RICHARD TAYLOR, em 19/09/1994 Wiles vê que uma ideia abandonada anos antes fecha o buraco: "Foi tão indescritivelmente belo..."
Maio de 1995, Annals of Mathematics: 358 anos depois da margem, Fermat vira teorema. Fim?
Hilbert não quis gastar 3 anos se preparando. Agentes formalizaram tudo em 11 dias.
Fermat disse que a margem era estreita demais. Tinha razão: a versão checada por máquina tem 13 milhões de linhas.
358 anos para provar. 11 dias para verificar.
1963: um menino de 10 anos acha um livro sobre Fermat numa biblioteca de Cambridge e decide que vai resolvê-lo.
Anos depois, o orientador JOHN COATES o convence a estudar curvas elípticas, que pareciam longe do problema.
Foi o melhor conselho da história do teorema.
O menino era ANDREW WILES. Ao saber de Ribet, largou tudo: 7 anos em segredo no sótão.
O primeiro a conferir foi NICK KATZ. Para disfarçar, Wiles criou um curso de pós. Os alunos desistiram um a um; sobrou Katz na sala, conferindo linha por linha.
1984: GERHARD FREY sugere que uma solução de Fermat geraria uma curva elíptica impossível de ser modular. JEAN-PIERRE SERRE aponta o que faltava.
1986: após um café com BARRY MAZUR, KEN RIBET fecha a lacuna. Agora, provar Taniyama–Shimura (caso semiestável) = provar Fermat.
1847: Lamé e CAUCHY anunciam, cada um, a prova completa em Paris.
Então ERNST KUMMER avisa: as duas supõem fatoração única, que ali falha. Ambas ruem.
Kummer cria os "números ideais" e resolve todos os primos até 100, menos 37, 59 e 67.
1931: KURT GÖDEL mostra que há verdades que não podem ser provadas. E se Fermat fosse uma delas?
Com ALAN TURING vieram os computadores. Nos anos 1990, o teorema estava checado até o expoente 4 milhões. Zero contraexemplos, zero prova: o infinito continua infinito.
1906: o industrial PAUL WOLFSKEHL deixa 100 mil marcos para quem provar o teorema. Chegam milhares de provas erradas.
DAVID HILBERT nem tentou: disse que precisaria de três anos só de preparação, e não tinha esse tempo para gastar num provável fracasso.
LEONHARD EULER (1707–1783) resolve n = 3 (carta de 1753).
SOPHIE GERMAIN (1776–1831), impedida de estudar por ser mulher, assinava "Monsieur Le Blanc". Foi a primeira a atacar uma família inteira de expoentes, não um só. O maior avanço em 150 anos.
Dois gregos prepararam o terreno.
EUCLIDES (~300 a.C.) criou a demonstração: não "testei um milhão de casos", mas "é impossível existir exceção". Guarde isso.
DIOFANTO (séc. III) escreveu a Arithmetica, sobre soluções inteiras de equações. Foi nela que tudo começou.





































