
professor @ufrj pesquisador biólogo/botânico. pela educação e saúde pública e de qualidade | diversidade sim 🏳️🌈🏳️⚧️✊🏽
Rio de Janeiro, Brasil
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Meu relato no conexao ufrj 🥰 conexao.ufrj.br/2022/02/da-s…
Bruno Garcia Ferreira retweeted
“VOCÊS TINHAM DO LADO DE VOCÊS A EXTREMA DIREITA POTENTE NO MUNDO: TRUMP, MILEI, NETANYAHU.
REALMENTE O QUE ACONTECEU AQUI NÃO FOI NORMAL. TANTO NÃO FOI NORMAL QUE A VIRADA MUNDIAL DO ENFRENTAMENTO DO FASCISMO, FOI ESSA ELEIÇÃO. A VIRADA MUNDIAL DO ENFRENTAMENTO DA EXTREMA DIREITA FOI ESSA ELEIÇÃO!
SE PREPARE PARA 3 DE NOVEMBRO NOS EUA 🇺🇸 ✅
SE PREPARE PARA 29 DE NOVEMBRO NA ESPANHA 🇪🇸 💪
E O “LÍDER” DE VOCÊS MOSTROU QUEM É: FUGIU!!!” #EUADidTheL #TheBolsonarosEffect #BetsNuncaMais #LiveDaVitoria #LaFuerzaDeLaGente
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🇧🇷 NY TIMES HUMILHA FLÁVIO BOLSONARO
A entrevista que o bolsonarismo prometia como vitrine internacional para Flávio Bolsonaro virou mais um capítulo de constrangimento para o senador. Publicada nesta quinta-feira (5) pelo The New York Times, a reportagem feita em Miami trata o filho mais velho de Jair Bolsonaro como um político que fugiu do Brasil para escapar de investigações e que insiste em alegações infundadas de fraude contra a vitória de Lula.
Paulo Figueiredo, aliado próximo da família, anunciou que seria a entrevista que a Globo teve medo de fazer, totalmente red pill. Eduardo Bolsonaro, que também fugiu para os Estados Unidos e foi condenado no Brasil, publicou foto do irmão diante da equipe do jornal.
Felipe Neto resumiu o resultado: o assessorzinho anunciou glória, mas o jornal humilhou o Flávio. Leia a matéria completa e veja como a vitrine prometida virou exposição.
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Vivemos em emergência climática e a prefeitura do Rio quer cortar recursos da Secretaria do Meio Ambiente!
Isso é o que está previsto no orçamento do município para 2027. Em entrevistei ao RJTV, manifestação a minha preocupação.
Hoje mesmo, durante a madrugada, vários bairros ficaram com ruas alagadas por causa da chuva.
O Rio precisa estar resiliente e adaptado para as mudanças climáticas que já estão em curso. E isso só será possível com mais investimentos em prevenção.
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DENÚNCIA: Ex bbb Matteus Amaral, crítico do PT e cuja família recebe o bolsa familia, presta contas de 16.500 do fundo eleitoral (dinheiro publico) com nota fiscal de empresa de jingle, mas ao pesquisar o resultado é uma loja de roupas femininas que sua noiva é garota propaganda.
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O Brasil elegeu pelo menos três senadores que já mataram pessoas nessa eleição: Derrite, Gayer e Van Hattem.
Imagine se a Globo tivesse falado sobre isso antes da eleição.
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Hoje, 4 de novembro, o Acordo de Paris completa dez anos de vigência. Adotado no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), compromete os países a manter o aquecimento global bem abaixo de 2°C e buscar limitá-lo a 1,5°C em relação aos níveis pré-industriais.
Os compromissos internacionais assumidos no Acordo de Paris ainda são insuficientes. Segundo relatório de 2026 do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), o aquecimento pode chegar a 2,6°C neste século, mesmo que todos os países cumpram integralmente suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) — os planos nacionais para reduzir emissões e enfrentar os impactos climáticos.
É urgente acelerar a implementação do Acordo de Paris e ampliar o compromisso global com a ação climática. Isso exige estratégias de longo prazo, financiamento, tecnologia e capacitação, com justiça climática e proteção a quem menos contribuiu para o problema, mas mais sofre seus impactos.
Concluído na COP28, o primeiro Balanço Global (GST-1) de cumprimento do Acordo de Paris avaliou o progresso coletivo e apontou questões-chave a serem enfrentadas, incluindo a transição para longe dos combustíveis fósseis nos sistemas energéticos, de forma justa, ordenada e equitativa, e os esforços para deter e reverter o desmatamento e a degradação florestal até 2030.
Nesta semana, a Presidência da COP30 lançou dois Mapas do Caminho internacionais nessas frentes. Embora sua inclusão nas decisões negociadas não tenha alcançado consenso em Belém, são uma importante contribuição da Presidência para apoiar os países na definição soberana de caminhos para transformar compromissos em ações.
O Brasil deve continuar liderando pelo exemplo e cumprindo seus compromissos internacionais. Isso significa avançar na implementação do Plano Clima, que orienta a execução da NDC brasileira, e aprofundar sua articulação com a transformação ecológica, direcionando investimentos e inovação para uma economia de baixo carbono e resiliente, com melhores empregos e distribuição de renda mais justa.
O país também precisa avançar na elaboração e implementação de dois mapas nacionais: um para superar, de forma justa e planejada, a dependência dos combustíveis fósseis; outro para zerar o desmatamento até 2030. Esses caminhos devem abrir novas trajetórias tecnológicas, mobilizar fluxos financeiros e investimentos na nova economia, gerando emprego, renda e oportunidades para comunidades e trabalhadores, com participação social.
De 9 a 20 de novembro, a COP31 reunirá a comunidade internacional em Antalya, na Turquia. O Brasil passará o bastão à próxima Presidência, na expectativa de aprofundar os resultados de Belém e acelerar a implementação dos compromissos.
A COP31 iniciará o segundo Balanço Global (GST-2), que reavaliará a implementação coletiva do Acordo. Precisamos assegurar que o balanço considere as contribuições dos Mapas do Caminho internacionais, do Balanço Ético Global (realizado em 2025) e das avaliações do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC), reunindo caminhos concretos de implementação, justiça climática e as melhores evidências científicas disponíveis.
É preocupante qualquer tentativa de enfraquecer o IPCC e a ciência climática. As avaliações científicas mais recentes precisam estar disponíveis a tempo de orientar o Balanço Global e a definição de metas climáticas à altura do desafio que enfrentamos. Defender o papel central da ciência como base comum para a ação climática é fortalecer o multilateralismo e o Acordo de Paris.
Marina Silva não apenas deve seguir no MMA, Marina deveria contar com o mais importante e poderoso dos Ministérios.
Hoje, 4 de novembro, o Acordo de Paris completa dez anos de vigência. Adotado no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), compromete os países a manter o aquecimento global bem abaixo de 2°C e buscar limitá-lo a 1,5°C em relação aos níveis pré-industriais.
Os compromissos internacionais assumidos no Acordo de Paris ainda são insuficientes. Segundo relatório de 2026 do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), o aquecimento pode chegar a 2,6°C neste século, mesmo que todos os países cumpram integralmente suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) — os planos nacionais para reduzir emissões e enfrentar os impactos climáticos.
É urgente acelerar a implementação do Acordo de Paris e ampliar o compromisso global com a ação climática. Isso exige estratégias de longo prazo, financiamento, tecnologia e capacitação, com justiça climática e proteção a quem menos contribuiu para o problema, mas mais sofre seus impactos.
Concluído na COP28, o primeiro Balanço Global (GST-1) de cumprimento do Acordo de Paris avaliou o progresso coletivo e apontou questões-chave a serem enfrentadas, incluindo a transição para longe dos combustíveis fósseis nos sistemas energéticos, de forma justa, ordenada e equitativa, e os esforços para deter e reverter o desmatamento e a degradação florestal até 2030.
Nesta semana, a Presidência da COP30 lançou dois Mapas do Caminho internacionais nessas frentes. Embora sua inclusão nas decisões negociadas não tenha alcançado consenso em Belém, são uma importante contribuição da Presidência para apoiar os países na definição soberana de caminhos para transformar compromissos em ações.
O Brasil deve continuar liderando pelo exemplo e cumprindo seus compromissos internacionais. Isso significa avançar na implementação do Plano Clima, que orienta a execução da NDC brasileira, e aprofundar sua articulação com a transformação ecológica, direcionando investimentos e inovação para uma economia de baixo carbono e resiliente, com melhores empregos e distribuição de renda mais justa.
O país também precisa avançar na elaboração e implementação de dois mapas nacionais: um para superar, de forma justa e planejada, a dependência dos combustíveis fósseis; outro para zerar o desmatamento até 2030. Esses caminhos devem abrir novas trajetórias tecnológicas, mobilizar fluxos financeiros e investimentos na nova economia, gerando emprego, renda e oportunidades para comunidades e trabalhadores, com participação social.
De 9 a 20 de novembro, a COP31 reunirá a comunidade internacional em Antalya, na Turquia. O Brasil passará o bastão à próxima Presidência, na expectativa de aprofundar os resultados de Belém e acelerar a implementação dos compromissos.
A COP31 iniciará o segundo Balanço Global (GST-2), que reavaliará a implementação coletiva do Acordo. Precisamos assegurar que o balanço considere as contribuições dos Mapas do Caminho internacionais, do Balanço Ético Global (realizado em 2025) e das avaliações do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC), reunindo caminhos concretos de implementação, justiça climática e as melhores evidências científicas disponíveis.
É preocupante qualquer tentativa de enfraquecer o IPCC e a ciência climática. As avaliações científicas mais recentes precisam estar disponíveis a tempo de orientar o Balanço Global e a definição de metas climáticas à altura do desafio que enfrentamos. Defender o papel central da ciência como base comum para a ação climática é fortalecer o multilateralismo e o Acordo de Paris.
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🚨 O que está acontecendo no Morro de São Paulo, na Bahia, que o Brasil precisa saber?
Há meses circulam denúncias de moradores e trabalhadores sobre conflitos envolvendo turistas israelenses, incluindo relatos de intimidação, desrespeito à população local e hostilidade contra manifestações de solidariedade à Palestina.
A região também se tornou um destino popular entre jovens israelenses que acabaram de cumprir o serviço militar.
Mas qual é a verdadeira dimensão dessa situação? O que está acontecendo nos bastidores? E como as autoridades estão lidando com as denúncias?
Quero ouvir principalmente quem mora e trabalha em Morro de São Paulo.
Se você conhece os fatos, tem vídeos, documentos ou relatos que possam ajudar na apuração, entre em contato.
O Brasil precisa conhecer essa história. E quem vive aí precisa ser ouvido!
Bruno Garcia Ferreira retweeted
Daniela Marcury foi boicotada 2 anos, retirada do Festival Virada Salvador pq não concordava com o prefeito, aí agora ACM Neto vem falar de democracia pra contratar Jorge e Mateus...
VÁ SE FUDER
Bruno Garcia Ferreira retweeted
É assim que a Globo manipula informações, induzindo ao erro, até deparar com um entrevistado inteligente e perspicaz.
Aí a gente entende melhor porque a emissora prefere “alguns determinados” indivíduos pra entrevistar. Quer dizer, pra confirmar mentiras.
Bruno Garcia Ferreira retweeted
"Passado o período eleitoral, é preciso entregar a promessa de cortar gastos e fazer um ajuste fiscal robusto."
"Não tem promessa nenhuma de cortar gastos e fazer um ajuste robusto. Você ouviu o presidente Lula falando isso? Desculpe, eu não ouvi."
Bruno Garcia Ferreira retweeted
EXCLUSIVO: O deputado Roberto Monteiro (PL), pai do influencer Gabriel Monteiro, destinou R$ 5 milhões em emendas a uma ONG de fachada, cujo presidente já foi acusado de ligação com Marcinho VP, líder do CV. +
ururau.com.br/colunas/sem-fi…
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Eduardo, preciso que você me diga 54 números entre 1 e 60 antes do fim do ano
Bruno Garcia Ferreira retweeted
em choque q o show da velha roubou a cena todinha do rock the mountain só se fala nele no meu tt mas realmente ivete tava com sangue nos olhos pra tirar o coro do povo show babilônico demais
Bruno Garcia Ferreira retweeted
A tal matéria que os bolsonaristas estavam todos felizes e ansiosos pra sair no NY Times acabou que é uma verdadeira PORRADA na cara desses vermes! Reportagem longa e com foto expondo para todos os golpistas, picaretas e covardes que esses caras são. E como estão sendo acobertados com outros escroques do quilate de Milei e Trump. Vexame mundial! Devem estar PUTOS! nytimes.com/2026/11/05/world…
Bruno Garcia Ferreira retweeted
Vamos ajudar o IBAMA e ICMBio se tornarem instituição de ESTADO?
Oq é isso?
Um MILICIANO pode virar presidente e ACABAR com IBAMA e ICMBio (qse isso aconteceu!)
Sendo carreira de estado as balsas e a maquinas de garimpo seguirão sendo queimadas
Vota SIM
www12.senado.leg.br/ecidadan…




























