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gente 💔 mais uma vez me calaram e dessa vez fui suspensa, já entrei em contato com o X mas não boto fé que volta.. quem puder ajudar com rt pra encontrar meus mutuals pfvvv
#lizzieyoung #boysoftommen #sasusaku #naruto #jjk #gojosatoru #lisa #oliviarodrigo #arianagrande
nana itadori retweeted
A gente cresce vendo a vida de mulheres realmente destruídas pela maternidade, mulheres que nem se veem mais como mulheres, apenas mães
E aí tem que ler meia dúzia de retardada afirmar que não querer a maternidade é misoginia
nana itadori retweeted
Esse exame é milhões de vezes mais confortável que um papanicolau, só precisa fazer há cada 5 anos e dá para fazer auto exame em casa (no particular)
ele falando que ficoi gagged
O presidente reconhecendo os fandoms no meio da timeline igual uma diva pop agradecendo os fãs no palco, eu vivi pra ver isso. 😭✨
#LiveDaVitoria
#LiveDoExercitoExplode
#FandomsComLula
@ufasiabr
MEU DEUS @hurlerviper
nana itadori retweeted
As pinturas que os "turistas" israelenses mandaram apagar alegando que o ativistas pró-palestina estavam afrontando eles:
A Bahia é dos brasileiros
BRASIL TERRA INDIGENA
'Bandeira da Bahia'
nana itadori retweeted
gente desculpa mas essa discussão sobre medo de islamismo e árabe no brasil é história para boi dormir tipo assim amor você morar no rio mais fácil um policial te matar com tiro acidental do que um grupo islamismo te matar vamos lá né
nana itadori retweeted
Sionismo:
NOTA PÚBLICA
Repúdio à proposta de criminalização do sionismo anunciada pelo deputado federal eleito Jones Manoel (PSOL-PE)
A StandWithUs Brasil repudia veementemente a proposta anunciada pelo deputado federal eleito Jones Manoel (PSOL-PE) de levar à bancada de seu partido um projeto de lei para criminalizar o sionismo, classificando-o como forma de racismo.
O sionismo é o movimento de autodeterminação do povo judeu em sua terra ancestral. Para a grande maioria dos judeus, no Brasil e no mundo, ele é parte de sua identidade.
Criminalizá-lo significa, na prática, transformar em crime a expressão de uma identidade nacional e abrir caminho para a perseguição de judeus pelo Estado. Negar aos judeus um direito reconhecido a todos os outros povos é uma forma de antissemitismo.
A equiparação entre sionismo e racismo não é nova. Ela remonta à Resolução 3379 da Assembleia Geral da ONU, aprovada em 1975 com o apoio da União Soviética e de regimes autoritários, e que contou com o voto do Brasil, então sob a ditadura militar. Na época, o líder dos direitos civis Bayard Rustin, um dos organizadores da Marcha sobre Washington ao lado de Martin Luther King, considerou a resolução um insulto às gerações de negros que lutaram contra o racismo real. Em 1991, já em plena democracia, o Brasil votou pela Resolução 46/86, que revogou a equiparação de 1975.
A proposta também contraria a Constituição Federal. O artigo 4º estabelece a autodeterminação dos povos, a defesa da paz e o repúdio ao racismo como princípios das relações internacionais do Brasil, que há décadas defende a solução de dois Estados, com israelenses e palestinos vivendo lado a lado, em paz e segurança. O artigo 5º assegura a liberdade de manifestação do pensamento. Defender a solução de dois Estados, posição oficial do país, significa reconhecer o direito do povo judeu à autodeterminação, e isso não pode ser tratado como crime.
O combate ao racismo é uma tarefa fundamental da democracia brasileira e não pode ser usado para restringir os direitos de uma minoria. O antissemitismo não tem lado político e deve ser rejeitado venha de onde vier.
A StandWithUs Brasil reafirma seu compromisso com o enfrentamento de todas as formas de discriminação e com a proteção dos direitos fundamentais de todos os povos.
StandWithUs Brasil
São Paulo, 5 de novembro de 2026










































