O ex-jogador está em todos os lugares, espaços, quando o futebol está em 1º lugar.
Entra na discussão por ser ex-jogador. Só.
Nem uma única qualificação é exigida.
Nem o espirito de corpo (esprit de corps) é questionado.
Não há nada mais anacrônico quando o tema é bola/chuteira
Grêmio: O futebol brasileiro é atípico.
É um nocivo espaço onde os seus profissionais (?) aceitam injeções de dinheiro para correr mais, suar em dobro, competir como nunca em determinados jogos.
E diferentes direções/dirigentes apoiam a manobra.
Sugerem, às vezes.
Pobre.
Podre.
Gre-Nal: O Inter deve R$ 1,27 bilhão.
O Grêmio alcançou R$ 936 milhões.
Dirigentes neófitos em série roubaram o futuro de torcedores gremistas e colorados. Erros de gestão se repetem, cada vez mais graves.
Anos sem fim de más administrações.
Prever o amanhã da Dupla é impossível.
Ge-Nal: A decadência vive/respira nos números.
O Grêmio venceu uma vez nos últimos 10 jogos.
O Inter? 2 em 15.
Os sinais da Série B fazem eco na Arena e no Beira-Rio.
Os torcedores fogem dos jogos, das casas da Dupla.
O futuro parece definido e com endereço.
Segundona 2027.
Grêmio: O clube não inventou o bicho extra para os próprios atletas. Outros clubes fazem igual.
Não acreditam no profissionalismo.
Acham que uma injeção de dinheiro fará os seus correrem, suarem, competirem mais. E mais.
O problema do futebol do país é o dirigente amador.
Neófito
Grêmio: A atual direção será sempre lembrada na trepidante História tricolor.
Nem é por um previsível estágio na tenebrosa Série B, como informa a tabela do Brasileirão.
Será por vitaminar a dívida do clube, superar a inacreditável cifra de R$ 1 bilhão.
Recorde absoluto.
Horror.
Grêmio: Renato recebe um salário milionário.
Fala muito. E de todos
Treina pouco. E mal.
O Z4 é prova.
Se o time continuar na Série A, o treinador receberá um vitaminado bônus.
Ou seja: o alto salário não basta, é preciso ainda mais dinheiro para fazer o time jogar e competir.
Grêmio: Inacreditável.
A direção estuda pagar um prêmio extra, o pré-histórico bicho, para o grupo de jogadores evitar a Série B em 2027.
Insólito.
Parece que o clube ainda não ingressou no futebol profissional.
A decadência tem começo, meio e fim, os andares superiores da Arena.
Grêmio: A direção buscou o treinador/salvador.
Entregou a chave do clube.
Calou-se.
Imaginou a torcida ao lado, firme, forte. Decisiva.
Errou.
O treinador perde, empata. Afunda no Z4 e deposita a culpa do fracasso no colo da direção e do entorno.
Fala e fala.
Triplica a crise.
Grêmio: A direção é inapta, 10 meses sem serviço e com me$$ias.
O técnico fala mais do que treina em 30 dias, mira culpados pela crise em distintos andares da Arena.
Os atletas não conseguem competir. O suor é menos intenso dq o profissionalismo exige.
O Z-4 é deles todos.
Todos.
Grêmio: A qualidade dos atletas lembra pálidos integrantes das equipes da Série B.
Exceções são raras.
O elenco não age/reage. Não compete.
O treinador não mostra trabalho. Fé. Mira os microfones e culpa todos, menos ele, dos fracassos.
A direção vive muda. Retrancada.
O Z-4 pira
Grêmio: O desenho está pronto.
Gravado nas 4 linhas, no entorno.
Em azul, preto, branco.
A Era Renato chegará ao fim de forma melancólica, ancorada na Série B.
Precipício.
O S.O.S. Renato é só vitrina.
Nunca resolve com a direção camuflada atrás da estátua de ídolo.
Escondida.
Grêmio: Renato voltou outro.
Na derrota e nos empates, normal, não mata mais os péssimos resultados no largo peito.
Distribui a culpa.
Espalha.
Oferece um naco generoso dos problemas aos dirigentes, aos que contrataram muito e mal e aos jogadores.
Fala como dono do clube.
Único.
Grêmio: Renato chegou como treinador, diretor de futebol, presidente. Torcedor.
Chegou como escudo. Muro.
A direção respirou. Ficou escondida atrás do ídolo.
Esperava boas novas para reaparecer.
Sem vitórias, continua agachada, muda, dependente de um técnico sem soluções.
Tonta.
