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namoral, cidade abandonada por deus
Eu nasci e cresci na favela. Saí de la com 16, e descobri que existia um mundo inteiro que eu não conhecia. Minha vida mudou completamente a partir dai.
Abri o mapa das zonas eleitorais em Floripa por curiosidade e tomei um choque de realidade. Pra quem não conhece Floripa, a maioria dos pontos vermelhos ficam exatamente nas favelas da cidade.
Não vou elaborar nada sobre isso
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Vertentes da política brasileira hoje:
Anti-lulismo
Centro-lulismo
Lulismo fiscal
Lulismo radical
Anarco-lulismo
Lulo-DCEismo
Lulismo irônico
Lulo-trabalhismo
Lulo-aceleracionismo
Pós-lulismo
Lulo-sertanismo
Lulo-tucanismo
Lulo-lulismo
Cristo-lulismo (versão católica e rural)
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eu sou o seu roludinho? eu sou? você pode falar de novo por favor, fala que eu sou o seu roludinho
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Se o PT "rouba eleição" desse modo mesmo que fala... então o que ele faz com o Haddad a cada 4 anos anos é puro sadismo
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A campanha do Flávio foi a coisa mais "bostil" possível:
Memes de resenheiro.
Favelados falando em votar nele pelo Flamengo.
Webputas fazendo o 22.
Apoio do Neymar.
Cracudos das bets apoiando.
Presença do Jon Vlogs.
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Replying to @submundoporvir
Ele hipersticionou a vitória de Lula (a todo momento falava pra galera não desistir e que o Lula já tinha ganho), dirigiu o fluxo de vídeos e imagens da campanha, e principalmente, esquizofrenizou a produção desejante tantos dos militantes como das pessoas comuns.
muito provavelmente se o jair tivesse conseguido transferir a embaixada israelense e feito melhores acenos ele teria vencido as eleições
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ISTO É PARTIDO DOS TRABLHADORES
GOSTO MUITO DELA. ESTIVE DO LADO DELA DESDE O DIA 1.
Um ano depois da megaoperação no Alemão, o que eu disse se confirmou
Há um ano, na semana da operação nos complexos do Alemão e da Penha, que o próprio governo contabilizou em 121 mortos, escrevi que ela tinha uso publicitário e eleitoral. Não era repressão qualificada e com foco, como se faz necessário. A operação serviu como espetáculo para fabricar imagem de que se governa, enquanto se faz consórcio com o crime usando as polícias. Escrevi também que a operação pouco afetaria a capacidade política, coercitiva e econômica do CV, cujos núcleos dirigentes seguiram intocados. A operação ainda favoreceu sua expansão e a consolidação de territórios, como é próprio quando se faz a guerra para renovar o valor dos alvarás de funcionamento das firmas criminais (tráfico e milícia) e do arrendamento territorial concedido por agentes do Estado ao CV, à milícia e ao TCP.
Um ano depois, nada mudou substantivamente na economia política criminal nem nos territórios sob domínio armado. O que se garantiu, como desejado, foi o resultado eleitoral: chefes de polícia e policiais foram eleitos, assim como o grupo que governa o Rio de Janeiro.
Como tenho falado há décadas, constata-se que no Rio se governa com o crime, e não contra ele. O Estado, como agência reguladora do crime, organiza e desorganiza o crime desde dentro, e o faz de modo orientado pelo medo aparelhado, porque a política da insegurança dá resultado eleitoral. Não há Estado ausente nem poder paralelo: há governos que negociam a sua forma de presença e atualizam seus “esquemas político-criminais”, que se traduzem em caixa 2 de campanha, curral eleitoral e muitos votos silenciosos. Isto se tornou tão explícito no Rio que temos, até agora, as seguintes autoridades políticas e policiais que foram presas sob acusação de envolvimento com o crime na condição de patrões, sócios e empregados: o ex-governador Sérgio Cabral; os ex-chefes da Polícia Civil Álvaro Lins, Ricardo Hallak, Allan Turnowski, Rivaldo Barbosa e Marcus Amim; o ex-deputado federal Chiquinho Brazão e o conselheiro do TCE Domingos Brazão; o ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar; o ex-deputado estadual TH Joias; o deputado estadual eleito Márcio Canella; além de policiais civis e militares presos em operações da Polícia Federal e da Polícia Civil em 2026. A lista é grande e não cabe aqui.
Por falar e escrever, fui perseguida pela seita bolsonarista, e a perseguição, comandada nas redes por deputados, tomou a forma aguda que toma quando o alvo é uma mulher com mais de 30 anos de trabalho em segurança pública: um trecho recortado de uma entrevista foi transformado em meme, fui fotografada num restaurante e exposta nas redes com incitação à violência física, e se tentou assassinar a reputação de uma pesquisadora e gestora na formação de policiais e na implantação de políticas de segurança como o SUSP, as AISP, a Força Nacional, o ISP, o SINESP, a Matriz Curricular das polícias, a Corregedoria Policial Unificada, indicadores de letalidade e vitimização policial, etc. A UFF publicou nota de repúdio aos ataques, ao ódio e à misoginia, assim como redes de pesquisa e da sociedade civil. Nenhum dos atacantes respondeu aos argumentos, que estão publicados, datados e podem ser conferidos contra os fatos, e que desmontam por dentro as narrativas fakes e as cloroquinas que vendem na segurança pública. Comigo, a intimidação funciona ao contrário: não me silencia e nem me paralisa. Foram mais textos escritos, mais falas públicas, mais pesquisas desenvolvidas e mais derrubadas de teses e argumentos equivocados sobre segurança pública, polícia e crime organizado, ainda que sejam populares e circulem como mantras.
Quem quiser ter uma palhinha, aqui seguem alguns textos publicados no Brasil 247, que reúne 60 textos meus, acadêmicos e de opinião:
O desastre de uma megaoperação no Alemão e na Penha de um governo que terceiriza o seu comando (30/10/2025): brasil247.com/blog/o-desastr…
O Estado como agência reguladora do crime? (11/06/2026): brasil247.com/blog/o-estado-…
Debate morno, candidatos ensaiados e segurança pública improvisada (30/09/2026): brasil247.com/blog/debate-mo…
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Um ano depois da megaoperação no Alemão, o que eu disse se confirmou
Há um ano, na semana da operação nos complexos do Alemão e da Penha, que o próprio governo contabilizou em 121 mortos, escrevi que ela tinha uso publicitário e eleitoral. Não era repressão qualificada e com foco, como se faz necessário. A operação serviu como espetáculo para fabricar imagem de que se governa, enquanto se faz consórcio com o crime usando as polícias. Escrevi também que a operação pouco afetaria a capacidade política, coercitiva e econômica do CV, cujos núcleos dirigentes seguiram intocados. A operação ainda favoreceu sua expansão e a consolidação de territórios, como é próprio quando se faz a guerra para renovar o valor dos alvarás de funcionamento das firmas criminais (tráfico e milícia) e do arrendamento territorial concedido por agentes do Estado ao CV, à milícia e ao TCP.
Um ano depois, nada mudou substantivamente na economia política criminal nem nos territórios sob domínio armado. O que se garantiu, como desejado, foi o resultado eleitoral: chefes de polícia e policiais foram eleitos, assim como o grupo que governa o Rio de Janeiro.
Como tenho falado há décadas, constata-se que no Rio se governa com o crime, e não contra ele. O Estado, como agência reguladora do crime, organiza e desorganiza o crime desde dentro, e o faz de modo orientado pelo medo aparelhado, porque a política da insegurança dá resultado eleitoral. Não há Estado ausente nem poder paralelo: há governos que negociam a sua forma de presença e atualizam seus “esquemas político-criminais”, que se traduzem em caixa 2 de campanha, curral eleitoral e muitos votos silenciosos. Isto se tornou tão explícito no Rio que temos, até agora, as seguintes autoridades políticas e policiais que foram presas sob acusação de envolvimento com o crime na condição de patrões, sócios e empregados: o ex-governador Sérgio Cabral; os ex-chefes da Polícia Civil Álvaro Lins, Ricardo Hallak, Allan Turnowski, Rivaldo Barbosa e Marcus Amim; o ex-deputado federal Chiquinho Brazão e o conselheiro do TCE Domingos Brazão; o ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar; o ex-deputado estadual TH Joias; o deputado estadual eleito Márcio Canella; além de policiais civis e militares presos em operações da Polícia Federal e da Polícia Civil em 2026. A lista é grande e não cabe aqui.
Por falar e escrever, fui perseguida pela seita bolsonarista, e a perseguição, comandada nas redes por deputados, tomou a forma aguda que toma quando o alvo é uma mulher com mais de 30 anos de trabalho em segurança pública: um trecho recortado de uma entrevista foi transformado em meme, fui fotografada num restaurante e exposta nas redes com incitação à violência física, e se tentou assassinar a reputação de uma pesquisadora e gestora na formação de policiais e na implantação de políticas de segurança como o SUSP, as AISP, a Força Nacional, o ISP, o SINESP, a Matriz Curricular das polícias, a Corregedoria Policial Unificada, indicadores de letalidade e vitimização policial, etc. A UFF publicou nota de repúdio aos ataques, ao ódio e à misoginia, assim como redes de pesquisa e da sociedade civil. Nenhum dos atacantes respondeu aos argumentos, que estão publicados, datados e podem ser conferidos contra os fatos, e que desmontam por dentro as narrativas fakes e as cloroquinas que vendem na segurança pública. Comigo, a intimidação funciona ao contrário: não me silencia e nem me paralisa. Foram mais textos escritos, mais falas públicas, mais pesquisas desenvolvidas e mais derrubadas de teses e argumentos equivocados sobre segurança pública, polícia e crime organizado, ainda que sejam populares e circulem como mantras.
Quem quiser ter uma palhinha, aqui seguem alguns textos publicados no Brasil 247, que reúne 60 textos meus, acadêmicos e de opinião:
O desastre de uma megaoperação no Alemão e na Penha de um governo que terceiriza o seu comando (30/10/2025): brasil247.com/blog/o-desastr…
O Estado como agência reguladora do crime? (11/06/2026): brasil247.com/blog/o-estado-…
Debate morno, candidatos ensaiados e segurança pública improvisada (30/09/2026): brasil247.com/blog/debate-mo…
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DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. 28 de novembro de 1947: como criar para si um corpo sem órgãos?. In: DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia. Tradução de Suely Rolnik. São Paulo: Editora 34, 1996. v. 3, cap. 6, p. 9-29.
meu professor, da federal de roraima, falando das eleições presidenciais no al jazeera e o de voces nada.























