there were so many mutuals at the underscores la novo show im so sad and sorry if we couldn't meet up 😢😭💔
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[⭐️] Pessoal, mais uma vez: nossos mais sinceros agradecimentos a todos que ajudaram, compartilharam e principalmente agiram sobre a campanha de reeleição do Lula.
Notem que a luta não acaba aqui, mas essa vitória serve para lembrarmos o quão forte nós somos e onde nós podemos chegar.
Seria impossível não usar do nosso alcance, mesmo que pouco, para vocalizar uma situação que atravessa todos nós enquanto brasileiros.
Nossa voz é tão poderosa que alcançamos a underscores, e temos orgulho de ser fã de uma artista que demonstra seu apoio abertamente e se importa com nossa luta.
Muito obrigado, pessoal! E muito obrigado, April! 🎧1️⃣3️⃣⭐️
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I’m so sorry but where is the footage of barricadeOOMFCHELLA…. Genuinely we were recorded the whole time.. WHERE IS THIS LOST MEDIA
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Hi, non-Brazilian u-toos! 🌐
We know you're here because of our shared love for underscores. But we're also a Brazilian fanbase, and right now our country is going through a critical political moment that we believe deserves attention beyond our borders.
The far right has gained significant political power in Brazil, as similar movements have around the world. And what happens here does not stay here. Brazil has more than 200 million people, is the largest country in Latin America and one of the world's major agricultural powers. Most of the Amazon rainforest is also within our territory, an ecosystem essential to biodiversity and climate regulation. Political, economic and environmental decisions made in Brazil can have consequences far beyond Brazilians.
But this isn't only about asking the world to look at Brazil. It's also about reminding ourselves to look beyond our own borders. From Palestine to Iran, Cuba to Venezuela and so many other places, people are living through very different political and humanitarian crises, but all of them remind us of something important: what happens to people somewhere else should never become irrelevant simply because it isn't happening to us.
Countries don't exist in isolation. Governments influence one another, political movements cross borders, conflicts destabilize entire regions, and attacks on democracy and human rights can inspire or empower similar movements elsewhere. Our futures are more connected than we often realize.
That matters especially to a community like ours. We are a fanbase dedicated to a trans artist, and we celebrate the freedom to be queer, make weird art, make loud music, love whoever you want and exist without having your identity turned into a political battleground. Those freedoms should matter whether the person fighting for them lives in Brazil, the United States or anywhere else.
So when you see us posting about Brazil, pay attention. Read, learn, share information and listen to Brazilian voices, just as we should be willing to listen when people elsewhere ask the world to pay attention to them.
Solidarity cannot only exist when a crisis reaches our own country.
Today, we're asking you to look at Brazil. But we should all be looking at each other.
No one is free alone, and on October 25th:
LULA 13 ⭐
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Aos u-toos brasileiros, precisamos conversar 🇧🇷
Estamos diante de uma das decisões mais importantes para o futuro do nosso país. Como uma página brasileira, formada e acompanhada por pessoas que também terão que viver as consequências dessa escolha, não vamos permanecer em silêncio.
Nos últimos anos, vimos a extrema direita conquistar cada vez mais espaço na política brasileira e, mais uma vez, esse projeto disputa o cargo mais importante do país. Não estamos falando apenas de uma divergência entre esquerda e direita, mas de um movimento político cujas consequências o Brasil já experimentou e cuja disposição de ultrapassar limites democráticos vimos diante dos nossos próprios olhos.
Há apenas três anos, as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas em Brasília por pessoas que não aceitavam o resultado de uma eleição democrática. Até janeiro deste ano, 1.399 pessoas já haviam sido responsabilizadas criminalmente pelos atos de 8 de Janeiro, incluindo condenações por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado e à tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito.
E agora existe outra questão que não podemos ignorar: a soberania brasileira.
A aproximação entre Flávio Bolsonaro e o governo de Donald Trump não é uma especulação. Flávio buscou apoio político nos Estados Unidos e se apresenta como aliado de Trump, enquanto o presidente americano já demonstrou publicamente simpatia por sua candidatura. Ao longo desse processo, o governo brasileiro denunciou tarifas, pressões diplomáticas e outras ações americanas como tentativas de interferência nos assuntos internos do país. Mais recentemente, representantes da inteligência brasileira relataram a delegações da França e da Alemanha o que classificaram como interferência dos Estados Unidos no processo eleitoral brasileiro. O governo americano nega que esteja interferindo na eleição.
Independentemente de qualquer alinhamento ideológico, a escolha do presidente do Brasil pertence aos brasileiros. Nenhuma potência estrangeira deveria possuir poder para pressionar nossa economia, nossas instituições ou nosso processo eleitoral na tentativa de influenciar os rumos políticos do país.
Nós já vimos o que acontece quando a democracia é tratada como algo garantido. Não queremos descobrir também até onde um governo brasileiro excessivamente alinhado aos interesses de uma potência estrangeira estaria disposto a ceder.
E nossa preocupação não termina aí. Somos uma página dedicada a celebrar uma artista trans. Todos os dias falamos sobre a música, a arte, a liberdade e a individualidade de alguém que encontrou na própria expressão uma forma de existir no mundo. Enquanto isso, pessoas trans brasileiras continuam tendo que lutar por algo muito mais básico: o direito de permanecer vivas.
Mesmo com uma redução nos assassinatos registrados em 2025, o Brasil continuou sendo apontado pela ANTRA como o país que mais assassina pessoas trans no mundo, enquanto as tentativas de assassinato aumentaram. Isso acontece ao mesmo tempo em que pessoas LGBTQIAPN+ continuam sendo transformadas em inimigos imaginários e usadas como combustível para discursos políticos.
É impossível celebrar diariamente uma artista trans e acreditar que isso não tem nada a ver conosco. Porque não existe apenas uma underscores. Existem milhares de pessoas trans e queer espalhadas pelo Brasil fazendo música, desenhando, estudando, trabalhando, descobrindo quem são ou simplesmente tentando viver em paz. Elas merecem ter a liberdade de construir seus próprios futuros sem que suas existências sejam transformadas em uma disputa política.
E essa lógica de transformar minorias em alvo não termina na população LGBTQIAPN+. Em 2024, 77% das vítimas de homicídio no Brasil eram negras. Enquanto o racismo já produz consequências tão brutais no nosso país, ainda vemos discursos racistas, tentativas de relativizar o racismo e ataques a políticas de igualdade racial ocuparem espaço no debate político. Não podemos tratar como irrelevante um discurso que atinge justamente uma população que já é desproporcionalmente vítima da violência.
Para questão de gênero, que também é um discurso usado para atacar mulheres. Em 2025, o Brasil registrou 1.568 feminicídios, o maior número desde a criação dessa tipificação criminal em 2015. São, em média, mais de quatro mulheres assassinadas por dia. Cada número representa uma pessoa que tinha uma vida, uma família, amigos e um futuro.
Por isso nos irrita ouvir que "é só política". Política está no SUS, na universidade, no preço da comida, no salário mínimo, na cultura, na educação, na proteção da Amazônia e nos direitos que possuímos. Ela determina quais políticas públicas existirão, quem será protegido pelo Estado e quais prioridades um país escolhe ter.
E escolhas políticas têm consequências concretas. Bolsonaro terminou seu governo com 17,2 milhões de brasileiros enfrentando insegurança alimentar severa. Com Lula de volta à Presidência, o Brasil conseguiu sair novamente do Mapa da Fome e, hoje, apenas 0,6% da população enfrenta essa condição, o menor índice já registrado no país.
Para nós, nada do que estamos vendo é normal e nunca foi. Não é normal transformar pessoas LGBTQIAPN+ em inimigos políticos, tratar direitos humanos como fraqueza, atacar artistas, professores e universidades porque pensamento crítico incomoda ou questionar a legitimidade das urnas simplesmente porque o resultado desagradou. Também não é normal tratar a interferência de outro país nos nossos assuntos internos como aceitável simplesmente porque seu governo compartilha da mesma ideologia política.
Sabemos que somos uma página pequena. Não somos um grande portal, um partido ou uma organização política. Mas existem pessoas do outro lado desta tela, e isso já é motivo suficiente para usarmos a voz que temos.
Conversem com seus amigos, com seus pais e com quem ainda está em dúvida. Pesquisem, procurem fontes confiáveis, combatam desinformação e não deixem o cansaço virar apatia. Democracia não começa quando entramos na cabine e não termina quando apertamos "confirma".
Os conteúdos sobre a underscores não vão parar. Continuaremos falando sobre música, postando fotos, vídeos, notícias, memes e tudo que faz essa comunidade existir. Mas também vamos falar sobre o nosso país, porque seria profundamente contraditório celebrar uma artista trans, sua liberdade, sua individualidade e a cultura queer enquanto permanecemos em silêncio quando essas mesmas liberdades entram em disputa no mundo real.
Não queremos olhar para trás e perceber que tínhamos uma voz, por menor que fosse, e escolhemos não usá-la. Antes de sermos uma fanpage, somos pessoas que vivem neste país.
E esse país também é nosso.
Dia 25, é LULA 13!!!!!!!!⭐
























