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Passam-se os anos e seguimos sendo o “país do futuro” - que é sempre adiado.
América Latina es una trampa.
“Martín (Hache)”, de 1997.
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Emílio Odebrecht falando sobre Lula, o porto de Mariel, em Cuba, e o BNDES.
Você lembra?
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Kim Kataguiri é brilhante. Menos que isso eu não aceito! Mensalão e Petrolão não foram apenas escândalos de corrupção. Foram o verdadeiro golpe contra a democracia. O Parlamento virou moeda de troca, e a ironia é brutal. Quem hoje posa de guardião da democracia carrega as marcas do autoritarismo que diz combater.
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O QUE A VENEZUELA DE 2016 NOS ENSINA E O ALERTA VERMELHO
Em 2015 Maduro teve uma derrota brutal nas eleições legislativas.
A oposição conseguiu maioria qualificada de 112 deputados.
Com isso conseguiria fazer reformas na constituição, mudar leis, fazer impeachment de ministros do supremo e fiscalizar o governo.
Era um freio e contrapeso que enfim parecia surgir no nosso país vizinho.
Mas o regime não deixaria barato. Se antecipando, ainda em 2015, antes do novo congresso oposicionista assumir, Maduro fez um "acordo" de aposentadoria em bloco com 13 ministros do supremo, que estavam prestes a se aposentar.
A manobra era clara: impedir que os próximos 13 nomes indicados tivessem que passar pela aprovação do congresso.
Maduro então fez as indicações "express" e manteve uma maioria absoluta das cortes superiores.
Quando o novo congresso assumiu em 2016, mais um duro ataque do regime.
O partido PSUV, aliado de maduro, entrou no supremo com um pedido de cassação do mandato de 4 parlamentares (3 da oposição e 1 da base do governo).
Com uma denuncia genérica e sem provas relevantes, os deputados foram acusados de terem feito "abuso de poder econômico" e "compra de votos".
Poucos dias depois a Suprema corte cassou o mandato desses 4, e proibiu a posse.
Pq exatamente 3 opositores? Era o número necessário para que o congresso perdesse a maioria qualificada.
Ou seja, o Congresso voltaria a ser decorativo. Sem poderes de impedir o avanço e consolidação do chavismo.
Mas o congresso não ia deixar barato. Muitas pessoas estavam revoltadas.
E em janeiro o presidente, Henry Ramos Allup, declarou inválida a decisão do supremo e empossou os deputados.
O congresso também questinou a manobra ilegal de Maduro dos 13 juízes indicados a toque de caixa.
Criou uma comissão de investigação jurídica e legal para avaliar as nomeações "express" dos 13 juízes.
Com base nas leis vigentes e na constituição, em julho de 2016 o congresso determinou o afastamento dos 13 juízes.
No dia seguinte a decisão da assembleia venezuelana, o supremo votou de forma urgente pela anulação completa: nulo e sem efeito jurídico.
Em seguida, o ministério das finanças bloqueou todos os RECURSOS destinados a câmara.
Deputados pararam de receber salários e foram asfixiados financeiramente.
Em seguida, entre agosto e setembro de 2016 o Supremo declarou que todos os atos e determinações vindas da câmara de deputados, seriam nulas e sem efeitos.
Até que o congresso voltasse a obedecer as decisões do supremo.
O Supremo ainda autorizou Maduro a governar por decretos, e aprovar e gerenciar o orçamento diretamente com o judiciário.
E em março de 2017 o supremo publicou as sentenças 155 e 156, que permitia que o Supremo assumisse as funções legislativas.
Com o povo nas ruas e uma convulsão social, Julio Borges, presidente da assembleia na época liderou uma votação e juramentou 33 novos magistrados legítimos, ministros da suprema corte.
Muitos parlamentares foram para os EUA, buscaram cortes internacionais para denunciar o golpe juristocrata de Maduro.
Milhares de chavistas foram as ruas com a narrativa de "defesa da soberania". A população estava dividida.
Maduro ainda tinha muito apoio de Militantes lobotomizados.
Com este apoio, maduro, junto com a suprema corte "oficial" determinou a prisão imediata dos 33 magistrados aprovados pelo congresso.
A denuncia: traição a pátria e usurpação de funções.
Nesse momento, ocorreram prisões de vários opositores, juízes, e muitos tiveram que fugir do país, se refugiando nos EUA, no Chile etc.
Eram chamados de "fugitivos" e "criminosos" pelos militantes na internet.
Militares de baixa patente se revoltaram e se rebelaram. Centenas foram presas. A alta cúpula estava alinhada com o regime.
A partir daí o regime chavista teve a consolidação plena.
Se é isso que vai acontecer com o Brasil eu não sei. Torço que não. Mas a história sempre tem muito a nos ensinar.
Estejamos alertas.
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Vamos falar de fatos. Não de opinião?
1. O país está pagando hoje praticamente R$ 1,2 trilhão de juros ao ano e com a maior dívida/PIB da história.
2. Temos o maior juro real do planeta
3. Governo Lula já admite que faltará dinheiro para políticas públicas em 2028, mesmo assim tá prometendo tudo
4. Ditaduras modernas se fazem com judiciário, e aparelhamento, não com tanques e soldados
5. Hoje existem vários jornalistas, blogueiros, e opositores exilados, com todas contas bloqueadas, passaportes bloqueados por "crime" de opinião. Há 1 mês um jornalista da metrópoles denunciou ter sido ameaçado de prisão por falar.
6. Mais de 80% dos inquéritos abertos contra políticos nos últimos anos são contra políticos da oposição.
7. Mães de família e pais de família, pessoas doentes e idosos do 8/1 foram condenados e presos por até 17 anos, sem duplo grau de jurisdição, sem devido processo legal
8. Inflação de alimentos subiu quase 10% nos últimos 12 meses (8,8%). Tá tudo caro pra caramba.
9. Este ano um jornalista teve sua casa invadida pela polícia e o sigilo da fonte (cláusula pétrea) foi rasgado.
10. Em 2024 está rede sociais foi censurada no país por se negar a praticar censura prévia e ordens ilegais (as ordens eram para censurar PERFIS INTEIROS). E quem usasse essa rede, inclusive via VPN, seria multado em R$ 50 mil por dia.
11. Ministro G. M. modificou, arbitrariamente e monocraticamente, as regras para impeachment de ministro. Atropelando o congresso.
12. Lula estendeu tapete vermelho para um ditador (Maduro) em 2023.
13. Lula prometeu em setembro de 2022 e em outubro não indicar amigos pessoais para a corte. Indicou.
14. Lula prometeu acabar com os sigilos. Não acabou, e os fortaleceu.
15. Juros recordes consomem brutalmente o orçamento público, e isso coloca em risco os programas sociais e bolsa família
16. O escândalo do INSS nasceu e se consolidou com o PT da Bahia, com o Credcesta.
17. A Veja divulgou um áudio de Vorcaro admitindo que o dinheiro para o filme de Lula em 2024 foi por fora e errado. Uma perícia confirmou a veracidade do áudio
18. O governo foi contra a CPMI do master e CPI do INSS. Inclusive, na CPI do INSS, acionaram ministro dino para ANULAR quebras de sigilo de Lulinha
Só alguns pra gente começar.
Mas já sei, você dirá que nada disso são fatos. E partirá para espantalhos ou whataboutism.
E isso só prova seu sério adoecimento mental. Busque ajuda.
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Pra vocês terem noção de quanto o esquerdista médio do Leblon está descolado do povo e com o cérebro apodrecido de ideologia.
O sujeito acha que o motivo do Bolsonaro ser popular é que ele é branco do olho claro com sobrenome italiano.
E mesmo com o Kim explicando de forma bem didática o exato oposto, ele insiste no dogma neo-religioso que é tudo porque o patriarcado branco cis-hétero racista machista fascista taxista não sei o que.
Senhores, depois da morte do Lula a esquerda inteira vai diminuir ao tamanho do PSOL.
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ROSEANN KENNEDY: "Uma análise feita por criminalistas confirma que o documento entregue ao TSE é uma jogada de marketing. Sem viabilidade técnica, a tendência é que seja arquivado sem decisão da Justiça Eleitoral. O caso está com relatoria do ministro André Mendonça, no TSE."
🔗 Leia a coluna completa em x.gd/K6hiw
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"Lula propõe abrir seu sigilo."
Beleza. Agora olha o que Joesley Batista dizia em 2017:
A esquerda gosta de zoológico de gente. Defende o pobre e as minorias, desde que eles não pensem.
O enterro do lulismo e a tragédia dos donos da virtude
O Brasil inventou o velório preventivo. A urna nem abriu, os institutos fazem necropsias estatísticas, e já circulam carpideiras com a expressão de quem perdeu um parente rico.
Há angústia no ar. Nos metrôs, nos escritórios, nos elevadores. Uma hecatombe existencial. E tudo porque o lulismo está sendo enterrado.
Desde quando perder eleição virou ameaça à própria alma?
Milagre perverso do populismo: políticos viram deuses; eleitores, devotos. O sujeito já não escolhe um presidente. Escolhe um pai, um redentor, um certificado de superioridade moral. O voto virou sacramento. A urna, confessionário.
E agora os santos descobrem que o céu não lhes pertence.
Vejam a cena. Sexta-feira, quatro da tarde. Um diretor de marketing, desses que falam de diversidade como quem descobriu a penicilina, descobre que o rapaz da contabilidade vai votar em Flávio Bolsonaro.
O homem paralisa.
Meu Deus! O pobre pensa!
Como? Não viu os documentários? Não compreendeu o privilégio de ser defendido por gente tão esclarecida?
Até ali, o funcionário era uma ideia. Uma estatística com crachá que justificava a grandeza moral do chefe.
E eis que a abstração abre a boca!
A esquerda de salão cultivou uma paixão narcísica pelo povo. Não pelo povo concreto, que pega ônibus às seis e vota em quem quer. Amava o povo imaginário, aquele que cabe num slide e reflete a beleza de quem o defende.
Era Narciso diante de um lago chamado justiça social.
Agora o lago reflete outra coisa.
E Narciso está à beira de um ataque de nervos.
Durante anos, votar em Lula funcionou em certos salões como certificado de boa formação espiritual. O sujeito podia desprezar subordinados e humilhar garçons. Mas votava certo! E essa absolvição eleitoral apagava seus pecados.
Criou-se uma aristocracia da virtude. Uma nobreza sem brasão, cujo título era estar do lado correto da história.
Quando a democracia discorda, começa a investigação da imbecilidade nacional.
O povo foi enganado! Pelo pastor, pelo algoritmo, pelo WhatsApp!
Nunca lhes ocorre a hipótese mais ofensiva: o povo entendeu perfeitamente.
Entendeu Lula, o PT, seus personagens requentados, suas velhas promessas, a convicção de indispensabilidade. E resolveu dizer basta.
Nietzsche reconheceria o espetáculo. O ressentido perde a disputa e procura vencer no tribunal da consciência. Sem maioria, declara-se superior à maioria.
A vingança dos impotentes: transformar derrota em virtude.
Lula voltou prometendo restaurar o futuro. Trouxe os mesmos personagens, métodos e certezas cansadas. Sobras políticas apresentadas como alta gastronomia democrática.
O Brasil pediu renovação e recebeu comida requentada, servida por garçons que se consideravam donos do restaurante.
Agora seus fiéis procuram culpados por toda parte, menos no governo. Admitir o fracasso do messias exigiria algo intolerável: admitir que também erraram.
Na segunda-feira, o espetáculo entrará nos escritórios. Olhares atravessados, silêncios acusatórios, indignações solenes. O diretor que pregava tolerância descobrirá um ódio delicioso pelo colega que votou errado.
O bolsonarismo já conhece o roteiro. Também cultiva santos e mártires. Já encenou seus próprios velórios. Religiões políticas raramente morrem de derrota; às vezes, engordam com ela.
Mas agora é o lulismo que está diante da cova. Enterra-se a pretensão de ser o proprietário moral do Brasil, o intérprete autorizado do povo, a consciência obrigatória de uma nação.
A humilhação é descobrir que o país continua existindo sem pedir licença.
Na segunda-feira, o diretor de marketing ainda estará de luto, denunciando a decadência moral dos brasileiros. O rapaz da contabilidade chegará às oito e continuará fechando as contas da empresa.
Sem saber que cometeu o maior crime contra a aristocracia da virtude.
Pensou por conta própria.
E o chefe, que passou a vida defendendo a emancipação do povo, jamais lhe perdoará tamanha liberdade.
Diego Sotti retweeted
A checagem do Ranking dos Políticos sobre o Debate da Band repercutiu nas redes. Neste vídeo, Livian Asmar comentou os dados levantados pelo Ranking. Confira!
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Only 12 of Brazil's 26 states pay more into Brasília than they get back.
Every year, the federal taxes collected in each state go to the national government in Brasília.
Part of that money comes back to the state and its cities as transfers.
In 2024, São Paulo sent R$1.04 trillion in federal revenue and got R$70 billion back, about 7 cents for every R$1.
Acre sent R$2.4 billion and got R$9.8 billion back, which is R$4.10 for every R$1.
Santa Catarina got 13 cents back on every R$1, Rio de Janeiro got 15 cents and Paraná got 27 cents.
The farm states of the Center-West (Mato Grosso, Goiás and Mato Grosso do Sul) got back between 49 and 56 cents.
All 14 states that get back more than they send are in the North and Northeast, led by Acre, Roraima, Amapá and Maranhão.
Across the whole country, R$2.65 trillion in federal revenue came in during 2024 and R$735 billion went back out as transfers, about 28 cents for every R$1.
The rest funds the federal budget, including pensions, federal salaries and social programs paid in every state.
The 12 states that pay more than they get back produced about 81% of Brazil's economy in 2023.
Any investor trying to understand Brazil should start with the states that pay the bill.
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🚨 LULA AGORA QUER ABRIR OS SIGILOS. ENGRAÇADO.
Nós abrimos o sigilo do Lulinha na CPMI do INSS.
Deputado do PT deu soco dentro da sessão.
Gleisi e Jaques Wagner gritaram “golpe”.
A defesa do filho dele correu pro Supremo. Uma semana depois, Flávio Dino anulou as 87 quebras de sigilo numa canetada e mandou Banco Central e Receita não entregarem nada.
Agora, a cinco dias da urna, Lula posa de transparente.
SE O SEU FILHO ABRIU TUDO, LULA, POR QUE VOCÊS MANDARAM FECHAR?
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Descobrimos quem mandou calar os nordestinos… um petista.
O PETISTA CALOU O NORDESTE
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COISAS QUE NÃO DEVEMOS ESQUECER:
Todos que delataram Lula e os valores envolvidos.
(A lista que a mídia quer que você esqueça)
🟥 Marcelo Odebrecht
— Criou conta “Amigo” com R$ 40 milhões exclusiva para Lula.
— Disse que Lula era “o chefe” da interlocução da Odebrecht com o governo.
🟥 Emílio Odebrecht
— Confessou que tratava diretamente com Lula doações, favores e demandas da empreiteira.
🟥 Antonio Palocci
— Detalhou pedido de Lula para estruturar propina de R$ 300 milhões da Odebrecht.
— Ligou Lula a empresas como JBS, Camargo Corrêa, OAS e outras.
🟥 Joesley Batista (JBS)
— Disse que Lula e Dilma receberam juntos cerca de US$ 150 milhões em propinas da empresa.
— Detalhou encontros diretos com Lula para tratar sobre valores ilícitos.
🟥 Delcídio do Amaral
— Revelou tentativa de obstrução da Lava Jato por parte de Lula.
— Disse que Lula mandou comprar o silêncio de Cerveró.
🟥 João Santana & Mônica Moura
— Marqueteiros do PT, relataram pagamentos milionários em caixa 2 nas campanhas de Lula.
— Receberam valores no exterior para mascarar a origem.
🟥 Paulo Roberto Costa (ex-diretor Petrobras)
— Apontou o PT como receptor de US$ 150 a 200 milhões em propinas da Petrobras.
— Disse que Lula sabia do esquema desde o início.
🟥 Alberto Youssef (doleiro)
— Ligou diretamente Lula aos operadores do esquema de lavagem e distribuição de propinas.
🟥 Fernando Baiano
— Relatou negociação de US$ 5 milhões envolvendo José Carlos Bumlai (amigo de Lula) e Cerveró.
— Disse que Bumlai agia a mando de Lula.
🟥 Alexandrino Alencar (Odebrecht)
— Disse que era claro para todos que o alvo principal da Lava Jato era Lula.
— Ligou Lula a viagens e presentes pagos pela empreiteira.
🟥 Nestor Cerveró
— Afirmou que empréstimo irregular de R$ 12 milhões do BNDES foi acertado para manter seu silêncio, com apoio de Lula.
🟥 Pedro Barusco
— Ex-gerente da Petrobras. Disse que propinas eram repassadas ao PT com ciência do “alto escalão”.
— Estimou que devolveu R$ 100 milhões desviados.
🟥 Gerson Almada (Engevix)
— Confessou pagamento de propinas ao PT.
— Disse que Lula tinha ciência e era beneficiado politicamente.
🟥 Sérgio Machado (Transpetro)
— Disse que Lula sabia e orientava a arrecadação de propinas via diretoria de estatais.
🟥 Alexandre Romano (“Chambinho”)
— Intermediou propinas e valores ilícitos que beneficiaram campanhas petistas.
— Ligou o núcleo da propina ao governo federal.
🟥 Eduardo Leite (Camargo Corrêa)
— Confessou que Lula era informado sobre os acordos ilícitos para repasses ao partido.
— Parte dos valores eram usados para compra de apoio político.
🟥 Dalton Avancini (Camargo Corrêa)
— Disse que Lula estava ciente dos esquemas de cartel e divisão de obras públicas.
🟥 Zwi Skornicki
— Representante de estaleiros estrangeiros, confessou ter feito pagamentos diretamente ligados ao PT, com ciência de Lula.
🟥 Andrade Gutierrez
— Laudo da PF apontou R$ 3,6 milhões repassados a Lula entre 2011 e 2014.
— Disse que Lula intermediava decisões do governo em troca de “contribuições”.
🟥 OAS
— Lula foi acusado de receber reformas no tríplex do Guarujá como forma de propina (R$ 1,1 milhão estimados).
— Também recebeu aluguéis pagos pela OAS de forma indireta.
Essa é a verdadeira história que querem apagar.
Mas os registros, delações e acordos continuam disponíveis




























