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O primeiro passo é reconhecer que a revolta do povo contra o sistema é legítima. Precisamos dar a direção correta à raiva popular.
Os eleitores de Flávio Bolsonaro não são nossos inimigos. Não caiam nesse papo. Além de um erro de análise, é uma estupidez eleitoral.
Precisamos mostrar que um governo Flávio Bolsonaro significaria a destruição do país. Mas precisamos compreender que, para quem já não enxerga nenhum futuro, a ameaça de destruição pode não assustar. Há quem pense: se minha vida já está uma merda e não tenho nenhuma perspectiva de melhora, que se dane, que esse presente horroroso seja logo destruído.
Por isso, precisamos ouvir o povo, compreender sua revolta e disputar sua direção.
E precisamos cobrar que a campanha do presidente Lula mude de rumo. Alertar sobre a destruição é necessário, mas insuficiente. Precisamos oferecer ao povo um futuro pelo qual valha a pena lutar, e não apenas um presente que ele deva defender.
Nem tudo é sobre a comunicação.
Pois é, até eu comecei a duvidar de tanto que eu lia esse cara cravar o resultado. Fica a lição.
O engraçado é agora ler uma porrada de gente da extrema-direita dizer que foi um erro colocar um miliciano pra concorrer com o Lula e que qualquer outro que não o Flávio ganhava ahahaha. Porra, aí do lado de vcs só tem vagabundo e miliciano, então engole o choro e aceita.
Lula uniu a família brasileira. Vai unir até a família Bolsonaro. Em breve, o filho vai morar com o papai. Não foge não, Flavinho, agora fica.
Meu vizinho bolsonarista tá batendo com a cabeça na parede com muita força e gritando de dor, devo chamar o SAMU?
As autoridades devem agir URGENTEMENTE contra os deputados bolsonaristas que estão anunciando um golpe. Estão planejando algo pior que o 8 de janeiro. E estão avisando publicamente isso. Não podem deixar essa gente solta colocando a vida de milhares de pessoas em risco.
Os deputados bolsonaristas que estão anunciando um golpe querem fazer companhia ao Bolsonaro pai nos próximos anos ou é impressão minha?
David Deccache retweeted
Roteiro do golpe
O bolsonarismo usou seu poder econômico para criar caos na eleição e impedir o direito ao voto. Agora começa uma onda de perfis bolsonaristas falando em “golpe”. As Big Techs vão estimular os posts bolsonaristas e vão fortalecer um clima de violência nas ruas. Se confirmada a derrota de Flávio Bolsonaro, os Estados Unidos não reconhecem o resultado e falam em fraude.
RT @samiabomfim: Meu irmão foi morto há 3 anos. Foram 14 tiros. Soube pela imprensa. Ele e mais três médicos estavam num quiosque na Barra…
Pessoal, um lembrete meio óbvio: amanhã teremos uma das batalhas mais importantes da nossa história. E ainda há tarefas. Não esqueçam de falar com parentes e vizinhos ainda hoje, especialmente com os idosos, para quem o voto é facultativo.
Independentemente do resultado de amanhã, gostaria de registrar o quanto a militância foi incrível ao longo dessa campanha. Deu aula nas ruas, nas redes, deu o sangue. E isso é motivo de muito orgulho e esperança.
Talvez seja por isso que, apesar de tudo, me sinto mais tranquilo do que esperava. Estava mais ansioso no primeiro turno. Vou dormir em paz sabendo que, nos últimos quatro anos, na medida das minhas poucas capacidades e do meu alcance limitado, lutei o quanto pude para derrotar a extrema-direita, ao lado de poucos e bons camaradas.
Chegou a hora de os eleitores de Flávio Bolsonaro assumirem a responsabilidade pelo altíssimo risco de morte dos parentes que não possuem plano de saúde. Flávio Bolsonaro irá destruir de vez o SUS para alavancar os planos de saúde. Isso irá colocar a vida de milhões em risco. É a sua mãe, sua avó, seu filho. Quem não tem plano sofrerá muito mais. Estudos mostram que, dada a magnitude dos cortes, mais de 1 milhão de pessoas podem morrer por conta disso nos próximos 20 anos.
Avise ao seu parente que vota em Flávio que ele será cúmplice se alguém da sua família morrer nos próximos anos por falta de atendimento, cirurgias, médicos e medicamentos no SUS. Idosos e crianças são os que mais sofrem.
David Deccache retweeted
O debate da mentira
Flávio Bolsonaro mentiu durante todo o debate. Mas mesmo com suas mentiras, algumas coisas ficaram escancaradas: Flávio Bolsonaro é contra a licença maternidade, defende policial assassino de crianças, quer atacar aposentadoria, BPC e Bolsa Família, não nega que é miliciano e funcionário fantasma do pai.
Amanhã, às 14h no Farol Brasil, vamos tratar de todas as mentiras de Flávio Bolsonaro.
Balanço do debate:
Flávio Bolsonaro não conseguiu ganhar votos, mas também não deve ter perdido. Vale lembrar que cerca de 5% dos seus eleitores não são convictos. Lula certamente não perdeu votos e pode ter conquistado alguns poucos votos entre os indecisos. Leve vantagem para Lula, portanto. Explico.
Flávio pareceu falso demais. Treinado demais para parecer outra pessoa. Tentou parecer mais tucano e menos bolsonarista. A estratégia pode ter sido suficiente para não perder votos entre os seus eleitores, mas dificilmente passou despercebida pelos indecisos, que tendem a ser mais atentos aos detalhes.
Lula, por sua vez, pareceu mais espontâneo e autêntico, inclusive nos seus erros e no cansaço. E isso conta muito para quem ainda está tentando decidir seu voto. Sinceridade ganha voto.
Em uma eleição tão apertada, conquistar mesmo uma parcela muito pequena de um contingente tão grande de indecisos pode fazer toda a diferença.
Flávio Bolsonaro é um mentiroso. Publicamos um estudo que mostra que os cortes que ele e sua equipe estão planejando podem provocar 742 mil mortes adicionais em vinte anos por falta de recursos na saúde, podendo chegar a 1,14 milhão no cenário de maior impacto.
Flávio esconde os dados e os impactos do seu projeto de morte. Nós mostramos.
Isso aqui é o PSOL DO RIO DE JANEIRO virando pro Lula! Grande @WilliamSiriRJ!
Muito boa a análise do Jones e quero ver se a economista do Flávio Bolsonaro tem coragem de debater sobre isso com ele.







