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Peter Thiel might be onto something here…
aleximas.substack.com/p/what…
FWIW I think he’s missing important dimensions like desire for human connection, empathy, shared understanding, which will be important for the future of jobs in healthcare, education, etc.
Walter Isaacson asks Peter Thiel what humans can uniquely do in the AI era.
Thiel: "We're very relational… these relational dimensions will become more important."
When knowledge is worth $0, the only career skills that matter:
- networking / social calibration
- persuasion (sales)
- curiosity (harnessing AI)
- taste (curation)
- storytelling
- grit
- golfing with clients (or equivalent)
We'll get so sick of a fake world that we'll go back to doing business like it's the 1800s. A handshake at the local saloon.
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A PSP protege e garante o direito à manifestação através do diálogo e mediação, procurando o equilíbrio com as liberdades de todos. Mas a violência e as agressões à Polícia são inaceitáveis e não serão toleradas.
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Since wealth is the only thing that can cure poverty, you might think that the left would be as obsessed with the creation of wealth as they are with the redistribution of wealth. But you would be wrong
— Thomas Sowell
So much of the climate hysteria is just aimless guilt roaming the earth in search of futile acts of atonement.
Paper straws worse for the environment than plastic ones, says study trib.al/TEphuYk
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An internal model at OpenAI has produced a claimed refutation of ETH! Russell Impagliazzo, Mohan Paturi, and I have been asked to help organize an open and independent examination of this claim. 1/4
É preciso ser muito tontinho para olhar para a sintonia, modo e causa de todas estas manifestações e pensar na sua legitimidade. É ser ainda mais idiota não perceber que os que causaram e defenderam “o problema” estão a bater de frente com a realidade da sua escolha. ✊🌹
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China consumed more coal in the last four years (2022–2025) than the entire world consumed throughout the 19th century.
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as bad as things have gotten in the past 4 days, they are going to get a lot worse before they get better. security leaders, never let a crisis go to waste: please go to your boards and ask for help right now. not for ai, for the basics. (we need to hold on for ~18 months.)
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BREAKING: The FDA just granted accelerated approval to the first immunotherapy for a leading cause of cancer death in U.S. men under 50. This therapy allows certain patients to skip radiation, chemo, and surgery altogether.
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JUST IN: Elon Musk declares money will become irrelevant, predicting future currency will be measured in “wattage and tonnage.”
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BREAKING: Governments in Europe are shutting down their websites because of critical flaws in PHP, the language behind millions of websites.
Finland, the Netherlands and France have taken government websites offline, including the Dutch cybersecurity agency's own site.
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A word of advice to the Pope.
The walls around the Vatican were ordered by Pope Leo IV and finished around 852 after Muslim Arab raiders sacked St. Peter's Basilica.
Do not lecture anyone on walls, immigration, war, or the virtues of Islam.
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Peak European mindset.
BREAKING NIUS: Für mich ist es einer der unglaublichste Auftritte von Bundeskanzler Friedrich Merz in dessen Amtszeit. Seit 17 Monaten erzählt Merz, er wolle Deutschland deregulieren, unnötige und schädliche Bürokratie beseitigen. Dann hat dieser Bundeskanzler die Möglichkeit, auf der Weltbühne, vor milliardenschweren Investoren dem Nvidia-Chef Jensen Huang eine Frage zu stellen. Und was fragt der Bundeskanzler? Er will wissen, wie man Künstliche Intelligenz am besten REGULIEREN kann. Als Huang antwortet, nunja, erstmal müsse die KI-Industrie in Deutschland aufblühen, bevor man sie regulieren könne, legt Merz nach. Er erklärt Huang, aus seiner Sicht sei entweder eine europäische oder gar eine globale Regulierung notwendig, um die "Schädlichkeit" von KI zu begrenzen.
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Atente-se que o período de Governação do PS com apoio do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista Português foi a fase de menor construção de habitação pública entre 1970 e 2019. Isto não moveu, nem move, qualquer reação por parte dos partidários do Estado em tudo o que se mexe.
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Era assim que esta gente falava em 75. Aliás, ainda falavam mais grosso, batiam, ocupavam e prendiam (fora da lei). Até ao dia em que foram convencidos a amansar. Mas o gene está lá e só uma direita frouxa e comprometida aceitou a sua normalização.
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“Os trabalhadores não precisam para nada dos capitalistas.” A frase tem cento e cinquenta anos e foi testada em grande escala, por isso não é preciso discutir teoria: basta olhar.
Testou-se na União Soviética, e deu a fome de 1932-33: entre três e meio e cinco milhões de mortos só na Ucrânia. Testou-se na China de Mao, e deu o Grande Salto em Frente, trinta a quarenta e cinco milhões de mortos à fome em três anos, a maior fome da história humana. Testou-se no Camboja, e deu dois milhões de mortos em quatro anos, um quarto da população. Testou-se na Alemanha de Leste, onde os trabalhadores precisavam tão pouco dos capitalistas que quase três milhões fugiram para o lado deles até o Partido construir um muro para os impedir, com ordem de disparar. Testou-se na Coreia, onde o Norte e o Sul partiram do mesmo sítio em 1953 e hoje um trabalhador do Sul ganha mais de vinte vezes o do Norte. E testou-se ao contrário na China de Deng: em 1978 deixou-se voltar a haver capitalistas, e nos quarenta anos seguintes oitocentos milhões de pessoas saíram da pobreza, segundo o Banco Mundial. Nunca, em lado nenhum, tantos trabalhadores precisaram tanto de tão poucos capitalistas.
A razão é simples e Mises escreveu-a em 1920: alguém tem de decidir onde pôr o capital, e quem o faz sem preços nem risco próprio decide mal. Em Portugal qualquer trabalhador pode hoje dispensar capitalistas: chama-se cooperativa, é legal, é apoiada, e são uma fração mínima da economia, porque o capital, o risco e a organização custam.
O extraordinário não é o João acreditar nisto. É que em 2026 um dirigente de um partido com assento parlamentar o escreva como se a experiência não tivesse acontecido, no mesmo partido que ainda se declara marxista-leninista e nunca encontrou uma palavra de condenação para nenhum dos regimes que aplicaram a frase.
E há uma pergunta que o João pode responder sem teoria. Se os trabalhadores não precisam para nada dos capitalistas, o PCP tem tudo para o demonstrar: é dos partidos com mais património do país, centenas de imóveis, a Quinta da Atalaia com trinta hectares à beira do Tejo, uma subvenção pública todos os anos e cem anos de quadros disciplinados. Podia fundar empresas sem capitalistas, geridas pelos trabalhadores, e mostrar-nos salários acima do mercado, lucros partilhados e nenhum patrão. Não precisa de tomar o poder; precisa de um registo comercial. Em cem anos fundou uma festa de três dias por ano e um jornal. A única empresa que o PCP alguma vez geriu foi o PCP, e essa vive de quotas e do Orçamento do Estado.



































