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Se Flávio ganhar, como anunciavam as pesquisas, aconselho seus apoiadores a comemorarem em suas casas. O outro lado está cavando factoides para anular a eleição! Desta vez, ficar em casa será sinal de inteligência!
que coisa maravilhosa ver a história se repetindo tim tim por tim tim
sim e o senhor dos anéis é a história de um senhorzinho procurando a joia que deixou cair na rua
os cara "mas aí é foda que ele é burro"
A DESVANTAGEM DE FLÁVIO
Flávio Bolsonaro já recebeu as orientações de adotar um tom mais ameno e responder às perguntas de Lula no debate da Globo, que acontece nesta sexta-feira (23). Aliados do senador e integrantes de sua campanha, no entanto, avaliam que as novas orientações atingem o ponto fraco de Flávio.
Segundo pessoas próximas ao senador, Flávio não tem disciplina para estudar temas a fundo e, por isso, pode mostrar dificuldades em apresentar dados numéricos e uma linha de raciocínio capaz de confrontar as perguntas trazidas por Lula. (Globo)
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No domingo iremos, pela terceira vez consecutiva, decidir entre o petismo e o bolsonarismo. A minha sensação como cidadão é de frustração e preocupação.
Frustração pela nossa apatia em relação à política, em especial da nossa elite. Fomos incapazes de construir, nos últimos anos, uma alternativa decente e competitiva que nos tirasse dessa armadilha das últimas 3 eleições presidenciais.
Vamos, mais uma vez, para um pleito a ser definido pela rejeição e não pela escolha.
A discussão de propostas, de um plano para o País e o debate de ideias foram substituídos pelos ataques baixos e pessoais ao oponente. Fica evidente a incapacidade de ambos os lados de construírem uma nação próspera.
O PT inaugurou o nós contra eles, dividindo os brasileiros, e o bolsonarismo, que nasceu já dentro dessa lógica, levou-a a um outro patamar.
A urna, que deveria ser o momento para definirmos o futuro da nação, tornou-se, para muitos, um momento de expressão de raiva.
Lula errou do início ao fim do seu mandato.
Não promoveu o diálogo com quem pensa diferente, indicou amigos para o STF, insistiu na polarização, cercou-se de um núcleo duro despreparado, foi irresponsável com as contas públicas e adotou medidas eleitoreiras de mais gasto público.
E, depois de todas essas ações, com baixa aprovação e com as limitações da idade, cometeu o maior erro: resolveu ser candidato pela 4ª vez.
Flávio, por sua vez, não tem absolutamente nada que o credencie a governar o País. Falta postura, credibilidade e competência. Foi um senador sem qualquer iniciativa produtiva na área econômica, na segurança ou na educação. É conhecido apenas pelo sobrenome e pelo envolvimento em inúmeros casos suspeitos: rachadinha, lavagem de dinheiro, proximidade com membros da milícia e com golpistas. Está cercado de conhecidos oportunistas e seu objetivo maior é conceder o indulto ao pai, condenado por tentativa de golpe.
O quadro político definido após o primeiro turno torna o meu sentimento de preocupação ainda maior do que o de frustração.
Lula, se eleito, fará seu último mandato, sem nenhum sucessor definido, tem um vice-presidente com comprovada experiência na gestão pública e, apesar de ter a oportunidade de indicar membros do STF, encontrará forte oposição no Senado.
Flávio, diferentemente, poderá se candidatar à reeleição, tem um vice-presidente desconhecido, terá uma Câmara e um Senado extremamente favoráveis e aliados comandando os principais estados brasileiros.
São alternativas totalmente distintas para quem anseia por renovação em 2030 e teme a perpetuação de uma família no poder.
Em 2018 e 2022, declarei o meu voto no segundo turno. Não foram decisões fáceis e sem ônus pessoais, pelo contrário. Nesse ano será ainda mais difícil. Entretanto, não expressar o que penso seria aceitar a ideia de que vivemos em um país onde as pessoas não são livres para emitirem a sua opinião pelo receio de serem agredidas. Não é essa nação que desejo.
Serei oposição a qualquer um dos dois que vier a ser eleito, mas, entre a irritação com um novo governo Lula e o risco que representa um governo Bolsonaro, fico com a primeira opção.
A geração de homens millennials (30 a 45 anos) votam, em sua maioria no Rachadinha (é a minha geração).
A maioria que conheço desse perfil é frustrado, não abraçou as oportunidades que os governos do PT ofereceram (ensino superior, Minha Casa, Minha Vida etc ), pois optaram por uma vida de merda, vazia - algumas figuras com grandes privilégios - (tenho zilhões de exemplos) e agora culpam o Lule e, no fundo, se enxergam no Rachadinha: vida fácil sem esforço.
🔮
⛹️♂️💬 A coisa que mais me incomodou no vídeo da Gabriela Prioli passando pano pro Banco Master foi esse trechinho, onde ela faz sua teoria da conspiração sobre um possível "Jogador Poderoso".
Eu assisto MUITO conteúdo sobre mercado financeiro e NUNCA vi essa expressão, "jogador poderoso".
Pessoas frequentemente usam "player", assim em inglês mesmo, pra se referir a um agente de mercado potencialmente interessado no negócio.
Esse player nunca é traduzido do inglês. Palavras 100% em português que se usam no lugar de player poderiam ser "agente", "concorrente", "ator", "parte", etc.
Mas nunca "jogador", que seria uma tradução ao pé da letra.
A impressão que me passa é de alguém que recebeu um briefing sobre o que dizer, não quis usar a palavra "player" por ufanismo gramatical, mas também não tinha familiaridade com o assunto e fez uma tradução literal por falta de conhecimento.
Ainda bem que não sou adepto de teorias da conspiração ¯\_(ツ)_/¯
que trabalheira a vida desse cara, não compensa não
Mensagens da PF indicam que Daniel Vorcaro, ex-banqueiro do Master, recebia e editava reportagens do Metrópoles antes da publicação, em contato direto com a CEO Lilian Tahan noticias.uol.com.br/politica…

















