
Ex-Defensor Público Geral do Estado do Rio de Janeiro (2019-2022) @defensoria_rj
Rio de Janeiro, Brasil
Joined January 2018
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Os estudantes da UFF tiraram a gente da lona no dia 05.
Os alunos dos colégios nos ajudaram a caminhar no dia 07 com a mega manifestação no centro do Rio de Janeiro.
E, a partir daí, vivenciamos a campanha eleitoral mais bonita com atos em todos os bairros e municípios.
Rodrigo Baptista Pacheco retweeted
Congratulations to Lula on his extraordinary reelection victory in the Brazilian presidential election.
Lula has stood up for Brazilian workers & democracy — and will continue to do so in the next four years.
Rodrigo Baptista Pacheco retweeted
É gigante! Como é bonita a democracia ! O povo mobilizado na ruas e nas redes mostrou que o fascismo se derrota com brilho nos olhos e muita luta. Nunca ousem duvidar da resistência democrática desse país! Viva o povo brasileiro!
Rodrigo Baptista Pacheco retweeted
É a maior vitória coletiva da história do Brasil.
Um abraço de alma a quem esteve junto na luta.
Que virada histórica.
Foi na garra de cada militante que foi às ruas, redes e virando voto.
Obrigado ao amado Nordeste, exemplo de luta pela democracia.
Muita, mas muita emoção.
E eu vivi isso intensamente.
Rodrigo Baptista Pacheco retweeted
Replying to @pachecodefensor
Lá em casa, meu pai recém operado nao votou no primeiro e hoje foi.
Minha avó de 89 anos quis sair de casa pra votar também.
Até se nao der certo, plmns ta acontecendo um movimento. – at Niterói, Brasil
Não sei se será suficiente para virar, mas, ao levar minha mãe para votar, vi uma mobilização de pessoas levando pais, mães e avós para votarem no Lula.
Minha mãe não votou no 1º turno.
Hoje votou no Lula.
Meu primeiro voto para presidente foi em @LulaOficial em 1994.
E hoje será a última vez que verei nas urnas o maior líder político da história do Brasil.
Um dia com muitas emoções.
Rodrigo Baptista Pacheco retweeted
Dias desses, quando publiquei alguma coisa sobre as eleições, alguém comentou dizendo para eu “sair da bolha”. E fiquei pensando na minha suposta “bolha esquerdista”. Pois bem. Meus pais vieram do interior, sem muito estudo. É uma família imensa. De um lado, metade dos meus tios, os mais novos, se formou na faculdade. No outro lado da família, eu fui o primeiro. Nunca achei que seria possível, até ouvir, pelo rádio, meu nome no listão. Eu havia estudado a vida inteira em colégio público. Depois, me formei em jornalismo em uma universidade federal.
Quando guri, tive várias restrições de dinheiro. Nada que eu sentisse falta, pelo menos naquele momento. A admiração pelo que meus pais fizeram só aumenta ao longo do tempo. Mas eles não podiam se responsabilizar por tudo. Onde eu cresci, na região metropolitana de Porto Alegre, era comum que eu e meus amigos fôssemos surpreendidos por alguma batida da polícia, de frente para a parede, com espingardas apontadas para a cabeça. O crime: estarmos sentados na esquina.
Quando eu tinha dezesseis anos, um amigo teve maconha plantada na mochila por um policial para justificar sua prisão (justamente ele, que nem OLINA tomava). Só muito tempo depois me dei conta de que minha relação com a polícia era muito diferente daquela que tinha a maioria dos meus amigos da faculdade. Até hoje continua sendo: eu atravesso a rua não quando vejo algum suposto bandido, mas quando observo uma farda caminhando na minha calçada.
Eu tive amigos que foram mortos. Alguns em brigas com outros amigos que não eram muito amigos. Me formei em 2005 e fui parar em lugares que sequer imaginava quando era pequeno. Escrevo não porque fiz faculdade, mas porque minha mãe lia Jorge Amado ao meu lado enquanto eu pegava no sono quando era criança. Moro em Porto Alegre, mas até hoje continuo voltando para onde eu cresci. Volto para os meus mortos, para a esquina e para a juventude.
Quem pode se dar o direito de flertar com a barbárie são aqueles que nunca precisaram andar na minha rua. E agora não sou eu quem vai mudar de calçada. O bolsonarismo é um movimento que se alimenta da sociopatia e do descaso com a vida de quem morre asfixiado – pela pandemia ou pela força. Ele usou a isca do combate à corrupção e outras justificativas para despertar algo muito perverso nas pessoas – e faz questão de alimentar esse sentimento. Eu fui criado para combater a perversidade. A minha bolha é o mundo de onde eu vim. É todo o mundo que me cerca.
Repugnante e enojante
CENAS FORTES: Bolsonarista acorrenta homem negro em ato de Flávio Bolsonaro na Barra da Tijuca
Imagens obtidas pela Revista Fórum mostram homem negro com adesivos do PT e inscrição em referência a Lula durante manifestação bolsonarista
Leia mais: revistaforum.com.br/politica…
Não há como se omitir no momento crucial para a democracia brasileira.
Fui um dos 500 defensores que assinou o manifesto.
@ICLNoticias
Rodrigo Baptista Pacheco retweeted
Flavio Bolsonaro foi capacitista e etarista com Lula. Isso ficou evidente para todo mundo que viu o debate e pode custar caro ao senador.
Rodrigo Baptista Pacheco retweeted
NÃO FOI SÓ UMA RESPOSTA: LULA LAVOU A ALMA DO TRABALHADOR BRASILEIRO EM REDE NACIONAL.
#LulaNaGlobo #DebateNaGlobo
Rodrigo Baptista Pacheco retweeted
O 9 dedos mais amado do Brasil!
#SomosTodos9Dedos
LULA OBRIGA FLÁVIO A SE DESCULPAR
"Se tem alguém aqui que sabe o que é o mundo do trabalho sou eu. Se tem alguém que perdeu o dedo com 17 anos fui eu, trabalhando a noite quando não podia trabalhar. Não vou permitir que miliciano me chame de nove dedos!"
Rodrigo Baptista Pacheco retweeted
Lula ganhou a eleição no momento em que Flávio o chamou de “nove dedos”. Ao tentar humilhá-lo, desrespeitou as pessoas com deficiência física e os milhões de trabalhadores que sofreram acidentes de trabalho. Uma marca de superação jamais deveria ser usada como ofensa. #debatepresidencial @LulaOficial
Rodrigo Baptista Pacheco retweeted
➡️ DEBATE PRESIDENCIAL | Lula leva vantagem no último debate e deixa Flávio Bolsonaro na defensiva
metropoles.com/colunas/mathe…













