Fundador da @juvtrabalhista. Brasileiro, tudólogo, palpiteiro e do contra. Torço mesmo é pra explosão dessa rede social.

Rio de Janeiro, Brasil
Joined May 2018
Nogueira Louro retweeted
"Zemão Humano"
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Daí Getúlio Vargas amarrou olga grávida ligou pra Hitler e disse assim 'toma ai de presente essa mulher pra vc matar na camara de gas' e em seguida eles começaram a rir numa gargalhada maquiavélica
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petista: no nordeste dos anos 50 ngm conhece o tal vargas!!! o tal vargas respondendo o invejoso, diretamente de 1950: "POVO DE ARACAJU! TRABALHADORES DO BRASIL! Ao rever esta cidade não me surpreendem vossos aplausos, pois sempre me recebestes com o carinho e a simpatia, que são próprios da vossa índole hospitaleira e cordial. Tais manifestações, espontâneas e calorosas, traduzem um voto de confiança que tem o sentido de um julgamento, contrapondo-se às injustiças, parcialismos e às invectivas da calúnia. Não conseguiram os falsos profetas, nem os leguleios das frases feitas, marear o conceito em que sempre me tivestes. Vejo, com satisfação e orgulho, que continuo a contar convosco, apesar das arremetidas dos inimigos que não lograram modificar o vosso sentimento em relação a mim; que, posso dizer de consciência tranquila, sempre agi inspirado nos supremos interesses da Pátria e do seu povo. Sergipe se destaca na vida pública brasileira pela sua grande projeção intelectual. É a terra da inteligência criadora, das cerebrações privilegiadas, cujo brilho se reflete em todos os quadrantes da Pátria. Há flagrante contraste entre a pequena extensão física do Estado e o alto espírito de seus filhos. Estadistas eminentes daqui saíram para os mais elevados postos da República; ilustres juristas aqui nasceram, com o destino traçado para grandes realizações no campo da cultura; escritores dos mais aplaudidos viram neste solo o primeiro raio de luz; professores dos mais acatados aqui deram os seus primeiros passos e daqui surgiram movimentos de fortes e profundas repercussões, marcando novos rumos à intelectualidade brasileira. Por tudo isso, o vosso pequeno-grande Estado ocupa lugar de realce na minha admiração e no meu respeito. Sergipe tem a sua economia precipuamente alicerçada na indústria açucareira, para cujo desenvolvimento e segurança muito contribuiu o meu Governo, com a execução de vasto plano de defesa, que libertou os produtores das bruscas oscilações de preços causadas pelas especulações dos intermediários. Assegurei-lhes, inicialmente, quando se debatiam em grave crise, crédito destinado a suprir, em limites razoáveis, a carência de numerário que afligia e sufocava as usinas. Em complemento dessa medida de emergência, criou-se um organismo de defesa, o Instituto do Açúcar e do Álcool, cujos relevantes serviços prestados à produção açucareira nacional bem conheceis, pois dele colhestes, também, justos benefícios. Igualmente ao trabalhador do campo, que vivia à sombra das usinas, martirizado e sofredor, porque as dificuldades trazidas pela crise a ninguém poupavam, foi garantida situação mais tranquila, com o reconhecimento de direitos fundamentais pelo Estatuto da Lavoura Canavieira. E seria injusto se assim não se tivesse procedido, porque o homem do sertão, sempre ao dispor da Pátria, pronto a atender aos seus reclamos na ocasião de perigo, bem merecia e merece o amparo e a assistência do Governo, como um imperativo de gratidão do resto do Brasil. (...) De um sistema de transportes bem organizado sempre se beneficiam as regiões produtoras. Sergipe, nesse particular, já muito tem recebido das obras que meu Governo planejou e iniciou; e mais ainda receberá das que iremos executar no futuro. O voto secreto é ainda uma das conquistas da revolução de 30. E é livre, porque ninguém pode devassá-lo. Na consciência de cada um, antes do próprio ato de votar, se fará a escolha daqueles que deverão ser os depositários da confiança e representantes da vontade soberana do povo. (...) Obrigado." Discurso pronunciado por Getúlio Vargas em Sergipe por ocasião de sua campanha presidencial. 09/08/1950
Vargas não impactou o Brasil todo Se vc chegasse no interior do nordeste nos anos 50, ngm saberia quem é Getúlio Um homem que governou só pras grandes cidades enquanto o trabalhador rural m0rria de fome e enterrava os filhos não deve sequer ser comparado a Lula
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Você já viu ditador sem poder? Se não viu, esse foi Getúlio Vargas. Se Getúlio foi um ditador, era um ditador que não ditava. Quem estuda Getúlio por fontes múltiplas descobre que seu poder era pouco em comparação ao que se pinta no retrato histórico, quase sempre colocado como se tivesse sido ele um Napoleão dos trópicos. Mas o retrato é romanceado. Suas confissões dizem outra coisa sobre os bastidores. “Estou a mercê do Exército, sem força que o controle, e sem autoridade pessoal e efetiva sobre ele. Estou só e calado para não demonstrar apreensão”. Assim escreveu Getúlio, em 1939, em pleno Estado Novo, momento lembrado como o ápice do seu poder enquanto estadista. Napoleão era poderoso, Getúlio não. Não tinha a gravidade própria nos círculos de poder, necessária para os tiranos. Na maioria das ocasiões, seu poder advinha mais dos seus contextos do que por suas vontades. Em 1930, não tinha ele vontade de fazer revolução. A Aliança Liberal sim. Ocorre a Revolução de 30. Em 1934, não tinha ele vontade de aceitar a Constituição de 34. A Assembleia sim. Foi promulgada. Em 1937, tinha ele vontade de ter mais autonomia. Deu o golpe. Compromissado com o exército e com a burocracia, não teve a autonomia que desejava. Em 1945, não tinha vontade de terminar o Estado Novo. O Exército sim. Foi deposto. Avesso ao partidarismo tradicional, também não queria vincular-se a um partido que o limitasse. Assim, o PTB surge inspirado em Vargas, mas apesar dele. Em 1954, queria governar. Mas a oposição também. Desgastado, matou-se. Isso, por si só, não derruba a impressão de um Getúlio ditador. É claro que conseguiu realizar a própria vontade em diversos momentos de sua trajetória. Seu projeto nacional e o próprio trabalhismo são legados dela. Essa vontade, no entanto, perdia nos momentos mais decisivos. Como seria ditador de verdade na terra dos coronéis? Como seria Napoleão em um país que não tinha sequer derrubado a Bastilha? Onde ficaria um projeto nacional sem ter conseguido romper com os oligarcas estaduais? Se tentou ser ditador, não conseguiu. Se conseguiu, não foi em tempo útil. Foi sim: rosto de uma ditadura, representante de oligarquias. Dificilmente um ditador, dificilmente um autocrata. Em sua carta testamento, desabafou. Deixou a missão que tentou para as próximas gerações e a vida para deixar a história. Para Max Weber, um indivíduo com poder é aquele com a capacidade de impor a própria vontade em uma relação social. Getúlio tinha poder para transformar o Brasil, mas nunca teve poder suficiente para transformar as forças que governavam o Brasil em instrumentos de sua vontade. E, melancólico como era, Vargas tinha poucas vontades. Das poucas que tinha, poucas sentiu ter realizado. Getúlio não tinha poder. O poder tinha Getúlio.
Replying to @nullaveritas
o ditador que nada ditava?
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O cão é mentiroso demais.
"nunca ganhei eleição no primeiro turno, mas nunca perdi no segundo" O LULA KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK MEU VELHO É O CÃO
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Lula é aquilo que Getúlio não foi? Não irei focar no mérito de quem é maior. Parece-me claro que Getúlio, símbolo refundador de uma nação, é maior que Lula, um estadista que deixará para o Brasil dos próximos séculos um legado líquido, protegido das relativizações historiográficas, em boa medida, por uma jornada do herói inegavelmente bem escrita, com altos e baixos, e inclusive mais fascinante que a do homem Getúlio. Mas é mais interessante perceber que tanto Getúlio quanto Lula, enquanto pessoas, não são absolutamente nada do que seus fãs acreditam que foram. O primeiro era, na verdade, um depressivo neurastênico. Lesado, morreu praticamente sem amigos. Como ele mesmo descreveu, foi escravo do povo, mas, mais precisamente, escravo da sorte. Lamentou o próprio sucesso. Sempre planejou o próprio suicídio. Como temia, não conseguiu trazer estabilidade à ordem que fundou. Já o segundo, similarmente, também é vítima do próprio sucesso: um sobrevivente que acabou por confundir a própria sobrevivência com a sobrevivência do projeto que representa. Após tantas derrotas, viu-se obrigado a renunciar à própria origem política para jogar o jogo dos tronos do Brasil. Quando finalmente ganha, em 2002, já não era o mesmo Lula que parecia sonhar ser. Figura decorativa da ordem que teve de gerir, tornou-se guardião da “Era FHC”, período que, pela falta de carisma e imponência do antecessor, acabou trocando de nome para “Era Lula”. Lula ainda está vivo, mas talvez tenha tido um destino politicamente pior que o de Getúlio: submetido a um partido vacilante e a um regime travado, tornou-se o pelego que tanto julgou combater quando acusava os trabalhistas. Talvez por isso, ao fim da vida política, como quem busca perdão com um santo, Lula tenha buscado se reconciliar com o símbolo Vargas. Ousou escrever o prefácio do novo livro de Lira Neto sobre o ditador que nada ditava. Volta e meia, cita Getúlio elogiosamente em lapsos sem muito contexto. Quer se ver no espelho. O escravo do próprio símbolo aceitou o escravo do próprio símbolo. No fim, os dois são isso: representações políticas. Essas representações não podem ser descartadas por contradição com os fatos históricos, porque não existem apenas na imaginação dos seguidores. Produzem efeitos concretos, organizam identidades, condicionam escolhas e sobrevivem aos próprios homens. Quem não separa o homem de sua representação tende a falhar na interpretação da história e de seus mitos.
Lula é tudo aquilo que os fãs do Getúlio acham que o Getúlio foi
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O melhor conceito que li essa semana.
Momento pede um novo vargas só que ao invés de queimar bandeira de estado queimar a dos partidos
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Alguém precisa parar a esquerda homer simpson.
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Golpe no bolsonarismo! Seguindo os direitos dinásticos, o irmão mais novo não é o que sucede o falecido primogênito Flávio. Respeitem a monarquia!
Direita já articula candidatura de Renato Bolsonaro para a presidência em 2030
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Vocês não tem nenhum espírito nacional. A vontade da esquerda de "ser esquerda" e reforçar uma disputa espectral é maior que a vontade de fortalecer concretamente a luta de classes. Uma eleição que claramente serviu pra mostrar como a esquerda por pouco não trupicou, pra mostrar como a identificação com a direita também se tornou popular, pra mostrar como a saída está na união nacional antes que essa merda exploda. Mas a vontade do esquerdista performático é piorar a guerra. É saciar seus desejos robespiérricos de apagar o outro lado, desejos que não se satisfazem desde o século XIX e jamais vão se realizar, pois não existe e jamais existirá aniquilação total do inimigo na política real. Não existe a eliminação das contradições. Mas esse nojinho só existe até a próxima eleição. Só me pergunto até quando haverá uma próxima, pois a paciência do povo com pensamentos assim diminui a cada ano.
Agora que acabou posso começar a soltar as coisas. Gente, não sei como vocês estavam se sentindo, mas uma fada morria dentro de mim toda vez que eu lia “Direita e esquerda contra o Bolsonarismo”, não critiquei nem nada porque acho que tínhamos que usar todas as armas, mas juro que terror. Até porque foi o PSDB que trouxe a gente até aqui, a direita no Brasil é retrograda e sempre será.
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Não há como reconstruir o que nunca foi construído. Muito triste o que Lupi faz com o partido e tudo mais, mas o ponto principal da tragédia é justamente o fato dele não reformá-lo, pois a estrutura o favorece. Lupi mantém praticamente a mesma estrutura partidária do PDT de Brizola, só que sem a engrenagem que fazia funcionar: Brizola. A anomalia se dá não por uma desfiguração do partido, mas pela falta de uma reconfiguração. O PDT foi um partido construído às pressas, pelo ímpeto de ocupar os espaços eleitorais de uma redemocratização mal conduzida, mesmo com o trabalhismo organizado já tendo sido desmontado desde 1965. Vejo o PDT como uma tentativa de realizar o novo trabalhismo. Bom, a tentativa não deu certo. Que a tradição experimente outras.
Replying to @isadorarlb
Devemos reconstruir o PDT, deixa o Brizolismo mais forte do que nunca
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Ok, terminada a eleição: É verdade que quem é da política e se demonstrou convertido, seduzido ou psicótico por discurso eleitoral de Lula esse ano lida com grave processo de despolitização e sofreu com a amnésia coletiva típica de períodos eleitorais. Mas imagine o grande problema de cognição de quem é da política e se converteu, seduziu-se ou ficou psicótico por discurso eleitoral de FLÁVIO BOLSONARO. FLÁVIO BOLSONARO. Se você não teve tempo de fazer isso durante a eleição, faça agora: pesquise quem é FLÁVIO BOLSONARO. Mas pesquise mesmo. Abra uma hemeroteca. Veja jornais antigos. Te desafio a encontrar uma manchete (pré-eleitoral) positiva sobre Flávio. UMA. Lula pelo menos tem um passado que faz o brasileiro se identificar e se iludir. Tem seus feitos. O Flávio nem isso tem. O Lula é rejeitado pelo que faz no presente. O Flávio é rejeitado pelo que faz desde o BERÇO. Lamento pelos brasileiros que permanecem no bolsonarismo. Mas eles pelo menos tem um fenômeno real pra chamar de seu. O que não entra na minha cabeça são os que se tornaram FLAVISTAS nessa eleição. Conseguiram inventar o FLAVISMO, bicho. É um bolsonarismo sem todas as virtudes míticas e populares que o bolsonarismo, querendo ou não, ainda tem residualmente. Que palhaçada. Michelle avisou. Quem mordeu essa isca precisava era rever os passos que tem dado (e por algum tempo não dar passo nenhum).
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Passei pela mesma lição. O digital dinamiza, mas confunde. O analógico vai precisar ser menos desprezado pelas novas gerações se elas quiserem competir na indústria eleitoral.
Esse ano aprendi que material na rua ganha eleição. Foi o caso do Lula, do Douglas Ruas e não foi o meu… gente, energia e papel.
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Nogueira Louro retweeted
Esse ano aprendi que material na rua ganha eleição. Foi o caso do Lula, do Douglas Ruas e não foi o meu… gente, energia e papel.
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Só para lembrar os colegas nacionalistas. Lembraremos de todos. Sem exceção.
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O sinal tava dado. Pra qualquer mínima parte da Barra da Tijuca votar Lula é porque algo tinha acontecido.
Voto na Barra da Tijuca. Toda eleição é a mesma coisa no meu colégio. Verde e amarelo pra todo lado. O primeiro turno dessa, inclusive, foi assim. Pela primeira vez, vi mais vermelho do que verde e amarelo. Mais vermelho. Em um colégio rico da Barra da Tijuca. Isso sem considerar os que foram de verde e amarelo, mas com adesivo do 13. Apostei na vitória de Flávio, mas a chance de virada para Lula parece real. O cheiro é de um 50/50.
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Histórico de partidos que votei: PDT - 3 PT - 3 PSB - 1 PSD - 1 REPUBLICANOS - 1 CIDADANIA - 1 DC - 1 PCO - 1 PSOL - 1
Histórico de partidos que votei: PSB - 5 NOVO - 3 PSD - 3 PDT - 3 PT - 3 PSL - 2 PSDB - 2 PROS - 1 PL - 1 REDE - 1
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Acompanhei um voto em Vila Isabel. Não tenho o que comentar. Isso aqui continua Lula.
Acompanhei um voto em Marechal Hermes, bairro suburbano do Rio de Janeiro. Apatia total no colégio. Em 2022, estava colorido. Tinha vermelho e tinha verde e amarelo. Mais verde e amarelo do que vermelho. A pessoa da qual acompanhei o voto havia votado 17 em 2018 e 22 em 2022. Esse ano apertou 13. Mas não há dúvidas de que Marechal é Flávio. Por aqui, Flávio leva.
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