Conta pessoal | Opinião política e humor | Não afiliado ao PS ou qualquer partido | Só rir para não chorar 😅

Portugal
Joined October 2018
Isto é incrível e ainda temos de levar com os responsáveis disto de bolsos cheios, cara de indignados, em directo para a TV, a gritar nas manifs que não há habitação. E ainda se acham humanistas, enquanto a evidência do contrário lhes é esfregada na testa.
Replying to @XMuttley
É pá!!!! Isto é muito à frente! Afinal em Outubro de 2018 chegaram a estar em análise na Fundiestamo (entidade gestora do FNRE), 34 sub fundos, 36 entidades, 216 imóveis, 813 fogos e 1630 camas. Em 2024 temos 4 sub fundos (brevemente serão 3 porque um está em liquidação!), 3 entidades, 4 imóveis, 0 fogos e 0 camas, porque nem um prego foi pregado quando mais obras de requalificação!!!! Esfumou-se tudo!!!! Incluindo os 3,387 Milhões € em salários!
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A contrarevolução do Abrunhosa.🥸
Replying to @cnnportugal
Santa Maria Maior, Lisboa. 48.420 € de dinheiro público, por ajuste direto, para o Pedro Abrunhosa & Comité Caviar. Caviar com um subtil cheirinho a caril, servido à conta de todos. Enquanto uns acampam à porta a pedir casas, este abrunho dá concerto à custa dos mesmos. Tudo muito solidário.
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Obrigar, proibir, imposto, taxar, não há mais nada dentro destas cabecinhas onde vive um pequeno tiranete.
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Hear, hear.
Replying to @donocooperativa
Este Centeno é uma peça jeitosa. Sendo assim, sou da opinião que qualquer político ou ex-político que tenha um salário bruto acima do meu, tenha que doar 95% do que ganha a mais do que eu para causas sociais. Gostava de ver o que o Centeno pensa desta minha proposta.
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PS a ser PS retweeted
Vamos falar de habitação? Ainda só se passaram dois anos e meio sobre esta minha publicação... É um tema recente!
Sabiam que, o FNRE que prometia casas e residências de estudantes, nada fez mas, gastou 3,387 Milhões € em salários??? Em 2015, em plena campanha eleitoral, o Partido Socialista prometia uma “Nova Geração de Políticas de Habitação”. Em 2016, como Governo, ficámos a saber que esta “Nova geração de políticas de habitação” iria na realidade chamar-se Fundo Nacional de Recuperação do Edificado (FNRE) e sua criação foi decidida pela Resolução do Conselho de Ministros nº 48/2016, publicada a 1 de setembro de 2016. Em 22 de Abril de 2019, Pedro Nuno Santos, na apresentação do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior, proferia estas palavras: “…foi o Estado que falhou às famílias…”, “…A mesma “falha do Estado” repetiu-se no alojamento dos estudantes do ensino superior...” Mas na mesma data, três anos depois da sua apresentação, Pedro Nuno Santos explicava como iria funcionar o FNRE. “Este Fundo, co-tutelado pelo Ministério das Infraestruturas e da Habitação e pelo Ministério das Finanças, tem a nobre missão de reabilitar imóveis públicos para aumentar a oferta de arrendamento acessível nos centros urbanos.” O Fundo resulta de um importante esforço transversal ao Governo e ao setor público. Envolve diretamente o Ministério do Trabalho e da Solidariedade e da Segurança Social, cujo Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social financiará uma parte do esforço de reabilitação. Mas conta também com toda a Administração Pública, que está a fazer um esforço para identificar património do Estado que possa integrar o Fundo.” Igualmente, Pedro Nuno Santos explicava no seu discurso as grandes vantagens do FNRE. Também ficámos a saber que o FNRE tinha uma missão: reduzir o esforço financeiro das famílias, travar a escalada dos preços no mercado, qualificar a gestão do património público e mostrar que o Estado ao garantir a provisão de serviços essenciais de qualidade, podia ser visto como um instrumento de liberdade. Portanto, três anos depois da sua apresentação pública o FNRE continuava a ser algo muito bonito para fazer referência nos discursos mas, na prática nada acontecia. E à data de hoje, continua o Estado a falhar com as famílias? A resposta é mais do que óbvia e é o próprio FNRE que vai responder a esta pergunta. Como? Em 2019, através do Decreto-Lei n.º 30/2019 de 26 de fevereiro foram identificados edifícios que tinham aptidão para residências estudantis. Também no mesmo ano, e pelo Decreto-Lei n.º 94/2019 de 16 de julho, foram identificados 50 imóveis habitacionais para integrar o FNRE ou, eventualmente, os seus sub fundos, entretanto, publicamente anunciados. À data de hoje, apenas são conhecidos quatro sub fundos do FNRE em funcionamento (o ImoMadalena, o ImoAveiro, o ImoResidências e o Cabeço da Bola) e, curiosamente, apenas dois deles integram dois imóveis identificados nos Decretos-Lei atrás referidos, sendo que um dos sub fundos, encontra-se neste momento em liquidação – o ImoResidências. O sub fundo ImoMadalena é constituído pelo imóvel da Rua da Madalena, 198 – Lisboa - e este imóvel nem sequer fazia parte da lista inicial publicada em 2019, talvez porque o edifício é propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Sobre o sub fundo ImoAveiro sabemos que é constituído pelo imóvel da Rua Combatentes da Grande Guerra, 68 – Aveiro - e que é propriedade da Direção Geral do Tesouro e Finanças. Também este imóvel não constava nas listas publicadas no Decreto-Lei nº 94/2019 de 16 de julho. Sabemos, também, que neste momento o sub fundo Imoresidências está em liquidação porque o edifício que o integra - o famoso imóvel da Av. 5 de Outubro onde em tempos funcionou o Ministério da Educação - é propriedade da Estamo (Imobiliária do Estado) e não precisa de integrar o FNRE porque vai ser requalificado (ou não!) através das verbas do PRR. Por fim, o sub fundo do Cabeço da Bola, apenas constituído em novembro de 2022, com o imóvel do quartel com o mesmo nome (propriedade da imobiliária do Estado – Estamo), que estava previsto integrar o FNRE desde 2019. E a resposta está dada!!! Maior prova do falhanço do Estado com as famílias não poderia haver. Volvidos 8 anos os imóveis identificados em Decreto-Lei continuam ao abandono e permanecem em ruínas. Volvidos 8 anos, o FNRE reabilitou 0 casas, 0 residências de estudantes e realizou 0 inventários de imóveis. Volvido 8 anos, nada foi feito, o FNRE nunca funcionou e nunca cumpriu a sua missão. Volvidos 4 anos, desde a criação dos primeiros sub fundos em 2019, obra nenhuma aconteceu nos imóveis que os integravam. Volvidos 4 anos, o FNRE não integra qualquer imóvel público do inventário do património imobiliário do Estado, prometido em setembro de 2020. Na realidade, volvidos 4 anos o FNRE, que prometia casas e residências para estudantes, acabou a desperdiçar recursos financeiros em salários milionários com os gestores e colaboradores da Fundiestamo - 3,387 Milhões € entre 2019-2022. Ainda não são conhecidas as contas do FNRE para 2023, mas neste momento já não resta muito dos 7,1 milhões € que o Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS) investiu no FNRE. @psocialista @PNSpedronuno @Marina__Gnclvs @habitacao_pt
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O mercado não fez o L, fez um pirete.
Bolsa do Brasil caiu tanto que teve de ser suspensa no pós-vitória de Lula publico.pt/2026/10/26/econom…
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O Ascenso! Nem o Ascenso papa as tangas e milongas da esquerda radical!
Ascenso Simões, homem do PS, a debitar factos!!
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PS a ser PS retweeted
Não costumo partilhar integralmente artigos, mas para este vale a pena abusar um bocadinho....
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Siga a festa!
7 mil euros para botar discos??!?! Eu se fosse de Vieira do Minho ia haver acampada.
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MEMÓRIA Abril de 2023. Primeiro Ministro:António Costa Ministro Adm.Interna:José Luís Carneiro Tema:Habitação Carga Policial sobre manifestantes
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As pessoas estão fartas. As pessoas estão fartas que todas os problemas na sociedade sejam feitos reféns da esquerda e da extrema esquerda. Como agora no grave problema da habitação que afecta todos, e em particular a geração mais nova, mas é utilizado como bandeira exclusiva da esquerda mesmo que tenha sido exactamente essa mesma esquerda a causar o problema. As pessoas estão fartas que a esquerda atribua todos os problemas aos governos de direita e escondam as verdadeiras causas que levaram ao colapso como terem escancarado as portas a um milhão e quatrocentos mil imigrantes. As pessoas estão fartas que uma manifestação que deveria ser de todos esteja pejada de bandeiras da Palestina e de discursos de apelo à violência e exclusão de outras opiniões e credos e que não seja possível empunhar bandeiras diferentes ou discordar. As pessoas estão tão fartas do enviesamento dos orgãos de comunicação social sempre a favorecer uma minoria política e mensagens que não representam a maioria que a imprensa está a falir. As pessoas estão tão mas tão fartas que a esquerda e a extrema esquerda perderam 25 deputados na Assembleia da República e os partidos promotores dos discursos que sustentam estas manifestações e o ódio estão a extinguir-se no país. As pessoas estão fartas que tenham passado tanto tempo a dizer que o fascismo vinha da direita que não o viram chegar pela esquerda.
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Fui ao baú de 2023, era José Luís Carneiro ministro das polícias É certo que os jornalistas ainda não andavam tão excitados como na atualidade.
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Então se é para acabarmos assim - a ponderar se não teria sido melhor ter ficado em casa a 8 de fevereiro - poupem-nos, da próxima vez, às lições de moral à esquerda sobre o voto útil em defesa da democracia.
Se Seguro continuar calado, terei de concluir que foi um erro não ter ficado em casa na segunda volta. A democracia não está mais em perigo com um fascista do que com um colaboracionista.
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Sê a Esquerda portuguesa: > Governa 8 anos > 6 anos de PS, PCP e BE > 2 de maioria absoluta > Ignora a habitação > Em 2023 promove leis destrutivas (incluindo arrendamento coercivo) > Perde eleições em 2024 > Faz manifs como se a culpa fosse de todos menos tua FIM
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Oxalá a análise deste momento mediático seque de vez a ideia peregrina de continuar a torrar dinheiro dos contribuintes em órgãos de comunicação social. Deixem a Sonae comprar os comunas sozinha, que pelo menos assim evita as greves no universo das suas empresas.
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PS a ser PS retweeted
Esta tropa funciona a relógio de bot. Um dispara o texto-mãe e, em menos de um minuto, o resto entra em formação a debitar a mesma frase com três sinónimos diferentes e a mesma ausência de pensamento.
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PS a ser PS retweeted
A opinião sincronizada já recebeu o guião da semana: atacar António José Seguro.
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New low para um secretário geral do partido do costume. E olhem que não é fácil no partido de Sócrates, Costa e do menino Pedro Nuno. A continuar assim ainda vai ser comparado ao Churchill num legacy media falido qualquer.
A casa é o primeiro desenho que se faz em criança. 🎨✍️
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