Jornalista

Porto Alegre
Joined April 2009
O ex-jogador está em todos os lugares, espaços, quando o futebol está em 1º lugar. Entra na discussão por ser ex-jogador. Só. Nem uma única qualificação é exigida. Nem o espirito de corpo (esprit de corps) é questionado. Não há nada mais anacrônico quando o tema é bola/chuteira
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Grêmio: O futebol brasileiro é atípico. É um nocivo espaço onde os seus profissionais (?) aceitam injeções de dinheiro para correr mais, suar em dobro, competir como nunca em determinados jogos. E diferentes direções/dirigentes apoiam a manobra. Sugerem, às vezes. Pobre. Podre.
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Gre-Nal: O Inter deve R$ 1,27 bilhão. O Grêmio alcançou R$ 936 milhões. Dirigentes neófitos em série roubaram o futuro de torcedores gremistas e colorados. Erros de gestão se repetem, cada vez mais graves. Anos sem fim de más administrações. Prever o amanhã da Dupla é impossível.
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Ge-Nal: A decadência vive/respira nos números. O Grêmio venceu uma vez nos últimos 10 jogos. O Inter? 2 em 15. Os sinais da Série B fazem eco na Arena e no Beira-Rio. Os torcedores fogem dos jogos, das casas da Dupla. O futuro parece definido e com endereço. Segundona 2027.
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Grêmio: O clube não inventou o bicho extra para os próprios atletas. Outros clubes fazem igual. Não acreditam no profissionalismo. Acham que uma injeção de dinheiro fará os seus correrem, suarem, competirem mais. E mais. O problema do futebol do país é o dirigente amador. Neófito
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Grêmio: A atual direção será sempre lembrada na trepidante História tricolor. Nem é por um previsível estágio na tenebrosa Série B, como informa a tabela do Brasileirão. Será por vitaminar a dívida do clube, superar a inacreditável cifra de R$ 1 bilhão. Recorde absoluto. Horror.
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Grêmio: Renato recebe um salário milionário. Fala muito. E de todos Treina pouco. E mal. O Z4 é prova. Se o time continuar na Série A, o treinador receberá um vitaminado bônus. Ou seja: o alto salário não basta, é preciso ainda mais dinheiro para fazer o time jogar e competir.
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Grêmio: Inacreditável. A direção estuda pagar um prêmio extra, o pré-histórico bicho, para o grupo de jogadores evitar a Série B em 2027. Insólito. Parece que o clube ainda não ingressou no futebol profissional. A decadência tem começo, meio e fim, os andares superiores da Arena.
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Grêmio: A direção buscou o treinador/salvador. Entregou a chave do clube. Calou-se. Imaginou a torcida ao lado, firme, forte. Decisiva. Errou. O treinador perde, empata. Afunda no Z4 e deposita a culpa do fracasso no colo da direção e do entorno. Fala e fala. Triplica a crise.
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Grêmio: A direção é inapta, 10 meses sem serviço e com me$$ias. O técnico fala mais do que treina em 30 dias, mira culpados pela crise em distintos andares da Arena. Os atletas não conseguem competir. O suor é menos intenso dq o profissionalismo exige. O Z-4 é deles todos. Todos.
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Grêmio: A qualidade dos atletas lembra pálidos integrantes das equipes da Série B. Exceções são raras. O elenco não age/reage. Não compete. O treinador não mostra trabalho. Fé. Mira os microfones e culpa todos, menos ele, dos fracassos. A direção vive muda. Retrancada. O Z-4 pira
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Grêmio: O desenho está pronto. Gravado nas 4 linhas, no entorno. Em azul, preto, branco. A Era Renato chegará ao fim de forma melancólica, ancorada na Série B. Precipício. O S.O.S. Renato é só vitrina. Nunca resolve com a direção camuflada atrás da estátua de ídolo. Escondida.
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Gre-Nal. O pior vive nos andares superiores? Ou nas 4 linhas? A Arena e o Beira-Rio estão ilhados.
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Grêmio: Renato voltou outro. Na derrota e nos empates, normal, não mata mais os péssimos resultados no largo peito. Distribui a culpa. Espalha. Oferece um naco generoso dos problemas aos dirigentes, aos que contrataram muito e mal e aos jogadores. Fala como dono do clube. Único.
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Grêmio: Renato chegou como treinador, diretor de futebol, presidente. Torcedor. Chegou como escudo. Muro. A direção respirou. Ficou escondida atrás do ídolo. Esperava boas novas para reaparecer. Sem vitórias, continua agachada, muda, dependente de um técnico sem soluções. Tonta.
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Grêmio: A decadência quebra hierarquias. Renato degradou a aterradora direção. Humilhou os amadores nos microfones pós-derrota. Deve ser inédito na história tricolor. Um acinte. Se a B atracar, e a velocidade é extrema, os dirigentes serão os principais responsáveis pela queda.
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