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Lisbon
Joined February 2009
As pessoas estão fartas. As pessoas estão fartas que todas os problemas na sociedade sejam feitos reféns da esquerda e da extrema esquerda. Como agora no grave problema da habitação que afecta todos, e em particular a geração mais nova, mas é utilizado como bandeira exclusiva da esquerda mesmo que tenha sido exactamente essa mesma esquerda a causar o problema. As pessoas estão fartas que a esquerda atribua todos os problemas aos governos de direita e escondam as verdadeiras causas que levaram ao colapso como terem escancarado as portas a um milhão e quatrocentos mil imigrantes. As pessoas estão fartas que uma manifestação que deveria ser de todos esteja pejada de bandeiras da Palestina e de discursos de apelo à violência e exclusão de outras opiniões e credos e que não seja possível empunhar bandeiras diferentes ou discordar. As pessoas estão tão fartas do enviesamento dos orgãos de comunicação social sempre a favorecer uma minoria política e mensagens que não representam a maioria que a imprensa está a falir. As pessoas estão tão mas tão fartas que a esquerda e a extrema esquerda perderam 25 deputados na Assembleia da República e os partidos promotores dos discursos que sustentam estas manifestações e o ódio estão a extinguir-se no país. As pessoas estão fartas que tenham passado tanto tempo a dizer que o fascismo vinha da direita que não o viram chegar pela esquerda.
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🇪🇺 Europe in a picture.
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Esta é a luta 🍷
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Sobre os eventos ocorridos nas manifestações em Lisboa e no Porto esta noite, este é o cerne da questão — os manifestantes desobedeceram às ordens da polícia?
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Tiananmen à portuguesa 😎
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🎯👏
O que eu acho extraordinário é que hoje se culpa a "lei Cristas" quando, na verdade, ela foi toda destruída pelo Partido Socialista. Se nós hoje temos estas rendas altas, deve-se única e exclusivamente ao Partido Socialista, que governou durante 8 anos. 1/4
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Não precisamos de três Salazares, bastava uma Meloni em Portugal.
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Grupo com mais de 500 pessoas prepara assalto em grande massa hoje em Lisboa. Enquanto em França as lojas de luxo servem de cenário a pilhagens em nome de causas cada vez mais difíceis de explicar, em Lisboa alguém decidiu que o Centro Comercial Colombo é o palco ideal para uma ‘rebelião’ à portuguesa. O plano, divulgado num grupo de WhatsApp com mais de 500 membros e dezenas de vídeos no TikTok, tem instruções simples — vestir apenas de preto, usar máscara e saquear e destruir lojas como a JD Sports. A data marcada é 31 de Outubro, às 17h30. Há ainda convocatórias para o Alma Shopping, em Coimbra, no mesmo dia, e para a Avenida da Liberdade, em Lisboa, hoje à mesma hora. Tudo apresentado como ‘solidariedade’ com os protestos franceses. A PSP confirmou que está a acompanhar a situação, a avaliar os riscos e a preparar as ‘diligências consideradas adequadas’ para garantir a ordem pública — o que, em linguagem clara, significa que a polícia está a ver se isto fica em teatro de redes sociais ou se este apelo a crimes do bem sai do ecrã.⁠
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The European Saturday when the cost of living and the Islamic State decided to schedule the same meeting. While Europe takes to the streets to complain about the price of rents, schools and life in general, the jihadists have discovered a golden opportunity — to take advantage of the crowds and the clashes to attack both the police and the protesters themselves. According to El País, the Spanish Ministry of the Interior detected, on a website close to the Islamic State, messages that explicitly call for attacks during the ongoing protests in Portugal, Spain, France and Italy. The authors suggest exploiting the massive gatherings and the skirmishes with the security forces, recommending everything from suicide bombings with explosives to vehicle rammings and knife attacks, complete with practical instructions on ideal blade lengths and the areas of the body that 'guarantee success'. In Portugal, the Internal Security System responded with the usual formula of 'closely monitoring' and 'permanent coordination', which, translated into plain Portuguese, means they are reading the same reports as the rest of us and praying that no one decides to test the theory. Today’s demonstrations, 24 October, are Act II of the wave that has been running since September. In France, the epicentre, the government is mobilising around 70,000 police officers, elite units, Centaure armoured vehicles and water cannons after the violence and looting of the 17th. Macron only authorised the trade-union calls, the rest were banned. In Lisbon and Porto, the housing movement is back after the police dismantled the camps and made arrests. In Spain there is a call in Madrid over pensions; in Italy new actions are expected in Milan and other cities; in Albania, another day outside Edi Rama’s office. It is a curious spectacle. On one side, young Europeans and workers protesting against the price of housing, the shortage of teachers and the cost of living — concrete demands, even if often diluted in anti-system rhetoric and gratuitous violence. On the other, jihadists treating the same streets as a buffet of soft targets. The police, distracted by the clashes, become 'easy prey', according to the propaganda. The protesters, for their part, go from victims of real-estate speculation to potential targets of an attack, without anyone having asked their opinion on the matter. According to the sources, there are no concrete plans, precise dates or locations. Only the generic call and the 'martyrdom' manual. In countries already debating the balance between the freedom to demonstrate and public order, this extra layer of jihadist threat has all the ingredients for an explosive situation.
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Bonjour ☕️
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On the eve of more demonstrations in France, where further disturbances are expected after last weekend’s hecatomb, some data to reflect on how we reached this state of tension in the country and in Europe. In France, over the past ten years, churches continue to burn with a regularity that has almost become banal — dozens of fires or attempts per year, with recent peaks of around fifty criminal acts in 2024, according to the Observatoire du Patrimoine Religieux and territorial intelligence. Mosques, for their part, total around 33 to 36 targets of fire or attempts since 2015 — a modest average of three or four per year, which rarely makes the front pages. Meanwhile, hundreds of new Muslim places of worship are opening, about 447 between 2010 and 2020, in a total of around 2,600, in a country where the State, by the 1905 law, neither builds nor finances temples of any denomination. The contrast is evident — tens of thousands of churches inherited from centuries of heritage burning or being vandalized, against the accelerated growth of Muslim places of worship.
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Inacreditavelmente, depois de já ter sido desmontada a historieta da viúva ‘despejada’ pela Gebalis, decidiram manter a manifestação em Marvila. É o grau zero da propaganda e hipocrisia.
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Afinal, Maricarmen era a única administradora e diretora de uma empresa com capital de 950 milhões de pesetas, equivalentes a 5,7 milhões de euros em valores atuais, dedicada ao investimento imobiliário e à exploração de alugueres. Maricarmen, a mulher de 87 anos do Retiro que o Governo espanhol transformou em símbolo vivo da luta contra os despejos, tinha, nos anos 90, um passado um pouco menos frágil do que o retrato que andou a circular. Segundo documentos do Registo Mercantil de Madrid, foi administradora única da FIEBA S.A. durante vários anos e, a partir de 1 de Julho de 1994, passou a conselheira e vicesecretária do conselho de administração da JINUR S.A., sociedade dedicada precisamente àquilo que hoje se condena com grande veemência — investir em imóveis e explorá-los através de arrendamentos. A JINUR tinha, na altura, um capital social de 950 milhões de pesetas, cerca de 5,7 milhões de euros ao câmbio oficial da época, qualquer coisa como o dobro ou mais se se actualizar pela inflação. Não era exactamente a caixa de sapatos da senhora que vive de uma pensão e pouco mais. O pormenor não prova, por si só, que Maricarmen fosse proprietária de dezenas de andares nem que tenha enriquecido a explorar inquilinos. Prova, isso sim, que a mulher escolhida como rosto da 'inquilina vulnerável' teve, pelo menos durante um período, funções de gestão numa empresa cujo objecto social era exactamente o mercado de arrendamento. O Governo de Sánchez, contudo, não se deteve nestes detalhes. Transformou o seu despejo, de uma casa onde vivia há décadas ao abrigo de um contrato de renda antiga já extinto, num argumento político suficiente para aprovar, às pressas, o chamado 'decreto Maricarmen'. Protecções contra despejos até 2030 para pessoas em situação de vulnerabilidade, regras para arrendamentos de temporada, limitações a fundos e outras medidas que, segundo vários juristas, nem sequer teriam impedido o caso concreto de Maricarmen. O contrato já tinha caducado há anos;,a vulnerabilidade económica exigida pela lei também não estava claramente preenchida. Mas isso é pormenor. O que importa é o símbolo. É o tipo de ironia a que a política da habitação segundo a esquerda já nos habituou. A mesma esquerda que passa o tempo a falar em 'fundos abutre' e em 'exploração do direito à habitação' escolheu como figura de proa alguém que, décadas antes, esteve no lado de dentro de sociedades dedicadas exactamente a comprar e arrendar imóveis. Não é crime. Nem sequer é, necessariamente, hipocrisia pessoal da senhora, que pode ter sido simplesmente uma boa administrativa numa altura em que o negócio imobiliário era o que era. Mas torna o relato oficial um pouco mais difícil de engolir. Quando se escolhe um símbolo, convém verificar se o símbolo não passou, em tempos, pelo conselho de administração daquilo que agora se pretende regular com mão pesada. Aparentemente, dessa verificação não se lembraram. Ou lembraram-se e acharam que não fazia mal. Em qualquer dos casos, o resultado é o mesmo, uma narrativa de vulnerabilidade absoluta construída sobre um passado que, no mínimo, era mais complexo do que se quis contar.
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Porto. 10 de outubro Manifestação #jánãodámais Tanta gente presente. Pela habitação e por quem trabalha, por quem luta pela sua vida. Paz, casa, salário. Simples assim. Estamos na luta. Aqui, em Espanha, no Brasil, em França, na Palestina.
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A Maricarmen portuguesa. Foi hoje convocada uma vigília em Marvila, em frente à casa de uma senhora de 27 anos, Marta Almeida, que ter sido despejada pela CML. A narrativa que anda a circular é a de uma jovem viúva, mãe de duas crianças, vítima da insensibilidade municipal depois da morte do companheiro e da avó deste. Uma história arrumada, pronta a servir de símbolo como a esquerda tanto gosta. Os factos, segundo a própria Gebalis e a decisão judicial que a sustentou, são menos poéticos. A senhora nunca viveu naquela casa. Tem dois filhos do neto da titular do arrendamento. O neto suicidou-se. A senhora mais velha morreu. O companheiro dessa senhora, de 84 anos, ficou na habitação por direito próprio. Foi então que a mulher do neto falecido entrou na casa, agrediu e expulsou o idoso. Este fez queixa à polícia. O juiz determinou que ela saísse, porque a casa não era dela e nunca lá tinha vivido. Ou seja, a pessoa que agora é apresentada como despejada e vítima de um acto desumano, é a mesma que, segundo o relato oficial e a sentença, expulsou à força um homem de 84 anos de uma habitação a que ele tinha direito. A vigília de solidariedade, convocada com o habitual aparato de activismo habitacional, concentra-se assim em torno de quem, pelos elementos agora conhecidos, foi a autora da ocupação ilegal e da agressão, não a vítima. Não é crime ser jovem, nem ter filhos, nem precisar de casa. É, no entanto, um pouco curioso que o símbolo escolhido para denunciar a 'violência' dos despejos seja precisamente quem, de acordo com a versão confirmada pela Gebalis e pelo tribunal, recorreu ela própria à violência para desalojar um idoso. Quando se constrói uma causa em cima de um caso concreto, convém verificar se o caso concreto não é exactamente o contrário do que se está a contar. Aparentemente, dessa verificação também não se lembraram a tempo. Ou lembraram-se e acharam que o cartaz ficava melhor sem o idoso agredido. Em qualquer dos casos, a casa continua vazia e a hipocrisia triunfou.
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Manuel Alegre, grande defensor do SNS. Adoece e vai para o hospital privado. A coerência do costume.
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Bom dia ☕️
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'Protesting is a right; devastating our cities is not.' Meloni deploys the Army to the streets of Italy to contain the wave of violence and approves a decree that provides for prison sentences of up to five years and fines of up to 20,000 euros for violent protesters from the age of 14 👏
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