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⏱️ Em dois minutos, uma explicação de como tetos nas rendas contribuem para o agravamento da escassez de habitação, dificultam o acesso à habitação, e nos colocam ainda mais longe de resolver o verdadeiro problema que leva aos preços exorbitantes: a falta de oferta.
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Miguel Morgado desmontou a sentença da Juíza Ana de Campos no caso da tendinha da Renata Cambra. A justiça foi extraordinariamente rápida mas continua a não funcionar. King, como sempre.👑
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É muito fácil para quem tem tudo, como esta jovem fazer virtue signaling, a verdade é que foram, em grande parte, políticas de esquerda que levaram os jovens a esta situação e quanto mais à esquerda se puxar pior ficam, falo de esquerda mais sem noção, não da social democracia que funciona, peguemos na Dinamarca. Por é que os jovens vivem melhor, 2 dos fatores principais que permitem garantir um estado social eficaz e generoso:
- Legislação laboral: Flexisegurança, é possível despedir facilmente e cabe ao estado ser rede de segurança, o que é que isto permite:
1. Igualdade, os jovens a nível contratual estão em pé de igualdade com alguém com 50 anos, não há um mercado bipolar onde os mais velhos são impossíveis de despedir e os jovens totalmente precários, isto facilita o acesso ao crédito, por exemplo.
2. Melhores salários, há mais margem para as empresas arriscarem, menos risco para contratarem e pagarem melhores salários
3. Mais produtividade o que leva a melhores salários também, por cá o custo de despedir para automatizar não compensa (e sim temos também um patronato pouco escolarizado e um regime fiscal que penaliza o crescimento) e empresas optam por se manterem menos produtivas pagando salários baixos. Lá inova-se, automatiza-se, a produtividade dispara, as pessoas são formadas enquanto recebem subsídios de desemprego generosos e podem dar o salto para profissões mais qualificadas, quem por algum motivo não consegue tem um estado social generoso alimentado por uma população mais rica e que permite, mesmo, não deixar ninguém para trás.
- Altos índices de liberdade económica, é autoexplicativo, justiça previsível, qualidade das instituições, respeito pela propriedade privada, governos que impulsionam o investimento permitem gerar riqueza, riqueza que permite manter um estado social generoso.
Estas medidas que são a base das sociais democracias nórdicas criariam motins em Portugal se alguém as tentasse implementar. Meus caros sem bolo pode-se falar em redistribuir o que quisermos, mas não dá mais que umas migalhitas.
A atriz Beatriz Godinho esteve presente nas manifestações pela habitação em Lisboa. À SIC Notícias, explicou o que a levou a participar e realçou a importância das mesmas para o futuro dos jovens.
Acompanhe tudo sobre as manifestações pela habitação em: bit.ly/4eWjDFo
#habitação #pais #portugal #politica #lisboa #manifestacao #news #sicnoticias
Durante o PREC, o PCP apoiou e integrou ativamente as Assembleias Populares, à medida que o conceito ganhou força, influenciado por partidos da ext.-esquerda radical, como o MES, UDP ou PRP.
Tudo acabou com o 25 de Novembro.
A história repete-se.
A data repete-se daqui a 1 mês.
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O que explica a clara contradição entre movimentos de esquerda, que dizem defender os direitos de gays e mulheres, por exemplo, de apoiarem terroristas do Hamas em defesa da Palestina?
Entenda na análise de Alexandre Ostrowiecki.
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☢️ Reflexão da Cooperativa: os números que têm o péssimo hábito de estragar narrativas lindas. O Eurostat, recorda-nos um desses inconvenientes.
➡️➡️Em Portugal, no ano 2000, os jovens saíam de casa dos pais, em média, aos 28,1 anos. Em 2025, saem aos 28,8. Um quarto de século depois, a emancipação dos portugueses avançou uns extraordinários oito meses.
Para termos uma ideia da dimensão do fenómeno, a média europeia está nos 26,3 anos. Na Finlândia saem pouco depois dos 21, na Dinamarca antes dos 22. Em Portugal, aos 28 ainda há quem pergunte à mãe se a camisa azul está lavada e engomadinha. Somos um país de afetos, evidentemente. E de uma enorme estabilidade residencial, sobretudo quando a residência pertence aos progenitores e inclui roupa lavada, frigorífico cheio com as coisitas que os "putos" mais gostam e um serviço de restauração à medida, com flexibilidade horária e tudo.
⚠️O curioso é que em 2000 não havia esta maravilhosa crise da habitação para explicar tudo. Os preços eram outros, as circunstâncias eram diferentes e os jovens já demoravam uma eternidade a abandonar o ninho.
Hoje, naturalmente, há dificuldades reais que seria absurdo negar. As casas estão caríssimas, os salários não fazem milagres e a independência tornou-se financeiramente mais exigente. Mas, se há 25 anos já saíamos de casa dos pais muito tarde, com a mesma idade de hoje. Na altura, então, era porque queríamos, hoje, continua a ser porque queríamos, mas com uma ótima desculpa.
E é aqui que a coisa começa a ficar interessante.
⚠️Durante gerações, os pais preocuparam-se em construir alguma coisa para deixar aos filhos. Não necessariamente uma fortuna. Uma c asa, umas economias, um pequeno património, qualquer coisa que lhes permitisse começar a vida um degrau mais acima.Trabalhava-se hoje para que amanhã os filhos não tivessem de começar rigorosamente do zero. A riqueza não era apenas aquilo que se podia consumir. Era também aquilo que se conseguia preservar.
Entretanto, fomos descobrindo as maravilhas da sociedade de consumo. E, como bons portugueses, tratámos de recuperar o atraso com um entusiasmo comovente. O bolinhas novo, as férias no estrangeiro, os fins de semana prolongados, os restaurantes, os telemóveis de última geração e uma quantidade extraordinária de necessidades absolutamente indispensáveis que, curiosamente, ninguém tinha descoberto na geração anterior.
A austeridade doméstica foi substituída pela gestão moderna do orçamento familiar, que consiste em gastar agora e descobrir mais tarde como se paga.
Claro que isto não descreve todas as famílias. Há quem tenha vivido uma vida inteira sem conseguir poupar um tostão, por mais que se privasse de tudo. E há muita gente que construiu património com um esforço notável. Mas também existe uma transformação cultural que merece ser discutida, passámos de uma sociedade em que os pais sacrificavam parte do presente para preparar o futuro dos filhos para outra em que, demasiadas vezes, pais e filhos se habituaram a consumir juntos o presente, deixando o futuro para uma reunião posterior.
Os números da poupança ajudam a compreender o problema. Em 2000, as famílias portuguesas poupavam 12,7% do seu rendimento disponível. Em 2017, essa taxa tinha caído para 6,5%. Em 2019 estava nos 7%. Entretanto, recuperámos, chegando aos 12,3% em 2025. Não é verdade, portanto, que hoje toda a gente tenha torrado tudo. Mas houve um longo período em que a poupança perdeu protagonismo, e essa mudança deixa marcas que não desaparecem por magia.
Uma sociedade que se habituou a antecipar consumo. O crédito tem esta particularidade única de nos permitir antecipar os prazeres da vida, mas nunca se esquece de nos entregar a fatura.
⚠️E cá estamos, nesta ironia intergeracional. Criámos filhos a quem procurámos proporcionar tudo, protegendo-os das dificuldades, das privações e, sempre que possível, até das contrariedades. Fomos-lhes oferecendo o presente, com a melhor das intenções, e esquecemo-nos de que a melhor herança não é necessariamente um presente. É a capacidade de construir um futuro sem depender permanentemente de alguém.
O resultado é esta extraordinária sociedade em que a independência se tornou um direito muito acarinhado, desde que financiado pelos outros. Queremos salários melhores, casas mais baratas, rendas acessíveis, transportes gratuitos, apoios públicos e, de preferência, que tudo isto esteja disponível antes de alguém nos pedir para abdicar de um único conforto. O sacrifício é uma ideia belíssima, sobretudo quando é praticado pelos outros.
E aqui entra a minha já antiga simpatia pelas formigas, que passam o verão a trabalhar enquanto as cigarras organizam festivais. Num país civilizado, a cigarra tem todo o direito de cantar. Pode cantar o verão inteiro, fazer duetos, lançar um álbum com músicas novas e até abrir uma conta no Insta ou no tik tok dedicada à sua extraordinária vida de cigarra. O que não pode é chegar ao inverno, bater à porta da formiga e exigir metade das provisões, pois também não é justo.
⚠️⚠️É evidente que há cigarras que nasceram sem oportunidades e formigas que herdaram o formigueiro. Confundir a pobreza com irresponsabilidade seria tão estúpido como confundir ariqueza com mérito. Mas também seria profundamente injusto transformar todas as escolhas de consumo individual em responsabilidades coletivas, como se a prudência de uns constituísse uma espécie de fundo de garantia para a imprevidência dos outros.
E isto aplica-se igualmente ao Estado, que, por uma coincidência extraordinária, costuma ser convocado para resolver precisamente os problemas que nós próprios fomos adiando. Exigimos soluções imediatas para desequilíbrios que levaram décadas a formar-se. Queremos mais casas amanhã, quando construir demora anos. Queremos mais rendimento disponível sem abdicar de consumo. Queremos mais investimento sem aceitar o custo de deixar de gastar noutras coisas. Sobretudo, queremos que alguém descubra uma fórmula para recuperar o tempo que desperdiçámos, sem que isso nos obrigue a alterar um único hábito.
Pois tenho uma notícia desagradável para dar ao pessoal da assembleia popular, o tempo não se recupera assim, num mero estalar de dedos.
Agora é preciso dar tempo. Tempo para construir, investir, poupar e voltar a acumular riqueza. Tempo para recuperar uma cultura de responsabilidade que não se ensina com subsídios nem se decreta. E, acima de tudo, tempo para aceitar que uma sociedade não pode consumir sistematicamente o seu futuro e depois indignar-se quando o futuro chega de mãos vazias.
Receio, aliás, que a parte mais desagradável desta história ainda esteja por vir. Hoje protestamos de barriga relativamente cheia, com um nível de conforto material que os nossos avós dificilmente ralguma vez tiveram. Não é garantia de que assim continuará. A prosperidade parece-nos uma condição natural da existência, quando na verdade é uma construção muitíssimo frágil, acumulada ao longo de gerações e perfeitamente capaz de desaparecer muito mais depressa do que demorou a surgir.
⚠️Há uma perversidade particularmente cruel no consumo, enquanto o praticamos, sentimos que estamos a enriquecer a nossa vida e só mais tarde descobrimos que, por vezes, estávamos simplesmente a empobrecer o nosso amanhã.
E esta é, talvez, a grande tragédia de uma sociedade que confundiu qualidade de vida com quantidade de consumo. Queremos viver melhor do que os nossos pais, mas esquecemo-nos de perguntar o que estamos dispostos a deixar aos nossos filhos. Julgamo-nos mais evoluídos porque temos mais coisas, quando a verdadeira evolução talvez esteja em conseguirmos transmitir mais do que recebemos.
Uma geração não se mede apenas pelo que conseguiu desfrutar, mas também pelo que teve a decência de deixar à seguinte. Porque viver bem à custa do amanhã é relativamente fácil. O difícil, meus caros camaradas, é viver bem sem hipotecar o futuro de quem vem a seguir.
Para vossa eventual reflexão.
o dono da cooperativa
Nota: é muito fácil construir narrativas que soam bem ao ouvido do povo. Sereias há muitas, cuidado com isso.
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Lá a ver se vos consigo explicar o que o João quer...
O João Silveira tem 22 anos e é 1 dos organizadores e porta-voz do acampamento no Porto.
É militante do partido Trabalhadores Unidos activista ligado à extrema-esquerda, à Greve Climática Estudantil, à Marcha do Orgulho do Porto e ao movimento antifa do Porto.
O João quer uma casa só para ele no centro do Porto e de preferencia paga graças a um subsidio pago pela CMP ou pelo estado.
Como militante que é, não trabalha, mas acha que tem direito a uma casa com condições no centro do Porto porque defende as causas justas.
Bem hajas Pedro, estamos contigo.
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Estou incrédulo.
Comentadores a servir de moços de recados com agendas obscuras para branquear o Vassalo????
Por exclusão de partes:
O Lopes e o Chicão, nunca, valorizam demais a democracia.
Mais?🥸
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Des mairies prises d'assaut à Lille et à Marseille, des boutiques pillées par des prédateurs, le patrimoine des Français incendié comme à Lyon ou à Bordeaux, des policiers attaqués avec une extrême violence et la volonté de tuer : le 17 octobre a été le prétexte à la convergence d'un terrorisme d'ultra-gauche et de populations délinquantes de banlieue.
Ces scènes de dévastations, qui illustrent la "Nouvelle France" que des irresponsables veulent fédérer, ne seront jamais acceptables.
Dès mai 2027, si la majorité silencieuse des Français le décide, nous rétablirons durablement l'ordre : les allocations familiales des délinquants récidivistes seront suspendues, le principe de casseur-payeur sera appliqué pour rembourser intégralement le montant des dégâts, tout individu qui s'en prend aux forces de l'ordre sera déféré en vue de sa comparution immédiate et d'une lourde condamnation, les forces de l'ordre seront soutenues et leurs effectifs renforcés.
Le calme, le respect de la propriété et des personnes, la paix civile doivent redevenir l'état normal du pays.
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☢️ Reflexão da Cooperativa: o porco no espeto, a Palestina e o mundo das manifs camufladas
Estou muito satisfeito com a PSP. Tratam a extrema-direita e a extrema-esquerda com a mesma dedicação profissional. Acho bem, a PSP não deve compaixão a ninguém, só responde perante o dever de manter a ordem e fazer cumprir a lei. Orgulho nisso.
Lembram-se daquele magnífico episódio em que uns cavalheiros da extrema-direita resolveram organizar uma manifcom um porco no espeto no Martim Moniz? Pois bem, o ex-juiz Rui Fonseca e Castro, acompanhado dos seus compinchas, resolveu desafiar as autoridades, insistir numa manifestação que não tinha autorização e acabou algemado. Pelo meio, houve pancadaria. Tudo perfeitamente normal. A polícia manda, os cidadãos obedecem. Quem não obedece habilita-se a conhecer o Estado pela extremidade menos acolchoada, a que dói.
➡️➡️Mas curiosamente, nesse dia, não me recordo de grandes manifestações de solidariedade dos habituais defensores da liberdade de expressão. Não vi os paladinos dos direitos fundamentais a rasgar as vestes pela detenção do ex-juíz Fonseca e Castro. Aparentemente, a liberdade de manifestação tem uma particularidade jurídica, um asterísco vá, depende de quem se trata e da causa.
Avancemos então para o Porto!
Desta vez, os protagonistas eram outros. Jovens empenhados na defesa da habitação, essa nobre causa que consiste em exigir casas à pala enquanto se ocupa uma praça pública com tendas. A polícia mandou desmontar o acampamento, alguns manifestantes resistiram e a coisa acabou em confrontos, naturalmente.
Ora, eu tenho um princípio extraordinariamente simples. A lei não muda de conteúdo conforme a cor do cabelo, portanto o azul não é exceção, ou a bandeira que se está a agitar. A desobediência às ordens legais das autoridades tem consequências, o que não dispense a polícia de usar força proporcional, mas convinhamos, há quem se meta a jeito, como jaá sabemos, como todos já vimos.
Adiante.
Fascina-me a elasticidade moral dos comentadores. Quando a polícia intervém contra a extrema-direita, temos uma democracia vigilante. Quando intervém contra a extrema-esquerda, estamos a duas pauladas no lombo do regresso do Salazar. É o mesmo Estado, a mesma farda e, em certos casos, até o mesmo bastão. O que muda é a opinião política da cabeça que está do outro lado.
⚠️E é precisamente aqui que gostaria de deixar um conselho absolutamente gratuito à extrema-direita portuguesa.
Meus caros, vocês manifestam-se pessimamente. Não percebem nada de marketing.
Para começar, acabem lá com as manifs contra a imigração. Que falta de imaginação! Isso já vem com a etiqueta de facho colada na testa, antes sequer de desenrolar as tarjas.
Organizem antes uma grande manif pela defesa do SNS. Juntem-lhe a dignidade dos idosos, o custo de vida, os salários baixos, a habitação acessível, os direitos dos trabalhadores e, já agora, a salvação das abelhas na luta contra a vespa asiática. Cabe tudo, camaradas. Com um bocadinho de esforço, ainda conseguem o apoio da CGTP, se a manif meter um apelo à greve qualquer em vésperas de feriado.
Depois, tratem da apresentação visual. Em vez da habitual colecção de símbolos nacionalistas, levem bandeiras da Palestina. Muitas. Daquelas que se vêem do espaço. Se quiserem juntar umas suásticas, arranjam logo uma belíssima oportunidade para explicar que a manifestação é contra o genocídio e que a simbologia foi mal interpretada. as bandeiras da palestina e as suásticas são uma ótima combinação, é até possível que venham a receber a visita da Greta, ou assim.
Falta o elemento verdadeiramente revolucionário, eu sei. O porco no espeto. Sim, camaradas, o porco no espeto!
Só que desta vez não se organiza uma provocação contra os imigrantes. Não senhor. Organiza-se um almoço solidário de apoio aos profissionais do SNS, aos reformados e às vítimas do custo de vida.
Local escolhido, os Paços do Concelho de Lisboa.
Por uma alimentação sustentável, inclusiva e socialmente justa, sugiro eu para nome oficial da coisa
O porco, esse, é de criação nacional, alimentado com cereais biológicos, vítima do capitalismo e abatido em legítima defesa da gastronomia portuguesa. Embalem os coiratos em formato menu piço com sumos detox e granola em abundância, claro.
E para ninguém dizer que estamos a excluir as comunidades imigrantes, contratamos a Uber Eats para distribuir doses no Martim Moniz. É ali ao lado. O estafeta leva uma bandeirinha da Palestina, um cravo ao peito e siga.
Tomaram boa nota? Ok.
Camaradas, passámos tantos anos a classificar as pessoas pelas causas que dizem defender que quase nos esquecemos de avaliar aquilo que efectivamente fazem. O direito à manifestação é sagrado quando gostamos dos manifestantes. A liberdade de expressão é fundamental quando concordamos com o discurso. E a autoridade do Estado é indispensável quando o bastão cai nas costas certas. Não é bem assim que funciona, lamento.
Se querem descobrir quem acredita verdadeiramente na liberdade, não lhe perguntem se defende o direito à manifestação. Perguntem-lhe se o defende quando quem se manifesta é alguém que detesta.
Tenho dito.
o dono da cooperativa
Nota: aquele top é um must em qualquer manif.
🥸
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O problema da habitação tem nome: PS de Costa, Bloco de Esquerda e PCP.
→ Defenderam a Lei dos Solos por causa do ambiente até não se poder construir.
→ Abriram as portas a cerca de 1,5 milhões de imigrantes.
→ Promoveram Golden Visa, turismo e Alojamento Local sem aumentar a oferta.
→ Não fizeram habitação pública nem deixaram a privada funcionar.
Votaram em quem criou o caos. Agora vão para a rua chorar.
Hipócritas!
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Replying to @pedro____world
Portugal : onde toda a gente é paneleira com o cu dos outros. Enquanto não lhes tocou era imigração de braços abertos 😆




















