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De Gaia de Direita e do FCP 🐉

France
Joined October 2022
Os tectos as rendas travam a escalada de preços Fonte: Confia Joca 3 exemplos Barcelona Amesterdão Suécia no geral O resultado é sempre o mesmo 💁🏻‍♂️
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⏱️ Em dois minutos, uma explicação de como tetos nas rendas contribuem para o agravamento da escassez de habitação, dificultam o acesso à habitação, e nos colocam ainda mais longe de resolver o verdadeiro problema que leva aos preços exorbitantes: a falta de oferta.
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Objetos incautados en la Puerta del Sol para untar hummus.
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Isto é grotesco
🚨 Fake News Alert!! A "esquerda informativa" está alinhada na desinformação. É sempre melhor confirmar nas redes, à cautela. Obrigado camaradas.🥸
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Uma decisão tomada as três pancadas
Para quem quiser aprender alguma coisa. Constitucionalista Jorge Bacelar Gouveia.
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Esta princesa veio comentar e bloqueou me de imediato para não poder responder. Marxistas do bem 🤣
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Miguel Morgado desmontou a sentença da Juíza Ana de Campos no caso da tendinha da Renata Cambra. A justiça foi extraordinariamente rápida mas continua a não funcionar. King, como sempre.👑
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Os factos não têm cor política. Bem, Ascenso Simões 👏👏
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João Lopes retweeted
É muito fácil para quem tem tudo, como esta jovem fazer virtue signaling, a verdade é que foram, em grande parte, políticas de esquerda que levaram os jovens a esta situação e quanto mais à esquerda se puxar pior ficam, falo de esquerda mais sem noção, não da social democracia que funciona, peguemos na Dinamarca. Por é que os jovens vivem melhor, 2 dos fatores principais que permitem garantir um estado social eficaz e generoso: - Legislação laboral: Flexisegurança, é possível despedir facilmente e cabe ao estado ser rede de segurança, o que é que isto permite: 1. Igualdade, os jovens a nível contratual estão em pé de igualdade com alguém com 50 anos, não há um mercado bipolar onde os mais velhos são impossíveis de despedir e os jovens totalmente precários, isto facilita o acesso ao crédito, por exemplo. 2. Melhores salários, há mais margem para as empresas arriscarem, menos risco para contratarem e pagarem melhores salários 3. Mais produtividade o que leva a melhores salários também, por cá o custo de despedir para automatizar não compensa (e sim temos também um patronato pouco escolarizado e um regime fiscal que penaliza o crescimento) e empresas optam por se manterem menos produtivas pagando salários baixos. Lá inova-se, automatiza-se, a produtividade dispara, as pessoas são formadas enquanto recebem subsídios de desemprego generosos e podem dar o salto para profissões mais qualificadas, quem por algum motivo não consegue tem um estado social generoso alimentado por uma população mais rica e que permite, mesmo, não deixar ninguém para trás. - Altos índices de liberdade económica, é autoexplicativo, justiça previsível, qualidade das instituições, respeito pela propriedade privada, governos que impulsionam o investimento permitem gerar riqueza, riqueza que permite manter um estado social generoso. Estas medidas que são a base das sociais democracias nórdicas criariam motins em Portugal se alguém as tentasse implementar. Meus caros sem bolo pode-se falar em redistribuir o que quisermos, mas não dá mais que umas migalhitas.
A atriz Beatriz Godinho esteve presente nas manifestações pela habitação em Lisboa. À SIC Notícias, explicou o que a levou a participar e realçou a importância das mesmas para o futuro dos jovens. Acompanhe tudo sobre as manifestações pela habitação em: bit.ly/4eWjDFo #habitação #pais #portugal #politica #lisboa #manifestacao #news #sicnoticias
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João Lopes retweeted
Ascenso Simões, homem do PS, a debitar factos!!
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A hipocrisia em pessoa 💁🏻‍♂️
🌹❌🧠 José Luís Carneiro ignorou a nossa memória e quis ser um oportunista com as manifestações! #portugal #politica #parlamento #psd #gppsd #XVIILegislatura #habitacao
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ISTO!
O problema da falta de casas, e a política de Costa que prometeu construir e não cumpriu, e a imigração de portas abertas que puseram mais de 1 milhão de pessoas a precisar de uma casa. Tudo obra de governos PS, que agora, sem vergonha, criticam tudo e todos.
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A extrema esquerda da liberdade e do bem 🫶🤦🏼‍♂️
Sur LCI, le maire de Saint-Denis, Bally Bagayoko, se dit favorable à ce qu’on ne donne plus la parole au RN dans les médias durant cette campagne présidentielle. Quand David Lisnard qualifie LFI de parti néofasciste, ce genre de déclaration ne fait que lui donner raison.
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Durante o PREC, o PCP apoiou e integrou ativamente as Assembleias Populares, à medida que o conceito ganhou força, influenciado por partidos da ext.-esquerda radical, como o MES, UDP ou PRP. Tudo acabou com o 25 de Novembro. A história repete-se. A data repete-se daqui a 1 mês.
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O que explica a clara contradição entre movimentos de esquerda, que dizem defender os direitos de gays e mulheres, por exemplo, de apoiarem terroristas do Hamas em defesa da Palestina? Entenda na análise de Alexandre Ostrowiecki.
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☢️ Reflexão da Cooperativa: os números que têm o péssimo hábito de estragar narrativas lindas. O Eurostat, recorda-nos um desses inconvenientes. ➡️➡️Em Portugal, no ano 2000, os jovens saíam de casa dos pais, em média, aos 28,1 anos. Em 2025, saem aos 28,8. Um quarto de século depois, a emancipação dos portugueses avançou uns extraordinários oito meses. Para termos uma ideia da dimensão do fenómeno, a média europeia está nos 26,3 anos. Na Finlândia saem pouco depois dos 21, na Dinamarca antes dos 22. Em Portugal, aos 28 ainda há quem pergunte à mãe se a camisa azul está lavada e engomadinha. Somos um país de afetos, evidentemente. E de uma enorme estabilidade residencial, sobretudo quando a residência pertence aos progenitores e inclui roupa lavada, frigorífico cheio com as coisitas que os "putos" mais gostam e um serviço de restauração à medida, com flexibilidade horária e tudo. ⚠️O curioso é que em 2000 não havia esta maravilhosa crise da habitação para explicar tudo. Os preços eram outros, as circunstâncias eram diferentes e os jovens já demoravam uma eternidade a abandonar o ninho. Hoje, naturalmente, há dificuldades reais que seria absurdo negar. As casas estão caríssimas, os salários não fazem milagres e a independência tornou-se financeiramente mais exigente. Mas, se há 25 anos já saíamos de casa dos pais muito tarde, com a mesma idade de hoje. Na altura, então, era porque queríamos, hoje, continua a ser porque queríamos, mas com uma ótima desculpa. E é aqui que a coisa começa a ficar interessante. ⚠️Durante gerações, os pais preocuparam-se em construir alguma coisa para deixar aos filhos. Não necessariamente uma fortuna. Uma c asa, umas economias, um pequeno património, qualquer coisa que lhes permitisse começar a vida um degrau mais acima.Trabalhava-se hoje para que amanhã os filhos não tivessem de começar rigorosamente do zero. A riqueza não era apenas aquilo que se podia consumir. Era também aquilo que se conseguia preservar. Entretanto, fomos descobrindo as maravilhas da sociedade de consumo. E, como bons portugueses, tratámos de recuperar o atraso com um entusiasmo comovente. O bolinhas novo, as férias no estrangeiro, os fins de semana prolongados, os restaurantes, os telemóveis de última geração e uma quantidade extraordinária de necessidades absolutamente indispensáveis que, curiosamente, ninguém tinha descoberto na geração anterior. A austeridade doméstica foi substituída pela gestão moderna do orçamento familiar, que consiste em gastar agora e descobrir mais tarde como se paga. Claro que isto não descreve todas as famílias. Há quem tenha vivido uma vida inteira sem conseguir poupar um tostão, por mais que se privasse de tudo. E há muita gente que construiu património com um esforço notável. Mas também existe uma transformação cultural que merece ser discutida, passámos de uma sociedade em que os pais sacrificavam parte do presente para preparar o futuro dos filhos para outra em que, demasiadas vezes, pais e filhos se habituaram a consumir juntos o presente, deixando o futuro para uma reunião posterior. Os números da poupança ajudam a compreender o problema. Em 2000, as famílias portuguesas poupavam 12,7% do seu rendimento disponível. Em 2017, essa taxa tinha caído para 6,5%. Em 2019 estava nos 7%. Entretanto, recuperámos, chegando aos 12,3% em 2025. Não é verdade, portanto, que hoje toda a gente tenha torrado tudo. Mas houve um longo período em que a poupança perdeu protagonismo, e essa mudança deixa marcas que não desaparecem por magia. Uma sociedade que se habituou a antecipar consumo. O crédito tem esta particularidade única de nos permitir antecipar os prazeres da vida, mas nunca se esquece de nos entregar a fatura. ⚠️E cá estamos, nesta ironia intergeracional. Criámos filhos a quem procurámos proporcionar tudo, protegendo-os das dificuldades, das privações e, sempre que possível, até das contrariedades. Fomos-lhes oferecendo o presente, com a melhor das intenções, e esquecemo-nos de que a melhor herança não é necessariamente um presente. É a capacidade de construir um futuro sem depender permanentemente de alguém. O resultado é esta extraordinária sociedade em que a independência se tornou um direito muito acarinhado, desde que financiado pelos outros. Queremos salários melhores, casas mais baratas, rendas acessíveis, transportes gratuitos, apoios públicos e, de preferência, que tudo isto esteja disponível antes de alguém nos pedir para abdicar de um único conforto. O sacrifício é uma ideia belíssima, sobretudo quando é praticado pelos outros. E aqui entra a minha já antiga simpatia pelas formigas, que passam o verão a trabalhar enquanto as cigarras organizam festivais. Num país civilizado, a cigarra tem todo o direito de cantar. Pode cantar o verão inteiro, fazer duetos, lançar um álbum com músicas novas e até abrir uma conta no Insta ou no tik tok dedicada à sua extraordinária vida de cigarra. O que não pode é chegar ao inverno, bater à porta da formiga e exigir metade das provisões, pois também não é justo. ⚠️⚠️É evidente que há cigarras que nasceram sem oportunidades e formigas que herdaram o formigueiro. Confundir a pobreza com irresponsabilidade seria tão estúpido como confundir ariqueza com mérito. Mas também seria profundamente injusto transformar todas as escolhas de consumo individual em responsabilidades coletivas, como se a prudência de uns constituísse uma espécie de fundo de garantia para a imprevidência dos outros. E isto aplica-se igualmente ao Estado, que, por uma coincidência extraordinária, costuma ser convocado para resolver precisamente os problemas que nós próprios fomos adiando. Exigimos soluções imediatas para desequilíbrios que levaram décadas a formar-se. Queremos mais casas amanhã, quando construir demora anos. Queremos mais rendimento disponível sem abdicar de consumo. Queremos mais investimento sem aceitar o custo de deixar de gastar noutras coisas. Sobretudo, queremos que alguém descubra uma fórmula para recuperar o tempo que desperdiçámos, sem que isso nos obrigue a alterar um único hábito. Pois tenho uma notícia desagradável para dar ao pessoal da assembleia popular, o tempo não se recupera assim, num mero estalar de dedos. Agora é preciso dar tempo. Tempo para construir, investir, poupar e voltar a acumular riqueza. Tempo para recuperar uma cultura de responsabilidade que não se ensina com subsídios nem se decreta. E, acima de tudo, tempo para aceitar que uma sociedade não pode consumir sistematicamente o seu futuro e depois indignar-se quando o futuro chega de mãos vazias. Receio, aliás, que a parte mais desagradável desta história ainda esteja por vir. Hoje protestamos de barriga relativamente cheia, com um nível de conforto material que os nossos avós dificilmente ralguma vez tiveram. Não é garantia de que assim continuará. A prosperidade parece-nos uma condição natural da existência, quando na verdade é uma construção muitíssimo frágil, acumulada ao longo de gerações e perfeitamente capaz de desaparecer muito mais depressa do que demorou a surgir. ⚠️Há uma perversidade particularmente cruel no consumo, enquanto o praticamos, sentimos que estamos a enriquecer a nossa vida e só mais tarde descobrimos que, por vezes, estávamos simplesmente a empobrecer o nosso amanhã. E esta é, talvez, a grande tragédia de uma sociedade que confundiu qualidade de vida com quantidade de consumo. Queremos viver melhor do que os nossos pais, mas esquecemo-nos de perguntar o que estamos dispostos a deixar aos nossos filhos. Julgamo-nos mais evoluídos porque temos mais coisas, quando a verdadeira evolução talvez esteja em conseguirmos transmitir mais do que recebemos. Uma geração não se mede apenas pelo que conseguiu desfrutar, mas também pelo que teve a decência de deixar à seguinte. Porque viver bem à custa do amanhã é relativamente fácil. O difícil, meus caros camaradas, é viver bem sem hipotecar o futuro de quem vem a seguir. Para vossa eventual reflexão. o dono da cooperativa Nota: é muito fácil construir narrativas que soam bem ao ouvido do povo. Sereias há muitas, cuidado com isso.
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O discurso de ódio do bem! 🌈
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João Lopes retweeted
Every far-left protester in France right now. 🇫🇷
🤖 Made with AI
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É que não falha. A história repete-se devido aos idiotas intemporais.
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AHAHAHAHAH LÁ VAI O ACAMPAMENTO PELA MARICARMEN DISPERSAR POR VERGONHA ALHEIA 🤣
🔴 LA PORTADA DEL 22 DE OCTUBRE Maricarmen fue administradora única y luego consejera de una empresa dedicada a la "inversión en inmuebles" y a la "explotación de alquileres". ✍️ Alba Martín (@alba_mrtn) okdiario.com/espana/maricarm…
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