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Matias mandando a real pra bolha!
André Matias na sala de aula é eu na vida.
"— Do apartamentinho de vocês daqui da zona Sul, não dá pra ver esse tipo de coisa, não, tá?
Vocês tão muito mal informado, tão muito mal influenciados por jornalzinho e televisão".
#TropaDeElite💀
P.s: Para que fique claro: Apenas voto em Jair ou @Mi_Bolsonaro e não voto em Flávio porque ele não segue os mesmos princípios do pai, Jair, e não vou repetir a velha lógica de “qualquer um contra o PT” só para manter tudo como está. Pois é aí você acha que “tirou o PT”, mas na prática só amaciou o caminho para a esquerda voltar mais forte, porque um suposto 'governo Flávio' vira uma versão morna do mesmo sistema.
Votar em alguém que já mostrou disposição para se juntar ao pior tipo de companhia política é continuar no teatro das tesouras.
Enquanto isso, deixar o PT no poder fará o brasileiro sentir, na pele, dor das escolhas feitas, o custo de escolher presidente com base em jornal de TV, influenciador da moda e interesse em preservar benefícios fáceis, justamente no momento em que o próprio governo arma um kit de bombas fiscais para estourar em 2027.
Quando essa bomba explodir, que exploda nas mãos de quem a montou, deteriorando ainda mais a imagem deles; colocar Flávio lá, um político que já acena para gente cercada de acusações e velhas práticas, só serviria para amortecer o impacto e pavimentar o retorno tranquilo da esquerda alguns anos depois, sem contar que sujaria o nome Bolsonaro.
Então se você realmente é Bolsonaro, você não vota no filho que não tem os princípios do pai.
Esse trecho de vídeo está legendado. Ouçam e leiam a letra dessa musica. Não há musica mais apropriada para ser tema de 2026 do que “Martyr of the Free Word / Mártir da Palavra Livre” da banda de metal sinfônico EPICA.
O próprio título já entrega a mensagem: Quando tentam calar uma voz “incômoda”, ocorre exatamente o contrário do que pretendia, transformando aquela pessoa em símbolo, referência, em alguém que passa a representar a resistência, um Mártir da Palavra Livre.
A música fala o óbvio: Quando se tenta “abater o mensageiro”, como temos visto nos últimos anos, não se apaga a mensagem, mas transforma o sujeito em símbolo. Fabrica-se um mártir e fortalece a causa que queria sufocar.
No contexto do álbum 'Design Your Universe', onde está essa musica, e as declarações do Epica reforçam que a música é um manifesto contra o extremismo e a intolerância, que geralmente começa na desumanização do outro, passa pela censura e muitas vezes termina em violência, defendendo o diálogo e o respeito mútuo, além da importância da empatia e da escuta, tudo em falta hoje em dia.
E, ao mesmo tempo, a musica lembra que liberdade de expressão é a base de sociedade funcional: Escutar, respeitar e discutir sem transformar tudo em ódio e sem tratar opinião como crime. Só que, quando a liberdade parece fora de alcance, não dá para ficar passivo. Tem que sustentar posição, falar o que pensa e agir com coerência.
♫ “Eu direi o que penso
Eu farei o que digo
Quando a liberdade parecer inalcançável
Lutaremos pela nossa liberdade de expressão...” ♪
O refrão é um lembrete de integridade: Falar o que se pensa e sustentar o que se diz, principalmente quando a liberdade parece distante. E isso é exatamente o que 2026 vai exigir de muita gente: Coragem, firmeza e coerência, sem cair na armadilha do ódio ou da passividade e também sem aceitar a normalização da censura e da intimidação.
Por isso eu digo: Ouça essa música, leia a letra com atenção. Pode ser inspirador. Não como um discurso bonito, mas como lembrança prática de que liberdade de expressão é um direito antigo, conquistado a duras penas, e só continua existindo se for defendido todos os dias, com postura, lucidez e sem medo de dizer o que precisa ser dito.
"Feliz 2026" como se as pessoas estão piores!?
Porque é tão difícil para as pessoas serem boas? Porque é mais fácil tratar até quem mais a ama como algo descartável? Ou até mesmo sacanear? 🤔 Talvez porque ser bom e ser justo dá trabalho, exige caráter, e muita gente prefere o caminho mais fácil: O da indiferença e da falsidade.
Para 2026, eu recomendo uma postura simples que sigo: Procure mudar o dia de alguém para melhor. Melhore a vida de alguém sendo a diferença positiva. Não precisa ser nada grandioso, mas precisa ser real. Daquelas atitudes que a pessoa lembra porque fizeram diferença de verdade na vida dela, não porque eram apenas 'atitudes bonitas'.
Agora, faça isso do jeito certo: Ajude quem precisa, ajude de verdade, mas com discernimento. Não seja “o bonzinho” que ajuda ou é bom sem critérios, ou que faz por vaidade, para aparecer ou para 'comprar carinho'. E não transforme isso em moeda: Não espere retorno, não cobre gratidão. A pessoa pode até nunca mais falar com você, mas ao menos você fez a sua parte.
E junto com isso, seja justo, inclusive quando forem injustos com você. Isso é um ato de força. Ser justo não é aceitar tudo; é agir certo, com firmeza, sem cair no nível do outro. E mais importante: Se você tem chance de corrigir uma injustiça que cometeu, corrija-a. Se tem como consertar algo que você estragou, conserte. O mundo já tem gente demais relativizando os próprios erros.
E quando você ajudar, incentive a pessoa a passar adiante. Inspire quem foi alcançado por você a fazer o mesmo por outra pessoa. Porque o que muda a vida de alguém e, no fim, muda o mundo é uma mão estendida na hora certa, com firmeza, com justiça e com intenção real de transformar.
Passar adiante aquilo que você gostaria de ter recebido é o tipo de atitude que muda vidas, inclusive a sua. Que 2026 te veja assim: Firme no que é certo, mesmo quando ninguém mais estiver.
Assim poderemos ter um Feliz 2026!
Happy New Year 😉
teapawt.org/Crunchyroll_PT/status/…
⚠ AVISO: Esse texto é longo, mas necessário! Um anime para TODAS as idades. Principalmente adultos defeituosos.
Nunca fui fã de histórias de fantasias. Elfos, “Senhor dos Anéis”, “Game of Thrones”, essas coisas nunca me interessaram, não é minha praia. Mas sempre há uma exceção, e Frieren: E a Jornada para o Além (Beyond Journey’s End) é a minha. ★★★★★ Nota máxima!
Este anime me surpreendeu por focar menos em batalhas épicas e mais em lições de vida. Ele traz reflexões sinceras sobre o tempo, as memórias e a natureza humana por trás da aventura. Assistindo a Frieren, percebe-se que é uma história que ensina a valorizar não apenas os grandes feitos heroicos, mas os pequenos momentos compartilhados durante a jornada da nossa vida, ressaltando a importância das lembranças que criamos ao longo do caminho. O que importa é como a gente vive depois que o “final feliz” acontece. E, principalmente, o que a gente faz pelos outros nesse caminho.
O anime mostra que atos de bondade, por menores que sejam, podem ter um impacto enorme na vida das pessoas. Um dos personagens, o herói Himmel, era admirado não apenas por derrotar o 'Rei Demônio', mas pelos pequenos gestos com que ele ajudava as pessoas comuns no dia a dia.
Em suas andanças, Frieren e seus companheiros fazem de tudo: enfrentam monstros, ajudam aldeões em apuros, e nunca deixam de oferecer auxílio a quem precisa. Além disso, Frieren aprende a ouvir quem tem mais experiência de vida: ela aceita cuidar da jovem Fern como aprendiz atendendo ao último pedido de seu amigo agora ancião, o sábio Heiter. Cumprindo essa promessa e criando Fern, Frieren não só salva a menina da solidão como ganha uma companheira fiel. Esses exemplos me mostraram o quanto é importante ter empatia e também humildade para ouvir os conselhos dos mais experientes, muitas vezes, eles nos guiam a fazer o bem e evitar erros.
A grande tese moral da obra é a da bondade lúcida. Frieren, uma elfa que enxerga séculos passarem como estações do ano, aprende, e nos ensina, que ajudar pessoas exige duas virtudes ao mesmo tempo: Compaixão e discernimento. A compaixão move; o discernimento protege.
É aqui que os episódios do arco dos “demônios não falam” ganham força. E essa parte do anime é muito importante, pois ilustra bem a diferença entre ser bondoso e ser ingênuo.
Em um flashback, o grupo de heróis captura uma jovem demônio ferida, e os moradores exigem vingança porque aquela criatura já tinha devorado uma criança da vila. Então a jovem demônio que, encurralada, passa a gritar “mãe”. O termo, cuidadosamente escolhido, mira o ponto cego humano: nós associamos “mãe” a vínculo, cuidado, dependência, infância.
Ao ouvir isso, o herói Himmel hesita com a espada já erguida, no instante em que daria o golpe final. Ele hesita em eliminar a demônio ali, a palavra o faz projetar, por um segundo, a existência de afeto e possibilidade de redenção naquela inimiga. Nesse momento, Frieren intervém com frieza cirúrgica: pede a Himmel que a execute e afirma que demônios usam palavras como iscas, que “mãe” não significa nada para eles. Himmel não a escuta; baixa a lâmina. E o chefe da vila, comovido pelo choro, decide acolher a demônio em sua própria casa, convencido de que existe algo a salvar. Ao saírem, Frieren adverte de novo: vai dar errado, não no sentido abstrato, mas de forma muito concreta; ela explica que a criatura fingirá submissão, aguardará oportunidade e, quando a vigilância cair, matará ou raptará alguém. É essa a natureza do erro: confiar onde não há horizonte moral comum. Algo que vemos constantemente.
A consequência chega exatamente como previsto: a casa do chefe em chamas, o chefe morto no interior, e a demônio fugindo com a filha dele nos braços oferecendo a criança como uma "troca" para o casal de aldeões que tinha perdido a própria filha (devorada pela demônio), uma lógica de troca que revela a completa ausência de valor pela pessoa humana. Himmel corre e arranca a menina de seus braços, priorizando salvá-la; Frieren, garantindo primeiro a segurança da criança, encerra a ameaça com um único feitiço preciso, sem espetáculo, como quem cumpre um dever que já havia sido anunciado.
Quando a demônio cai mortalmente ferida, Frieren a confronta com a pergunta, por que gritar “mãe” naquela noite? E a criatura, dirigindo-se a Frieren e Himmel, explica com frieza metodológica: usa-se “mãe” porque essa palavra costuma poupar demônios da morte. Não há confissão de culpa nem pedido de perdão; é apenas o relato de uma técnica que explora a empatia humana.
A lição fica clara: A compaixão de Himmel era genuína, mas sem o discernimento de Frieren acabou quase custando mais vidas inocentes. Me lembrei na hora de uma citação famosa do economista e filosofo Adam Smith: "Mercy to the guilty is cruelty to the innocent" ou, em português, "A misericórdia para com os culpados é crueldade para com os inocentes". Essa frase resume perfeitamente o momento: ao ter misericórdia de uma culpada (aqui a demônio assassina), Himmel involuntariamente foi cruel com os inocentes da vila, que quase pagaram com a vida. Frieren não tem medo de mostrar que bondade demais, sem sabedoria, pode se tornar ingenuidade perigosa.
Esse arco ilumina duas maneiras de entender a fala. Entre humanos, falar pode vincular: pedir perdão implica reconhecer uma norma “o que fiz foi errado, irei consertar”, assumir responsabilidade “fui eu”, sofrer uma sanção interna “sinto remorso” e se comprometer com reparo. Sem essas peças, a palavra “desculpa” vira teatro. Entre demônios, Frieren diz, não há essas peças. Por isso “prometer” não os prende, “culpa” não dói, “trégua” não existe. O que há é performar o que for mais eficaz para sobreviver e 'trair' depois.
A Grande Maga Flamme (mentora de Frieren) definia os demônios exatamente assim: “monstros articulados” que falam como gente apenas para enganar e conseguir o que querem. Isso não te lembra pessoas falsas!? 🤔 É! Essas pessoas que usam da falsidade são demônios.
Esse contraste faz refletir sobre ética na comunicação: uma mesma palavra pode ser um ato de empatia genuína ou uma farsa cruel, dependendo de quem a diz e com que intenção. Frieren nos mostra que é preciso discernimento para não tomar toda palavra como verdade, às vezes, ouvir o conselho de quem conhece a natureza das coisas (como ela) pode nos proteger de cair em conversas enganosas.
(Eu gostei muito desse arco, pois uma coisa que sempre defendi é que não se deve ser 'bonzinho' à toa, devem haver critérios e eu nunca perdoo alguém que não tenta consertar genuinamente o estrago que fez).
Ainda há reflexões. Logo no começo do anime, Frieren combina com os amigos humanos que voltariam a se ver em 50 anos para assistir à chuva de meteoros. Para ela, que vive séculos, isso parece pouco; para eles, é quase uma vida. Mas meio século depois, ela volta, cumpre a promessa com o grupo já idoso. A cena mostra como uma promessa simples pode ter um peso enorme e como o tempo passa rápido demais.
Depois, as estátuas do Himmel ganham outro peso. Não são vaidade; são um convite a lembrar enquanto ainda dá tempo. Ao limpá-las e ouvir histórias, Frieren entende que memória não é passado parado, é presença que guia o presente. Guardar e honrar esses instantes transforma lembrança em ação: A gente vivencia e cuida de quem se ama hoje, antes que virem só saudade. (Quase ninguém da valor a isso).
Raramente um anime de fantasia te fez pensar tanto sobre a vida real. Cada episódio me deixou algo em que refletir, sobre por que fazemos o bem, sobre aprender com quem veio antes, sobre distinguir ingenuidade de verdadeira bondade, sobre o peso das palavras e sobre guardar nossas memórias queridas. Frieren mostra que, mesmo em um mundo de magia e aventura, as lições mais importantes são profundamente humanas.
Super recomendo esse anime, porque ela une diversão e emoção com uma sabedoria delicada. Para alguém como eu, que não costumava ver muito valor além de espadas e feitiços, Frieren foi uma ótima surpresa.
Frieren: Beyond Journey’s End - Trailer Oficial
teapawt.org/RebreakNews/status/195…
O mundo está em meio a uma onda de cerceamento de liberdade, mas ainda há aqueles que se recusam a baixar sua cabeça para a tirania ainda que jovens garotas.
Em meio às ruas de Dundee, na Escócia, essa garota de 14 anos emergiu enfrentando, com coragem inabalável, as sombras que ameaçam sua terra.
Brava e corajosa, ela não uma personagem da MARVEL ou da DC Comics, mas é uma heroína real, a Joana d’Arc do nosso tempo. Armada com uma faca e um machado, essa garota virou um símbolo de luta e liberdade ao se posicionar firmemente para proteger a si mesma e à irmã mais nova de um imigrante muçulmano que tentava agredi-las, gritando com fúria protetora:
“— Não toque na minha irmãzinha, ela tem doze anos!”.
Forçada pela ausência de adultos corajosos ao seu redor, escolheu o caminho da resistência ativa, preferindo o risco da batalha ao destino sombrio de vítima indefesa. Sua bravura ecoa pelas redes sociais, onde imagens e ilustrações a retratam como uma guerreira escocesa, com a bandeira da Escócia tremulando ao fundo, o rosto pintado de determinação e as armas erguidas em pose heroica, um “quadrinho” vivo que lamenta a falta de homens na Grã-Bretanha.
Essa garota personifica o espírito de Joana D'Arc, a lendária heroína francesa que, ainda adolescente, pegou em armas para defender sua pátria contra invasores, guiada por uma visão de justiça e liberdade. Assim como Joana, que liderou exércitos e desafiou poderes estabelecidos em nome do que é certo, essa adolescente escocesa se ergue sozinha contra a invasão estrangeira que corrói os países por dentro, simbolizando a luta contra gangues que atacam ou sequestram e escravizam meninas inocentes.
Ela representa a essência da verdadeira coragem: uma garota que, abandonada por políticos fracos e um sistema de dois níveis que favorece o invasor em nome de uma "tolerância" distorcida, decide que prefere matar a ser subjugada. Sua ação não é mera rebeldia, mas um grito de liberdade, um lembrete de que a verdadeira defesa vem do coração indomável daqueles que se recusam a se curvar.
Diferentemente de figuras como Greta Thunberg, que foi cooptada ainda criança para servir como peça de propaganda da esquerda, inicialmente empurrando uma agenda de controle social disfarçada de agenda climática e, mais tarde, defendendo causas como o Hamas, essa garota escocesa surge de forma pura e orgânica, sem manipulações ou holofotes forçados.
Ela não busca fama; sua imagem viral é um farol de inspiração para todos que veem na sua luta a essência da resistência genuína.
Em um mundo onde as ruas se tornam campos de batalha e as meninas são forçadas a se armar para sobreviver, ela nos ensina que a liberdade não é dada, mas conquistada com sangue, suor e uma determinação inabalável.
Essa jovem de 14 anos, com mais coragem que legiões de adultos covardes, se torna o ícone da nova era: uma Joana D'Arc moderna, pronta para defender sua irmã, sua nação e o futuro de todas as meninas que ousam dizer "não" à um sistema de proteção de invasores.
A luta por LIBERDADE não para!
Em poucos dias, essas ilustrações se tornam bandeiras simbólicas de tomada de consciência: mostram que, quando os mecanismos naturais de defesa falham, é o povo movido por coragem e indignação, que terá de se impor. Elas inspiram outras pessoas a pegar o telefone, compartilhar com vizinhos, cobrar políticos, repensar rotinas, agir em vez de reclamar.
Isso é o simbolismo real: Transformar um instante de defesa desesperada em corrente de mobilização. Esse tipo de imagem não pede clamor raso, exige atitude, e funciona como catalisador, convocando quem ainda ousa acreditar que a força de um gesto pode reativar o senso coletivo de lutar pela liberdade.
teapawt.org/ScenesInFilm/status/19…
Há quase dois meses vi essa cena aqui no X/Twitter e por isso comecei a ver essa série:
BANSHEE. ★★★★✰
Fica a dica para quem quer uma boa série que não é 'modinha' para ver. É de 2013, tem só 4 temporadas e um dos melhores últimos episódios que já vi, encerrando muito bem a história.
(Repare que no vídeo a mulher está grávida do policial que aparece depois, que é seu marido).
A série começa chata e exagerada, pensei se continuaria a ver... Mas ainda na primeira metade da primeira temporada ela já da uma boa melhorada.
Só não leva 5 estrelas por mim devido a ter muitas 'conveniências' que ajudam o protagonista (Antony Starr, o Capitão Pátria de 'The Boys'). Aquelas coisas que acontecem no momento certo, o super 'hacker'; ou como um condenado recém-libertado, que é o protagonista da série, assume a identidade de xerife de uma pequena cidade da Pensilvânia, Banshee, não é descoberto? 🤔
Mas tirando isso, a série que é de ação tem muito tiro, porrada e bomba e também tem um bom drama e personagens que você vai se apegar. Além disso, tem muitas reviravoltas e suspense. Você vai se pegar torcendo por algo ou alguém.
Se for assistir, super recomendo, cada EP tem cenas pós créditos.
Acabei de assistir toda a 7ª temporada de Black Mirror e, após duas temporadas seguidas decepcionantes, estava realmente cético. As últimas temporadas haviam ficado aquém das características clássicas da série, com apenas um episódio realmente bom em cada uma delas: a 5ª temporada com "Rachel, Jack and Ashley Too" e a 6ª com "Beyond the Sea".
Achei que a 7ª temporada de Black Mirror seguiria o caminho das últimas, enterrando de vez a série. No entanto, o que me fez decidir assistir foi o fato de que ela trazia a continuação de um dos melhores episódios: USS Callister, da 4ª temporada.
Para minha surpresa, a temporada começa com um excelente episódio: Common People. Isso sim é Black Mirror (de volta às suas origens). Em seguida, temos Bête Noire, que também é muito bom, embora a parte final seja um pouco exagerada.
Dessa vez, ao contrário das temporadas anteriores, não houve apenas um bom episódio. No entanto, houve dois que, para mim, foram bem fracos. O episódio do hotel, por exemplo, é entediante e carregado de melodrama. E Plaything quando começa a ficar bom, acaba!
Fiquei desanimado com os próximos episódios após esses dois fracos consecutivos, mas o melhor estava por vir...
Os dois melhores episódios ficaram para o final da temporada: "Eulogy" e "USS Callister – Into Infinity".
Eulogy foi uma experiência muito visceral para mim. Senti-me completamente representado nele, especialmente pela maneira como lida com a dor de uma mulher que sai da sua vida, deixando um vazio. Foi um episódio extremamente forte.
E, por fim, USS Callister – Into Infinity. Que episódio excelente! Embora haja uma pequena incoerência com o final da sua primeira parte, fazia muito tempo que não via Sci-Fi tão bom quanto esse.
Agora, só espero que a 8ª temporada siga essa mesma linha: sem ideologias forçadas e sem o uso de cotas, que foram os fatores que prejudicaram a qualidade das 4ª e 5ª temporadas, cujos únicos bons episódios foram aqueles livres de militância.
#BlackMirror Season 7
(USS Callister – Into Infinity me deixou 'engatilhado'... Acho que vou ter de assistir aos últimos 3 filmes de Star Trek)
Ei, @grok, baseado nos meus posts, com qual figura pública, histórica ou político eu me pareço?
O Rock não é só um tipo de musica de alta qualidade, é também um estilo de vida baseado em LIBERDADE!
teapawt.org/thiago7cv/status/11425…
Que neste 2025 todos se juntem ao 'Clã da Liberdade' e sejamos como essa musica do Iron Maiden, “The Clansman”, que ecoa o espírito de independência e resistência ao dar o grito de LIBERDADE!
Faça dessa musica, o seu hino pessoal!
♫ “FREEDOM!! FREEDOOOOOM!!”
MOMENTO CULTURAL: A música fala sobre resistência, identidade e o direito à liberdade, algo universalmente importante.
Embora baseada em um contexto histórico específico, "The Clansman" é uma metáfora para qualquer luta contra opressão, seja política, cultural ou pessoal.
♫ "Freedom!" (liberdade) é o tema central em toda a música. É um grito de guerra, um chamado à luta contra a opressão e uma afirmação da dignidade humana. A música transmite esse espírito de pessoas que lutam para preservar sua identidade e independência.
Por tanto, "The Clansman" não é apenas uma música sobre história, mas também uma reflexão sobre liberdade e sacrifício em nome de algo maior. Pois a luta pela liberdade não é apenas uma escolha, mas uma necessidade, mesmo que o custo seja a própria vida.
Que em 2025 as pessoas parem de ser escravas uma das outras e passem a ser mais elas mesmas. E sabe como você poder fazer isso? Seguindo os esses 7 mandamentos.
1. Não tolere piadinhas de mau gosto;
2. Não aceite convites sem pensar ou somente para agradar;
3. Não se justifique a menos que tenha feito algo de errado;
4. Não se distraia, esteja presente;
5. Não aceite menos do que você merece;
6. Não negocie sua paz;
7. Não ponha sua felicidade na mão dos outros, quem governa sua vida é você.
Happy New Year! Feliz 2025! Mas se você não entendeu!? Vai uma explicação!
1. "Não tolere piadinhas de mau gosto."
- Análise Filosófica: Essa frase remete ao respeito próprio e a sua dignidade, ideias presentes em filósofos como Immanuel Kant, que argumentava que o respeito é um princípio fundamental na interação humana. Permitir piadas de mau gosto contra si mesmo pode reforçar uma posição de desrespeito, o que vai contra o dever de valorizar a si mesmo como ser racional e digno.
2. "Não aceite convites sem pensar ou somente para agradar."
- Análise Filosófica: Aqui, vemos um chamado ao exercício da autonomia e reflexão, conceitos fundamentais na filosofia existencialista de Sartre. Aceitar convites apenas para agradar implica agir de forma alienada, ignorando a própria liberdade de escolha. Sartre defendia que devemos agir de acordo com nossa essência e responsabilidade, e não apenas para atender expectativas alheias.
3. "Não se justifique a menos que tenha feito algo de errado."
- Análise Filosófica: Esse ponto pode ser relacionado à autenticidade, um conceito caro a filósofos como Friedrich Nietzsche. A necessidade de justificar-se constantemente pode indicar uma submissão às opiniões alheias, o que Nietzsche critica como fraqueza moral. Só se deve justificar quando há uma responsabilidade ética verdadeira, e não por mera pressão externa.
4. "Não se distraia, esteja presente."
- Análise Filosófica: Essa frase reflete a ideia de atenção plena, valorizada no estoicismo e em filosofias orientais como o budismo. Para os estóicos, como Sêneca, viver no presente é essencial, pois o tempo é limitado e precioso. Estar presente significa viver com propósito e atenção consciente, sem dispersar-se em trivialidades.
5. "Não aceite menos do que você merece."
- Análise Filosófica: Essa ideia pode ser vinculada à justiça em relação a si mesmo, como descrito por Aristóteles. O filósofo grego argumentava que a justiça consiste em dar a cada um o que lhe é devido, incluindo a si próprio. Aceitar menos do que se merece pode ser uma forma de negligenciar o próprio valor.
6. "Não negocie sua paz."
- Análise Filosófica: Esse princípio está alinhado com o ideal estoico de apatheia (ausência de perturbações). Segundo Marco Aurélio e Epicteto, a paz interior não deve ser comprometida por fatores externos, e o verdadeiro sábio preserva sua tranquilidade, independentemente das circunstâncias.
7. "Não ponha sua felicidade na mão dos outros, quem governa sua vida é você."
- Análise Filosófica: Essa frase ecoa o conceito de autonomia de Kant e a ideia de liberdade existencialista de Sartre. A felicidade autêntica vem da autodeterminação e da escolha consciente. Colocar a felicidade nas mãos dos outros é delegar o controle de sua vida, o que compromete sua liberdade e responsabilidade sobre si mesmo.
Se seguir esses 7 mandamento, dos quais todos são características minhas, tu terás paz e progresso na tua vida.
😉
Compartilhe uma música tipicamente dos anos 90!?
(Share a quintessentially 90’s song!?)
Essa 'pedrada' dos anos 90 que simplesmente contém toda a aura dos anos 90!
Natalie Imbruglia - Torn
Qual é a sua escolha?
(COMPLETO: youtu.be/VV1XWJN3nJo)
teapawt.org/punt_rd/status/1872191…
Natalie Imbruglia - Torn (1997)
Natalie Imbruglia - Torn (Official Video) Follow On Spotify https://open.spotify.com/intl-pt/artist/0dlOr0VIysztGWvU1dpjmP?si=wVyn1QvNTY29JKPYLMLq5g
🛒 Enquanto $USD 20 hoje mal compram o pedaço de carne na imagem no Walmart, com 🪙 1 Bitcoin (103 mil USD) você pode comprar um BMW 3 Series ano 2024 ($46.195) e um Mercedes-Benz GLC Coupe ano 2024 ($56.292). Diferença gritante, não? 🤔
#Bitcoin #Inflação #BMW #MercedesAMG















