O sucesso de uma nova tecnologia não depende só da ferramenta, mas de quem está com a mão na massa.
Treinamento sobre manejo de pastagem por altura e coleta de dados na Laudejá (Campo Grande/MS).
Estratégia boa é aquela que todo mundo sabe executar no campo. @boviplan.
Pecuária de precisão. Regulagem do distribuidor de fertilizante para aplicação de adubo fosfatado em pastagem de Capim Zuri. @Boviplan
Ótima iniciativa da AEASP e Pecege: curso gratuito "Gestão Aplicada de Recursos Hídricos". instagram.com/p/DexNV-2mRGs/…
Dando aquela segurada no MG5 (4,6 UA/ha) para não trabalhar a safra com ele passado. Manejo de pastagens correto é um grande desafio. Mas, existem técnicas capazes de trazer eficiência para o sistema e o rotacionado é a principal delas.
Ótimo artigo: "Entre o giz, o material escolar e a realidade do agronegócio no Brasil". Revista de Política Agrícola: rpa.sede.embrapa.br/RPA/pt_B…
Palhada de Piatã na área de ILP (Carlinda/MT). Vídeo Thales Gotardo - Planejar Consultoria. Gastar um pouco mais com dessecação com o Piatã, vale a pena?
Cresce o uso de bioinsumos na agricultura brasileira e traz consigo sustentabilidade pra dentro da porteira e transborda desenvolvimento fora da porteira. Isso é agronegócio.
revistapesquisa.fapesp.br/no…
O Brasil cultivou 46 milhões de hectares com bioinsumos no 1o semestre de 2026, o equivalente as áreas agrícolas somadas da Alemanha, França e Espanha.
cnnbrasil.com.br/agro/brasil…
Rodrigo Paniago retweeted
Uma sociedade que subestima permanentemente a inteligência de seus cidadãos corre o risco de considerar a liberdade uma ameaça.
O uso do óleo de soja para biocombustível está para superar o uso na alimentação nos EUA. E aí, na sua oponião, é segurança alimentar x sustentabilidade energética?
Brasil 437% x 41% EUA. O Agro do Brasil evolui com base em ciência. Crescimento da produção agrícola de 1987 a 2022: pesquisa agrícola foi apontada como o motor dessa evolução.
437% CONTRA 41%.
Um relatório publicado neste mês pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos traz números extraordinários sobre a transformação da agricultura brasileira.
Entre 1987 e 2022, a produção agrícola do Brasil cresceu mais de 437%. A dos Estados Unidos cresceu 41%. Em termos percentuais, o avanço brasileiro foi mais de dez vezes o americano.
O próprio USDA aponta os motores dessa revolução: pesquisa agrícola, com papel central da Embrapa no Cerrado, tecnologia, ganho de produtividade, expansão de área e a demanda da China. E reconhece um fator que muitos preferem esquecer. Ao analisar a expansão da soja, o relatório afirma que “a introdução de reformas financeiras, desregulamentação, privatização e liberalização comercial levou à abertura do setor de soja a tradings e processadoras”.
É um reconhecimento importante, vindo do governo do nosso maior concorrente agrícola.
Durante décadas, o Brasil apostou na proteção do mercado interno e no controle do Estado sobre a produção e a comercialização. No início dos anos 1990, foi desmontada essa estrutura: acabamos com institutos que controlavam preços e cotas, reduzimos barreiras e expusemos o setor à concorrência.
O efeito não foi imediato. Houve anos difíceis, com menos crédito subsidiado e muita adaptação. Mas o campo respondeu. A pesquisa da Embrapa, a inovação e a capacidade empreendedora dos produtores encontraram espaço para investir, processar e exportar. Hoje o Brasil é o maior exportador mundial de soja, frango, carne bovina, café, açúcar e suco de laranja.
Os Estados Unidos já tinham uma agricultura muito desenvolvida em 1987, e os percentuais não significam que o Brasil seja dez vezes mais eficiente. Revelam a dimensão do nosso avanço.
E deixam uma lição. O Brasil virou potência agrícola quando deixou seus produtores competirem com o mundo. A proteção contra a concorrência internacional, que durou décadas, nunca produziu nada parecido.
É curioso que, enquanto alguns ainda defendem o protecionismo e o fechamento da economia, o próprio governo americano reconheça o peso das reformas liberalizantes no sucesso do nosso agro.
A abertura econômica libertou o potencial que o produtor brasileiro sempre teve.
#AgroBrasileiro #LiberdadeEconômica #AberturaEconômica #Agronegócio #Brasil
Ruziziensis ou Piatã? Desta vez a palhada é de Capim Piatã. Comparada à Ruziziensis, o Piatã tem maior dificuldade para dessecar, mas é superior em ganhos de peso, lotação animal, produção de palhada de cobertura, reciclagem de nutrientes e incorporação de carbono no solo.
O agro evolui com ciência.
#Sustentável 📚 Estudo da Embrapa reduz erosão do solo com novos terraços no Paraná
➡️ A Embrapa Soja e a Itaipu Binacional juntaram drones, softwares e dados para indicar melhores práticas de conservação
⬇️ Leia no Poder360: poder360.com.br/poder-susten…
O uso de tecnologias digitais está cada dia mais comum no campo. A contagem de bovinos a pasto feita por drones é uma oportunidade de elevar a precisão da operação.














