Pai & Privilegiado // Política, Design e tudo o que é humano. Nunca perco no jogo do galo

Porto. Lisbon. Elsewhere.
Joined July 2008
Daniel T Santos retweeted
sou director executivo numa multinacional, no privado, e hoje faço greve; explico porquê: Durante o último governo AD, eu era lead de um departamento, e vi, um a um, o resto da equipa emigrar — não foram piegas — e fiquei apenas eu. Emigraram todos. Hoje é a mesma coisa. +
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Porcentaje de empleados públicos respecto a la población activa: 🇳🇴 Noruega: 30.69% 🇸🇪 Suecia: 28.66% 🇩🇰 Dinamarca: 27.61% 🇮🇸 Islandia: 24.95% 🇫🇮 Finlandia: 24.24% 🇪🇪 Estonia: 22.70% 🇱🇹 Lituania: 21.92% 🇫🇷 Francia: 21.23% 🇨🇦 Canadá: 19.87% 🇱🇻 Letonia: 19.61% 🇮🇱 Israel: 19.58% 🇭🇺 Hungría: 18.86% 🇸🇰 Eslovaquia: 18.52% 🇧🇪 Bélgica: 18.29% 🌐 OECD: 17.91% 🇵🇱 Polonia: 17.25% 🇸🇮 Eslovenia: 16.74% 🇦🇹 Austria: 16.67% 🇬🇷 Grecia: 16.65% 🇨🇿 República Checa: 16.57% 🇬🇧 Reino Unido: 15.98% 🇪🇸 España: 15.58% 🇺🇸 Estados Unidos: 14.91% 🇮🇪 Irlanda: 14.91% 🇵🇹 Portugal: 14.07% 🇮🇹 Italia: 13.21% 🇹🇷 Turquía: 13.06% 🇲🇽 México: 12.50% 🇱🇺 Luxemburgo: 12.21% 🇳🇱 Países Bajos: 11.71% 🇩🇪 Alemania: 10.63% 🇨🇭 Suiza: 10.15% 🇵🇪 Perú: 9% 🇪🇨 Ecuador: 7% 🇨🇴 Colombia: 3,7% Fuentes combinadas: OCDE, Our World in Data , World Population Review #DatosNoRelatos
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Um gajo provoca te podes chamar lhe cabrão por ex, se partes para insultos racistas és só um racista de merda e não devias ter lugar no futebol. A dificuldade de muita gente em perceber isto é que são também eles racistas
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I'm Boris and I created Claude Code. I wanted to quickly share a few tips for using Claude Code, sourced directly from the Claude Code team. The way the team uses Claude is different than how I use it. Remember: there is no one right way to use Claude Code -- everyones' setup is different. You should experiment to see what works for you!
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Rent-a-Human wants AI Agents to hire humans as gig workers 🤖💪😅 Made by #AlexanderLiteplo after the sudden success of @openclaw and @moltbook is Rent-a-Human the start of a new AI gig worker economy or a smart satire? mashable.com/article/rent-a-…
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Um dia em que o Henrique Raposo malha na trupe da Observador é sempre um bom dia
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Mensagens que envelhecem bem
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I just started a Substack! You can subscribe to it here danieltsantos.substack.com/?…
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Ser um povo preguiçoso + trabalhar pouco + proteção excessiva = campeões europeus de burnout. A matemática bate certo ✅
Top 15 European Countries with the Highest Risk of Burnout Surprised? Source: smallbusinessprices.co.uk/eu…
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Há 3 modos de ignorância (Arrogante, Indolente, Malévola), que quando articuladas contribuem para limitar a democracia e a justiça social, alimentando sociedades menos plurais, menos justas e mais vulneráveis à manipulação e à exclusão de saberes. outraspalavras.net/crise-civ…
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Há 50 anos, a 31 de julho de 1974, era lançado o programa Serviço de Apoio Ambulatório Local (SAAL), por um despacho conjunto do ministro da Administração Interna, Manuel da Costa Brás, e do secretário de Estado da Habitação e Urbanismo, Nuno Portas. O programa destinava-se a apoiar a participação de populações e entidades na transformação e reconversão urbanas, articulando os cidadãos e os técnicos do Estado. Tutelado pelo Fundo de Fomento de Habitação, o SAAL assumiria uma orgânica maleável, descentralizada e dinâmica, ajustando-se ao longo da sua vigência. Um ano depois da sua criação, em agosto de 1975, o SAAL abrangia 41 operações, existindo 53 pedidos pendentes. As novas casas e novas infraestruturas proporcionaram melhores condições habitacionais às populações mais carentes. O projeto contou com a participação de importantes arquitetos portugueses, como Fernando Távora, Álvaro Siza, Manuel Tainha, Raúl Hestnes Ferreira, Manuel Vicente, Alcino Soutinho, Sergio Fernandez, Pedro Ramalho, Rolando Torgo, Gonçalo Byrne, Domingos Tavares, Alfredo Matos Ferreira, José Veloso, entre muitos outros. 📷 Bairro do Leal, Porto. Projeto de Sérgio Fernandez. Fotografia de Luis Ferreira Alves #FitaDoTempo #25deAbril #50anos25abril #50x2 #50xTodos #FitaDoTempo
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Bingo @EmmaBat_ 🎯 E esse espetáculo não é apenas um conjunto de imagens e vídeos de 15s, mas uma relação social mediada pelas imagens, onde prevalece a passividade e alienação do público, que assiste à política como espetáculo e CONSOME seus conteúdos como mercadoria.
Replying to @Adriano_PCampos
sabe perfeitamente o q anda a fazer e é precisamente o mais preocupante.N é ingenuidade, é estratégia. Tem 26 anos, sim, mas isso n explica tudo. Falta-lhe maturidade e, sobretudo, princípios. Representa uma geração politicamente moldada p/o espetáculo, n para servir a democracia
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Para recuperar uma democracia viva, seria preciso resgatar o princípio de que “A FORMA” (imagem, discurso, evento) deve estar a serviço da “FUNÇÃO” participação real, decisão coletiva, transformação social
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O foco está no CONSUMO: prioriza-se o que é visível, sedutor e vendável, substituindo o sentido democrático e funcional da política por uma versão empobrecida, alienada e alienante, acentuando desigualdades e reduzindo a liberdade (ainda que dê ilusão do seu contrário).
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Quando o paradigma se inverte para “Forma > Função”, a estética, o impacto visual e a imagem passam a prevalecer sobre o uso prático. Ora também o domínio do espetáculo na política implica uma inversão de valores e os resultados estão globalmente à vista de todos.
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Paralelismo (enquanto designer): um dos princípio clássicos do design é: “forma segue a função”. Basicamente, orienta a criação a partir das necessidades práticas e utilitárias: a aparência de um objeto deve ser determinada pelo seu propósito.
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A democracia “espetacular” permite a aparência de liberdade e discussão, sem afetar efetivamente o exercício do poder real, que permanece opaco, invisíveis e elitista (não é teoria da conspiração), à margem do processo democrático tradicional.
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