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"-Zeus-, the King and Father Himself,... the great, wise, ancient artificer of my race,... sitting beneath the rule of no one (ὑπ’ ἀρχὰ δ’ οὗτινος)… there is no one seated above Him whose power He reveres (οὗτινος ἄνοθεν ἡμένον σέβει κράτη)."
Aeschylus - Supp. 590-9
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'So we can't include a forgetful man as one qualified for philosophy; we must demand a good memory' (Rep. VI.486d)
ἐπιλήσμονα ἄρα ψυχὴν ἐν ταῖς ἱκανῶς φιλοσόφοις μή ποτε ἐγκρίνωμεν, ἀλλὰ μνημονικὴν αὐτὴν ζητῶμεν δεῖν εἶναι.
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"Every meeting is a meeting for the first time, and every parting is for ever" - Ananda K. Coomarawamy, "Time and Eternity"
I find it difficult to understand the carelessness involved in reducing the many different developments within the Platonic tradition to mere spiritualist escapism. I
A crítica de Balthasar ao modelo neoplatônico de mística
“Comecemos pelo que é mais fundamental: pelo axioma, enunciado tanto por Boaventura como por Tomás, segundo o qual a alteridade derivada e mundana em relação a Deus pressupõe uma alteridade originária e trinitária em Deus, uma alteridade que, enquanto tal, é positividade suprema.
Podemos inferir imediatamente desse axioma fundamental que todo aquele que considere a alteridade do mundo como puramente negativa em comparação com o Uno divino puro tomará, ipso facto, um caminho radicalmente divergente daquele do cristianismo.
[...] Para Plotino o Absoluto não se revela em suas emanações; ele não pronuncia nem uma palavra criadora nem uma palavra redentora. Antes, ‘permanece em si mesmo como num santuário interior e repousa acima de todas as coisas [...] sem necessitar delas’.
Por isso, a ‘hierarquia’ das emanações torna-se absolutamente decisiva, tanto teórica quanto praticamente, enquanto caminho do homem para o Uno. Ela o conduz de longe para a proximidade do Uno. Mas esse caminho exige essencialmente um afastamento do material, do sensível e, finalmente, no nível do nous, até mesmo do conceitual.
A ascensão é compreendida simultaneamente como purificação [...] e como conformação ao Uno por meio da maior simplificação possível. Quanto mais o espírito se aproxima do Uno, mais é iluminado por sua luz. A escada hierárquica do ser torna-se assim o caminho mistagógico para o Uno que, repousando em si mesmo, permanece uma não-palavra
Nada há de errado em cristãos filosofarem em oração, como fazem Agostinho e Anselmo. Tampouco há algo de objetável num hino cristão ao ‘Desconhecido acima de todas as coisas’ [...]. O verdadeiro problema surge quando o homem religioso extrabíblico considera a escada das emanações como o único acesso a Deus.
O problema é que o neoplatonismo liga essa gradação a uma forma de ‘purificação’ que passa necessariamente por uma abstração progressiva da matéria, do corpo, dos sentidos, da imaginação e, por fim, até dos conceitos.
Essa doutrina espiritualizante da perfeição causou os maiores estragos durante a Idade Média e até a época moderna — nem mesmo João da Cruz pode ser excetuado neste ponto. Em contradição com o impulso encarnacional fundamental do cristianismo, um descorporificar-se progressivo tornou-se o modelo, não apenas para a ascese, mas especialmente para a teoria mística.
Seria bom recordar Agostinho, que, embora denuncie vigorosamente nas Confissões a ausência, entre os neoplatônicos, da humildade descendente de Cristo, apresenta em seu tratado sobre a mística um modelo decididamente ascendente — das visões corporais às imaginativas e destas às puramente espirituais — que permaneceu normativo para todo o período posterior.
Tornou-se rotineiro dar preferência inequívoca à visão supostamente sem imagens de Paulo sobre a visão ligada a imagens do Apocalipse.
Um desenvolvimento extremo dessa tendência encontra-se no ensinamento místico de Eckhart. Para Eckhart, a criatura como um todo não possui sua verdade em si mesma, mas na ideia que Deus tem dela; por isso, enquanto imagem, deve de certo modo des-ser, desfazer-se, para, perdendo-se, encontrar-se em Deus. É por isso que mestres zen interessados no diálogo com o cristianismo tendem a privilegiar, ou mesmo a mencionar exclusivamente, Eckhart.”
Hans Urs von Balthasar, Teo-Logic, II.B.3. On the Church’s Reception of Negative Theology
Participating in that which transcends us does not require us to cease being distinct. Plenitude does not require the disappearance of alterity, much less the loss of the character that individuates each being. XII
Exacto. En primer lugar, con respecto a esa concepción del Uno, habría que discernir entre los modelos teológicos que asumen un único Ser universal como Divinidad y el Uno platónico [Parm. 142e], el cual ni es [condición supraesencial], ni es uno [condición supranumérica]. I
Por ello, la relacionalidad se revela como originaria y primordial no por ser constitutiva de la existencia plena [huparxis] incondicionada de cada Dios, ... V












