Agora, sei lá... com todas as provas que juntamos em archivegenocide.com, eles não acharem que houve um genocídio em Gaza...
imaginem na Segunda Guerra Mundial.
O Brasil tem minerais estratégicos para o futuro do planeta. São recursos essenciais para fabricar celulares, baterias de veículos elétricos, painéis solares, processadores, turbinas, radares, foguetes e equipamentos de defesa.
Nesta quarta-feira, realizamos a primeira reunião do Conselho Nacional para a Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos.
Aprovamos uma lista de elementos e substâncias prioritários para que possamos refinar e industrializar nossos minerais aqui mesmo, no Brasil.
Queremos transformar nossas riquezas em tecnologia, inovação e desenvolvimento. Vamos construir parcerias com outros países, mas sempre protegendo nossa soberania.
A prioridade é gerar empregos, criar oportunidades para o nosso povo e garantir que a riqueza dos nossos recursos naturais contribua para o crescimento econômico do Brasil.
📸 @ricardostuckert
Mídia brasileira e chinesa devem unir esforços para divulgar mais notícias do Sul Global
👁️ A invisibilidade seletiva. A mídia tradicional ignora os conflitos e a realidade do Sul Global (como a África), enquanto hiperfoca em crises do interesse ocidental (Ucrânia).
⚖️ A régua da hegemonia. As notícias do Sul são filtradas pela lente cultural do Norte, distorcendo a realidade local e minimizando a força econômica desses países (que detêm a maior fatia do PIB por paridade de poder de compra).
🤖 Tecnologia como ponte. O uso de Inteligência Artificial para tradução é apontado como ferramenta crucial para dar visibilidade e circular informações entre os países do bloco.
🛡️ O escudo regulatório. A cooperação exige regulação para combater a desinformação e o domínio das Big Techs, que ameaçam a democracia e a autodeterminação dos povos.
🤝 A ofensiva diplomática. Fóruns como a Cúpula Mundial da Mídia e a rede do BRICS buscam criar canais diretos e quebrar o monopólio narrativo ocidental.
🔗portuguese.people.com.cn/n3/…
anonymous retweeted
Hey @grok, concise, no spin
Across all the released Epstein files, who seemed RELENTLESSLY, OBSESSIVELY DESPERATE to get onto Jeffrey Epstein’s island knowing he was a convicted pedophile in 2012?
State full name only.
anonymous retweeted
Israel has already planted its agents inside the democratic party, and is planning how to bring it down.
Just like they used Laura Loomer, Mark Levin, and Ben Shapiro to divide & destroy MAGA, they plan to do the same to the democrats.
Sign this petition demanding Chuck Shumer is not given leader of the party. An israel first epstein list politican has no place in government anymore.
Link: change.org/p/house-democrats…
If either party is unable to remove the zionist agents in their ranks, they will continue to fail and the ping pong game continues.
God bless.
anonymous retweeted
Flávio Bolsonaro tá fugindo de que mesmo ? Até agora não entendi essa parada! Quem está atrás dele ? Se não tem nenhum mandado de prisão expedido, esse cagão fugiu de que?
O BALDE DE ÁGUA FRIA DO NEW YORK TIMES
🎯 A fantasia da militância vs. a realidade. A expectativa era consagrar Flávio como um mártir perseguido pela imprensa nacional. O New York Times entregou uma reportagem factual que simplesmente chamou sua saída do Brasil de "fuga".
⚖️ O choque de narrativas. Em vez do hype prometido por Paulo Figueiredo, o jornal americano estampou as investigações de corrupção e lavagem de dinheiro, classificou as acusações de fraude eleitoral como infundadas e lembrou a condenação do pai por golpe.
🗣️ A confissão no túmulo. A frase de Flávio sobre os detalhes de sua fuga ("Vou levar isso para o túmulo") reforça a postura de quem tem algo grave a esconder, e não de um líder político.
🇺🇸 A desconstrução do mito da "censura". O NYT desmentiu a narrativa ao lembrar que ambas as campanhas pediram a prorrogação da votação, desarmando o argumento da "virada de mesa" usado para atacar as instituições.
🤡 O tiro no pé. A tentativa de provar que a mídia internacional "respeita" Flávio virou uma exposição global de sua condição de foragido e de seu legado golpista.
🔗 nytimes.com/2026/11/05/world…
anonymous retweeted
Após a publicação sobre o polêmico projeto da Tabata Amaral, veio uma enxurrada de críticas, como já era esperado. Entre os comentários, uma palavra apareceu bastante: SIONISMO.
Você sabe o que é?
Vamos lá, porque o simples precisa ser dito!
O sionismo é um movimento político e nacionalista surgido no final do século XIX, que defendia a criação de um Estado judeu na Palestina.
Esse projeto se concretizou em 1948, com a criação de Israel, acompanhada pela expulsão e fuga de mais de 700 mil palestinos. Foi a Nakba, a catástrofe palestina.
E precisamos ser claros: judaísmo não é sionismo.
O judaísmo é uma religião e uma identidade histórica e cultural. O sionismo é uma ideologia política. Existem judeus antissionistas e cristãos sionistas.
E uma ideologia política pode ser combatida, questionada e rejeitada.
Minha crítica ao sionismo está justamente em seu caráter nacionalista e nas consequências históricas de um projeto que se concretizou com a expulsão de palestinos de suas terras e permanece associado à ocupação e à negação de direitos desse povo.
Não estamos falando apenas de divergências ideológicas.
Em julho de 2024, a Corte Internacional de Justiça considerou ilegal a permanência de Israel nos territórios palestinos ocupados.
Em setembro de 2025, uma Comissão Independente de Investigação criada pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU concluiu que Israel cometeu genocídio contra os palestinos em Gaza.
E, em outubro de 2026, a mesma comissão voltou a denunciar a continuidade do genocídio, além de crimes de guerra e contra a humanidade.
São conclusões de uma comissão internacional de investigação, enquanto o processo sobre genocídio ainda tramita na Corte Internacional de Justiça.
É nesse cenário que precisamos discutir o projeto da Tabata Amaral.
O PL 1424/2026 permite enquadrar manifestações contra Israel como antissemitas quando o Estado é tratado como uma coletividade judaica.
Embora o projeto preserve expressamente críticas legítimas ao país, sua redação abre margem para interpretações preocupantes.
Rejeitar um projeto nacionalista, denunciar a ocupação palestina e condenar o genocídio apontado por investigadores da ONU não significa odiar judeus.
A memória do Holocausto merece respeito absoluto. Justamente por isso, não pode ser instrumentalizada para impedir denúncias de atrocidades cometidas contra outro povo.
Nenhum Estado tem direito à impunidade. Nenhuma ideologia política está acima da crítica. E o sofrimento histórico de um povo jamais pode servir de justificativa para a opressão de outro.
OPERAÇÃO DIRTY DANCING E O TRÁFICO INTERNACIONAL DE MULHERES
🚨 O cerco à exploração sexual. A PF desarticula uma organização transnacional suspeita de recrutar mulheres brasileiras para exploração sexual em Israel e em outros países.
💻 O modus operandi digital. A líder usava redes sociais para atrair as vítimas, enquanto operadores no Brasil agendavam clientes em sites especializados e organizavam o deslocamento e a hospedagem.
💰 Lavagem via "dólar-cabo". O dinheiro arrecadado em espécie no exterior era enviado ao Brasil por meio de um esquema clandestino de câmbio, operado por brasileiros residentes fora do país.
⚖️ A resposta do Estado. A Justiça decretou prisão preventiva, bloqueio de até R$ 10 milhões, suspensão de empresas e apreensão de passaportes dos envolvidos em crimes de tráfico de pessoas e rufianismo.
OPERAÇÃO GÁS DE SANGUE E O PACTO DA ENERGIA
🚨 O acordo para burlar sanções. Enviados de Trump propõem a volta do gás russo para a Europa através da Ucrânia, com um intermediário americano para driblar as leis europeias.
💰 Lucro com a guerra. A jogada abriria um negócio altamente lucrativo para investidores dos EUA, enquanto o dinheiro de Putin ficaria preso em uma conta de garantia (escrow) em um terceiro país.
❄️ O inverno da Europa. Com os estoques de gás no nível mais baixo da história e o Oriente Médio em guerra, a proposta surge como um "salvador" para baixar os preços antes do colapso.
⚖️ A chantagem geopolítica. A ideia é dar a Putin uma razão econômica para aceitar um cessar-fogo de energia, mas a União Europeia já classificou o acordo como uma traição aos valores do bloco (comparando a um novo "Pacto de Munique").
🛢️ A retaliação ucraniana. Enquanto EUA e Rússia negociam nos bastidores, a Ucrânia intensifica ataques com drones a refinarias e infraestrutura energética russa, provando que não aceitará ser moeda de troca.
Banqueiros > Brasil 🥲
🚨 A trama da retaliação. Reportagem da Folha revela que uma emenda do senador Ciro Nogueira (PP) era, na verdade, uma retaliação contra o chairman do BTG, André Esteves, por sua atuação no caso Master.
🗣️ A ordem para abafar. Em conversa direta, a orientação é clara: "Tenta matar isso que não acho legal pra ninguém". O objetivo é sufocar a narrativa antes que ela ganhe tração.
🎯 O alvo na imprensa. As mensagens citam a jornalista Adriana, da Folha, com promessas de "ir atrás" e "te ligo ainda hoje", indicando a pressão direta sobre a apuração do caso.
⚖️ O xadrez de Brasília. A emenda de Nogueira, apresentada ao relator Arthur Lira, foi o instrumento para atacar Esteves. A conversa termina com uma ligação de 17 minutos, selando a articulação.

















